Categoria: Agro

27 de março de 2020

Coronavírus está no centro das atenções, mas a seca continua e chegou antes


coronavírus está

O coronavírus está causando prejuízos e temores sobre perdas de vidas no país, em um momento que já era ruim para os agricultores e suas famílias

Não se fala em outra coisa nos noticiários de TV: o coronavírus ganha destaque com cobertura especial nos telejornais e até programas especiais dedicados ao problema. É uma crise que já tem mais de 30 dias e levou o país inteiro para quarentena nas últimas semanas. Já para quem é do campo, os problemas são dobrados.

Muitas famílias estão sofrendo com a seca desde muito tempo, com perdas na produção. Lavouras secando, atividade leiteira parada, hortaliças com dificuldade. Enfim, não há setor agrícola sem problemas. A seca causa medo do futuro, preocupação com contas para pagar e temores sobre a saúde, especialmente dos mais idosos. A doença que parou o mundo é mais um problema, com os mesmos efeitos.

A seca: foto de Mauricio Belé Fachi, de Arvorezinha, RS.

O usuário Mauricio Belé Fachi, de Arvorezinha, no RS, postou esta imagem em seu perfil no facebook, com a frase ” O engraçado que o corona chegou e a seca acabou para os outros . Mas para nós agricultores está assim “. A imagem também foi replicada pela página Fumicultores do Brasil.

Todos estão com razão. O foco agora é na fiscalização das entidades, prefeituras e todos os órgãos que de alguma forma fazem o meio de campo entre o agricultor e os recursos financeiros ou auxílios de prefeituras (muitas recebem verbas para este tipo de imprevisto e possuem maquinário para ajudar). E se as políticas de reparo dos problemas causado pelo coronavírus chegarem até os produtores, o problema pré-existente não deve ser esquecido: é tempo de dizer para os burocratas que no campo a crise chegou antes e o prejuízo é dobrado.

Veja também

RS: colheita chega a 39% e perdas por seca vão ficando maiores, diz Emater.

Seca na Suíça faz governo transportar água em helicópteros para as vacas nos alpes.


7 de março de 2020

O que é agricultura familiar? Leis, definições e preconceitos


agricultura familiar

A expressão agricultura familiar é usada para a defesa de muitas ideias, algumas distantes da realidade e carregadas de simbolismo ideológico

A agricultura familiar no Brasil é definida pela Lei 11.326/2006 e delimita a classificação para quem tem uma área de terra de no máximo 4 módulos fiscais (um índice que varia de acordo com a região ou município do país), que seja dirigido pelo agricultor com sua família (e que use mão de obra predominantemente da família) e um certo percentual mínimo de faturamento originado na agricultura.

Módulos fiscais no Brasil: mais escuro, maior o tamanho do módulo.

Um módulo fiscal no Brasil mede entre 5 e 110 hectares. Isso também foi definido por lei no distante ano de 1979. Você pode consultar o tamanho do módulo fiscal em sua cidade no site da Embrapa.

Esta classificação torna agricultor familiar alguém com 20 hectares em certas regiões do sul do Brasil ou com 440 hectares no norte.

Agricultura Familiar e preconceitos

O uso do termo é muitas vezes carregado de preconceitos e este pode ser considerado um dos problemas do agricultor brasileiro. Certos políticos gostam de reduzir o pequeno produtor a um eterno “coitado” que sempre precisará da ajuda de um prefeito, governador ou presidente, enquanto seus problemas são na maioria gerados pela própria política.

Também há o caráter esquerdista da “luta de classes”, colocando o pequeno como explorado ou ameaçado pelo grande latifundiário. Esta classificação é tão abusada que políticos de todas as vertentes acabam usando como ferramenta para ganhos, não de produtividade, mas de votos.

Pequeno produtor ou produtor familiar não é sinônimo de produtor de orgânicos

Quantas vezes você já ouviu, até mesmo na televisão, gente dizendo que “compra do pequeno produtor pois este não tem veneno e é limpinho”. O tamanho da propriedade não tem relação com a produção “sem agrotóxicos”. Produtores de todos os tamanhos usam defensivos e adubos que são proibidos pelas certificações orgânicas.

Esta é uma das ideias mais erradas quando o assunto é agricultura familiar e a desinformação poderá um dia acarretar até mesmo prejuízo para o produtor, com acusações de má fé, por algo que muitas vezes nem ele afirmou.

Agricultor fora da classificação “familiar” não é rico

Para muitas pessoas (talvez influenciadas por novelas e filmes) o agricultor que não é familiar é um empresário rico, latifundiário e poderoso.

É claro que o Brasil possui poucos mega-fazendeiros (aquela figura que o pessoal da cidade diz que quer ser quando ganha na loteria), mas existe uma enorme fatia composta por uma “classe média rural” que possui uma área considerável para os padrões da cidade que vive, mas está muito longe de ser alguém rico. É puro preconceito.

Se somarmos ao ano os salários de uma família da cidade (pai e mãe trabalhando fora e ganhando os dois somados R$ 15 mil), com décimo terceiro são R$ 195.000,00.

Transformando este valor em receita líquida para uma família de agricultores, pode ser o perfil de alguém com 200 hectares que “tirou” R$ 1000,00 por hectare na safra de soja e “empatou” no trigo (em um cenário muito bom).

Tudo isso sem férias e finais de semana, em muitos casos, além de perder tudo a cada 8 ou 10 anos para secas e outros eventos climáticos. De quebra, brigar com o mercado na compra e na venda.

Veja também

Declaração de Aptidão ao PRONAF – DAP.


8 de janeiro de 2020

Importações e exportações entre o Brasil e o Irã


Importações e Exportações

Com a escalada do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, começam as especulações sobre como a situação poderá prejudicar o comércio com a região

O Brasil exportou US$ 2,1 bilhões no período de janeiro a novembro de 2018, conforme dados do Ministério da Economia, no site Comex Vis. O Irã é o vigésimo-terceiro colocado nas exportações brasileiras e responde por 1,03% de tudo o que é exportado no Brasil.

Os principais produtos exportados são Milho em Grãos (48%), Soja mesmo triturada (28%), Farelo e Resíduos da Extração de Óleo de Soja (13%) e Carne de Bovino Congelada, Fresca ou Refrigerada (11%).

Quase a totalidade das importações brasileiras do Irã é de “Uréia Mesmo em Solução Aquosa”, respondendo por 97% dos US$ 88,94 milhões importados no mesmo ano (0,054% das importações brasileiras). O Irã, em importação, é o septuagésimo país na lista.

Importações e exportações – o outro lado

OEC – Dados de 2017.

Segundo o site do OEC (Observatório de Complexidade Econômica), o Brasil responde por 5,1% das importações do Irã, atrás de China (37%), Coréia do Sul (8,1%), Alemanha (6,5%), Turquia (6,3%) e Índia (5,2%).

Exportação de gado vivo no Porto de Rio Grande para países do Oriente Médio e África.

É sabido que o Irã está em tratativas com o Brasil para a compra de gado vivo do Rio Grande do Sul, atividade consolidada no Estado. Com a evolução do conflito, novas negociações podem ser barradas por fatores políticos (posição do Brasil) ou simplesmente por logística, com impossibilidade do tráfego livre de navios no destino.

No geral, a parcela do comércio entre os dois países é pequena dentro do volume total das exportações brasileiras (US$ 148 bilhões em 2019). Pontualmente, impedimentos na comercialização com o Irã podem prejudicar pequenos e médios exportadores em áreas específicas, demandando esforços para aumentar a diversidade dos países destino.


3 de janeiro de 2020

Banco financia cão para agricultores no Rio Grande do Sul


Banco financia cão

Modalidades de crédito financiam cães Border Collie, bovinos e ovinos e drones profissionais

O Banrisul decidiu inovar e oferecer modalidades diferenciadas de financiamento para agricultores. Segundo o site, o Agroinvest é uma linha de crédito com recursos próprios do banco, destinada aos produtores rurais pessoa física.

novo drone

Entre as modalidades disponíveis estão a “Cães de Pastoreio“, para financiamentos de cães de serviço da raça Border Collie e trabalhos relacionados à pecuária, ovinocultura e bovinocultura. A “Matrizes e Reprodutores” que é para bovinos e ovinos, “Máquinas e Equipamentos” para máquinas e equipamentos que o finame não financia e a “Novas Tecnologias“, onde o Banrisul financia Drones, sensores, software, GPS, equipamentos para agricultura de precisão e computadores.

A contratação é feita diretamente nas agências.

Acesse o site do Banrisul.


1 de janeiro de 2020

Os 50 sites mais importantes do mundo para a agricultura


os 50 sites

A empresa Alexa, que monitora e compara o desempenho de sites na internet aponta os destaques do agro mundial na rede

A Alexa mede o desempenho de sites na internet de forma permanente e é líder de mercado na área. Um relatório é disponibilizado em seu site, sempre apontando os 50 sites mais importantes em diversas áreas e sub-áreas.

A sub-categoria “Agricultura e Florestal” fica dentro da categoria “Negócios“. Os sites listados abaixo são, em ordem, os 50 mais importantes da internet para o agro.

A versão paga do sistema (usada por profissionais de marketing e internet) mostra mais sites e detalhes de cada um.

Os 50 sites

Tractorsupply.com

Cat.com

Deere.com

Landandfarm.com

Tractorhouse.com

Leica-geosystems.com

Ams.usda.gov

Ruralking.com

Equinenow.com

Burpee.com

Fas.usda.gov

Tractorbynet.com

Agcocorp.com

Fsc.org

Gehl.com

Mla.com.au

Toro.com

Murdochs.com

Agriculture.com

Machinerypete.com

Omafra.gov.on.ca

Newholland.com

Alltech.com

Caseih.com

Monrovia.com

Lumbermenonline.com

Woodweb.com

Braunvieh.ch

Wwoof.net

Pork.org

Agweb.com

Fordaq.com

Spalding-labs.com

Alansfactoryoutlet.com

Horseclicks.com

Kisan.in

Beefmagazine.com

Kemin.com

Mcmurrayhatchery.com

Provenwinners.com

Fastline.com

Almarai.com

Bonnieplants.com

Farms.com

Agrisupply.com

Pentairaes.com

Hydrofarm.com

Messicks.com

Flowerbuyer.com

Equine.com

O Blog do Farmfor ainda é uma gota no oceano perto destes sites mundiais. Nossa colocação mundial no Alexa é na posição 1,567,933. Um dia, a gente chega lá.


5 de dezembro de 2019

Índia vira rapper para cantar que o Agro mata. Quem está por trás?


Agro mata

Artistas ativistas indígenas foram destaque em reportagem do UOL, mostrando suas músicas e formando um novo público, longe da aldeia

O site UOL publicou uma reportagem de título “Rap indígena sai da aldeia e protesta: “Agro não é tech nem pop. Ele mata” no último dia 3. No texto, os destaques são para a índia Kaê Guajajara, do Maranhão e Wera MC, habitante de uma terra indígena praticamente dentro da cidade de São Paulo.

No caso de Wera, provavelmente o seu contato mais próximo com o agro seja a CEAGESP da Vila Leopoldina, distante 10 km da sua aldeia urbana.

Já a artista Kaê Guajajara veio do Maranhão, segundo ela, por conta de conflito com madeireiros. O UOL incorpora um vídeo em sua reportagem da índia cantando juntamente com uma DJ. No notebook da acompanhante, adesivos com simbologia de esquerda, incluindo um adesivo “Marielle Vive”.

A música em execução chama-se “Mãos vermelhas”, onde parte da letra diz que “O agro não é tech, não é pop e também mata”. O canal que hospeda o vídeo no Youtube é do Sofar, uma espécie de festival de música / comunidade de músicos fundada em Londres por Raffe Offer – um empreendedor digital que já foi executivo da Disney e da Coca Cola – que tem representações em diversos países.

A média de visualizações para cada vídeo no Sofar Latin America fica entre 700 e 1000 para postagens de 3 meses. O vídeo de Kaê conta com 13594 no momento da escrita deste texto, muito provavelmente pela divulgação dada pelo UOL.

Em 2018, o Wera MC com outros artistas indígenas foi para a Alemanha, através do Museu Weltkulturen, levar sua música e narrativas sobre o conflito com o homem branco. Foram reportagem na DW.

Assim começa mais uma corrente cultural contra o Agro. Como já aconteceu com o carnaval, programas de humor da Rede Globo e outras obras (até mesmo o próprio jornalismo), nossa atividade recebe mais este ataque deste combo de música indígena com MacBook, Spotify e as redes sociais para. Um esforço que ao invés de levar o conforto das novas tecnologias para dentro da aldeia, aliou-se com a esquerda para ser mais uma ferramenta na a guerra cultural.

Todos protestam mas, aparentemente, continuam comendo e dizendo Agro Mata!


23 de agosto de 2019

Foto postada por Shakira e Dicaprio sobre o Brasil é do Peru, de 2015


Shakira

Artistas correram para o Instagram e denunciaram as queimadas nas matas brasileiras, com imagens sem relação com a realidade do país

É do fotógrafo conservacionista peruano Moshin Kazml a foto usada por diversas celebridades mundiais para protestar no Instagram contra as queimadas no Brasil. A imagem foi captada no Peru, em 2015.

Postagem da cantora Shakira, com um “My beloved Brazil” no texto. Acesse aqui.

Não é o único caso; o G1 também apontou outra imagem antiga e de um fotógrafo já morto em outras postagens.

A postagem no Instagram do Fotógrafo, em 2015.

Você pode conferir o trabalho do fotógrafo em sua página do Facebook ou no site oficial.


22 de agosto de 2019

Anitta mora em terra que era da tribo Guiraguadú-mirim, no Rio de Janeiro


cantora anitta

Cantora atacou o agronegócio em suas redes sociais e defendeu os índios “retirados das terras”

A cantora Anitta desfiou um rosário de acusações contra o agronegócio nesta semana, por conta dos problemas com as queimadas na Amazônia. Através das suas redes sociais, gravou uma série de vídeos que começam com a seguinte argumentação:

Queridos fazendeiros, agrônomos, não-sei-gronomos… antes de existir a palavra fazendeiros, antes de existir a fazenda, antes de existir a agronomia, os índios já estavam ali. Então não tem, não faz sentido, brigar, fazer uma guerra, com os povos indígenas, se eles só tem sido assassinados, explorados e.. e… roubados, retirados das terras deles pra que vocês consigam produzir.

O que segue é uma sequência de xingamentos, já apurados na íntegra (com vídeo) pelo site BHAZ. Lá você confere que ela até chama o setor de câncer.

Exagerando e mantendo a mesma linha de raciocínio para muitas regiões do país, podemos dizer que Anitta faz parte do mesmo problema. Sua mansão avaliada em mais de 10 milhões de reais em um condomínio fechado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, está assentada no que antes era terra indígena da tribo Guiraguadúmirim. Está nos livros de história, basta consultar.

É claro que a cantora não está envolvida em qualquer escândalo de tomada ilegal de terras e comprou o terreno e construiu a casa como qualquer pessoa do condomínio, mas ampliações como esta só prejudicam a imagem de quem também trabalha todo dia para colocar comida na mesa dos brasileiros e juntou patrimônio ao longo de uma vida.

Fica a curiosidade: do que a cantora Anitta se alimenta?


11 de julho de 2019

Pecuaristas irlandeses vão pra rua contra o acordo UE-Mercosul


Pecuaristas Irlandeses

Produtores tocaram o terror na Leinster House e os políticos correram para declarar que o acordo está longe de existir de fato

Grupos organizados de agricultores, especialmente pecuaristas, foram protestar nas ruas de Dublin, capital da Irlanda. A turma está enfurecida com os potenciais prejuízos que terão com o acordo UE-Mercosul. Segundo a mídia local, mais de 1000 pessoas realizaram o protesto.

Aspecto do protesto nas ruas de Dublin.

Chamando o governo de vendido, traidor e com o sentimento de “uma facada nas costas dos agricultores”, fizeram marchas pelas ruas e depositaram vários apetrechos da lida diária (simbolicamente muitas botas) nos portões do Palácio de Governo.

Ministro da Agricultura correu para acalmar os pecuaristas irlandeses

Segundo o Ministro da Agricultura da Irlanda, Michael Creed, o acordo UE-Mercosul está longe de ser realidade e que o país ainda tem tempo para realizar ajustes que protejam os produtores locais. Disse ainda que entende certas preocupações, como a entrada de “99 mil toneladas de carne brasileira sem rastreabilidade” no mercado europeu.

Ainda segundo o site Irish Examiner, o ministro reforça que o acordo não passou pelo crivo de nenhum conselho de ministros de comércio, não foi aprovado pelo Parlamento Europeu e ainda não foi ratificado por nenhum estado membro da UE.

Outras acusações

Desde que o tratado UE-Mercosul foi anunciado como na “etapa final”, os ataques ao agro brasileiro se intensificaram na Europa. Grupos de interesse estão fortalecendo a narrativa de que estamos “desmatando a Amazônia para vender carne no mercado europeu” e até mesmo que o Brasil tem um presidente com sérios problemas na área de Direitos Humanos.

Mais do que nunca, o Brasil precisa intensificar o debate no setor de marketing para tentar vencer esta verdadeira guerra cultural, antes mesmo de embarcar o primeiro animal nesta nova era de negócios.


14 de fevereiro de 2019

Polêmica em Uruguaiana, RS: panfleto contra agrotóxicos com a marca da prefeitura circula no WhatsApp


Uruguaiana

Panfleto apareceu em grupos do WhatsApp com declarações contra o uso de agrotóxicos e suposta assinatura da Secretaria de Saúde do município

Uruguaiana, no extremo oeste do RS, é uma cidade com forte economia baseada no agronegócio. O prefeito, Ronnie Peterson Colpo Mello, é do PP, um partido conhecido no estado como defensor do produtor rural.

Começou a circular nesta quinta, 14 de fevereiro, um panfleto preto de título “Agrotóxico Mata – Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida”, bem conhecido e disponível na internet em uma grande quantidade de canais que fazem este tipo de protesto, sempre com aquelas estatísticas “mágicas”, como a famosíssima “Cada brasileiro consome 5,2 litros de venenos por ano”. Mas este não é o problema.

Frente do panfleto

No rodapé do verso do panfleto, aparece uma etiqueta ou impressão da marca da Prefeitura de Uruguaiana e da Secretaria Municipal de Saúde, programa Saúde e Família. Segundo pessoas da região que entraram em contato com o Blog do Farmfor, representantes da prefeitura afirmam não saber a origem do panfleto e que estão apurando responsabilidades.

Verso, com a marca da prefeitura.

Não há como saber ao certo a origem do panfleto e se é autêntico, ou uma pegadinha de alguém que quer negativar ideologicamente a administração do prefeito, colando uma etiqueta da Secretaria de Saúde em um panfleto existente, largando em grupos do WhatsApp só para “causar”. Nós entramos em contato com a prefeitura por e-mail, mas ainda não recebemos a resposta.

Na dúvida, é melhor aguardar a posição oficial dos envolvidos e punição dos culpados em caso de falsidade na comunicação.


23 de agosto de 2018

FARSUL disponibiliza planilha para simular a composição de dívidas rurais


FARSUL

Planilha está no site da FARSUL. Saiba como usar a ferramenta para simular as dívidas.

 

Segundo nota publicada pela FARSUL:

 

Tendo em vista a grande demanda que temos tido por informações sobre as renegociações de dívidas do BNDES e do BB, a Farsul elaborou uma planilha que simula, a partir do montante da dívida, como será o pagamento anual. Fizemos uma Nota Técnica e uma planilha automatizada, ambas disponíveis no site da Farsul. Agora fizemos um vídeo explicativo de como preencher a planilha (que é moleza) e, principalmente, como interpretar os resultados, de forma a ajudar o produtor a tomar sua decisão.

 

Saiba como fazer no vídeo abaixo:

 

 

Com a dificuldade de parte dos produtores rurais em manter o atual perfil de suas dívidas rurais, a Comissão Externa do Endividamento do Setor Agrícola, da Câmara dos Deputados, recebeu propostas de renegociações feitas pelo BNDES e Banco do Brasil.

 

O Sistema Farsul elaborou uma Nota Técnica analisando e comparando as duas propostas. O objetivo é auxiliar na escolha do produtor em aderir ou não a um dos formatos. Também foi disponibilizada uma planilha onde pode ser feita a simulação dos valores, colaborando na decisão a ser tomada.
Entre as diferenças das propostas, está o fato de que no BNDES o produtor terá um novo crédito, suas dívidas são quitadas e uma nova é criada por meio de um banco operador que assumirá o risco de inadimplência. Já a renegociação do Banco do Brasil se caracteriza por ser um alongamento das dívidas já contratadas com a instituição. O levantamento realizado pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul, avalia as vantagens e aponta os cuidados necessários com cada uma das formas.

No site da Federação também está disponibilizado uma planilha eletrônica onde o produtor pode preencher os valores fazendo a simulação das duas propostas. Desse modo, ele poderá avaliar cada uma das situações fazendo a melhor escolha. O material também foi enviado aos Sindicatos Rurais do Rio Grande do Sul.

 

Acesse o site da FARSUL ou diretamente a planilha.

 

Mais sobre a FARSUL no Blog do Farmfor.


26 de julho de 2018

Censo Agro 2017 aponta que acesso à internet no campo cresceu 1790% em 11 anos


Censo Agro 2017

Os dados do Censo Agro 2017 elaborado pelo IBGE são preliminares e mostram que menos de 1/3 das propriedades estão conectadas.

 

O Censo Agro 2017 do IBGE já começou a liberar os primeiros dados sobre a situação do campo no Brasil. Segundo o site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística:

O Censo Agro 2017 identificou, até o momento, 5.072.152 estabelecimentos agropecuários no Brasil, em uma área total de 350.253.329 hectares. Em relação ao Censo Agro 2006, essa área cresceu 5% (16,5 milhões de hectares, o equivalente a área do estado do Acre) apesar da redução de 2% (103.484 unidades) no número de estabelecimentos. No entanto, quando se excluem os produtores sem área, há aumento de 74.864 estabelecimentos. Ressalta-se, ainda, que diferenças metodológicas contribuíram para que total de produtores sem área caísse de 255.019, em 2006, para 76.671 em 2017.

Ainda segundo o levantamento, o acesso à Internet nos estabelecimentos agropecuários cresceu 1.790,1%, passando de 75 mil, em 2006, para 1.425.323 produtores que declararam ter acesso em 2017. Cerca de 3000 questionários ainda estão pendentes de revisão, o que não afetará o panorama revelado pelo censo.

Internet Rural

Mapa das propriedades rurais com internet no Brasil

 

 

O mapa anterior, ampliado.

 

As áreas no norte do Rio Grande do Sul, oeste catarinense e oeste/noroeste do Paraná aparecem em destaque na quantidade de propriedades com acesso à internet, enquanto o estado de São Paulo apresenta uma distribuição mais completa.

 

Blog do Farmfor

 

Para fins de comparação, o mapa acima representa a distribuição do acesso ao Blog do Farmfor. Nossa audiência é essencialmente agrícola e parece acompanhar os dados do mapa do IBGE.

 

Saiba mais no site do IBGE.

Apresentação do Censo Agro 2017 em PDF.


19 de junho de 2018

Terceira edição do Fórum Estadual do Agronegócio registrou público de mais de mil pessoas em dois dias


O fórum contou com palestras e painéis de nomes renomados da agricultura brasileira

 

Com o tema “Situação e Perspectivas”, o III Fórum Estadual do Agronegócio reuniu um público superior a mil pessoas nos dias 15 e 16 (sexta e sábado) de junho no Gran Palazzo Centro de Eventos, em Passo Fundo. O evento, que foi promovido pelo Instituto de Ciências Agronômicas (Incia), teve a participação de 16 palestrantes de todo o Brasil e contou na noite de sexta (15) com a palestra magna do ex-ministro da Agricultura e Abastecimento, Roberto Rodrigues.

Para o diretor do Instituto Incia e coordenador do evento, professor doutor Elmar Luiz Floss, o fórum consolidou Passo Fundo como um grande centro de convergência dos debates técnicos, políticos e econômicos do agronegócio nacional.  “A novidade neste ano foi realizar o fórum em dois dias e proporcionar aos espectadores uma maior interatividade com as empresas parceiras no espaço de exposição, o que gerou a prospecção de negócios e troca de conhecimento”, pontuou.

 

Fotos: Tiaraju Almeida.

 

Sobre a programação, Floss ressaltou que foi pensado em fazer um paralelo entre as questões que mais atingem o produtor rural: clima, mercado de grãos e cenário político/econômico. Sobre clima, houve a palestra do engenheiro agrônomo e agro meteorologista Marco Antônio dos Santos, de São Paulo. Na sexta-feira, ele salientou as perspectivas climáticas para as safras de inverno e verão. Na parte de mercado de grãos, também na sexta-feira, o engenheiro agrônomo e consultor de mercado, Flávio Roberto França Júnior, explicou para os participantes do evento como ganhar mais na comercialização das commodities e com o que o produtor deve se preocupar em um ano eleitoral.   Com relação ao cenário político e econômico, o engenheiro agrônomo e doutor em administração pela Universidade de São Paulo (USP), Marcos Fava Neves, palestrou no fórum com o tema “agronegócio brasileiro: presente e futuro”. Reflexões sobre as práticas usadas e o que é tendência foram destacadas pelo engenheiro agrônomo. Ele frisou nos próximos dez anos o agronegócio brasileiro vai gerar um adicional de cerca de um trilhão de reais.

 

Painéis

 

Os assuntos técnicos da agricultura também tiveram espaço na programação do evento.  Ao total, três painéis técnicos puderam ser vistos. Na sexta (15), no turno da tarde, “Manejo fitossanitário de culturas de lavoura”. No sábado (16), “Nutrição e adubação racional de culturas de lavoura” e “Avanços biotecnológicos nas culturas da soja e milho”. Este último, contou com as presenças do engenheiro agrônomo PhD. Geraldo Berger, da Monsanto/SP e do engenheiro agrônomo Dr. Alexandre de Lima Nepumoceno, da Embrapa Soja/PR.

 

Quarta edição do fórum

 

Na cerimônia de encerramento do fórum, na tarde de sábado (16), o professor doutor Elmar Luiz Floss confirmou a realização da quarta edição do fórum estadual do agronegócio, em 2019. Ainda sem data confirmada, o fórum deve acontecer em junho do próximo ano. “O que já temos de confirmado será um painel sobre as mulheres do agronegócio, visto a importância e a crescente participação feminina no meio”, finalizou.

 


16 de junho de 2018

“Agro é paz e é brasileiro”, afirma Roberto Rodrigues em Passo Fundo


O ex-ministro da Agricultura realizou a palestra magna no III Fórum Estadual do Agronegócio na noite de sexta (15)

 

Mesmo com a temperatura baixa, característica do sul do país nesta época do ano, o auditório do Gran Palazzo registrou um alto número de pessoas para assistir a palestra magna da noite de sexta-feira (15), do III Fórum Estadual do Agronegócio.  Quem palestrou foi o ex-ministro da Agricultura e Abastecimento, Roberto Rodrigues. Considerado pelo setor do agronegócio uma das maiores lideranças, Rodrigues chefiou a pasta de 2003 até 2006 e incluiu em seu currículo importantes avanços para a agricultura, como por exemplo, a lei de biossegurança e biotecnologia, no ano de 2005.

Em solo gaúcho, Rodrigues afirmou que o agronegócio é e continua sendo o setor fundamental para segurar a economia nacional em tempos de crise. “O agronegócio brasileiro representa um quarto do PIB nacional, gera um terço dos empregos do país, é responsável pelo saldo comercial do país, se não fosse o agro, estaríamos no déficit há muitos anos, isso permite salvar as nossas reservas em moedas estrangeiras”.  E complementou: “Com uma característica curiosa: nestes últimos três anos de desemprego muito grande no país, o único setor que desempregou pouco foi o agro, e além disso, dada a circunstância de que os modelos de gestão evoluíram muito, a mecanização, hoje a massa salarial que o campo paga, é maior que a do passado, ainda que tenha diminuído o número de empregados”.

 

Greve dos caminhoneiros e tabelamento

Uma das reinvindicações dos caminhoneiros após a paralisação de quase duas semanas, foi o tabelamento dos preços dos fretes pelo Governo Federal. Rodrigues salientou que o tabelamento de preços não é uma saída adequada para a resolução do problema. “Todas as vezes em que se fez tabelamento deu errado, não podia ser diferente agora. No entanto, há uma realidade que é preciso resolver no país: os custos ficam elevados para os produtores e os resultados financeiros não são suficientes para os transportadores, de modo que a solução passa forçosamente pela reforma tributária”.   Para ele, o caminho para o Brasil sair da crise passa pela aceitação das reformas, desde a tributária até a política. “A área ambiental tem que ser reformulada de uma forma mais consistente e com a modernidade brasileira, então o que é essencial é cuidar das reformas e a tributária tem o condão de mexer na questão do frete em definitivo”.

 

Política, agronegócio e segurança alimentar

Com relação ao cenário eleitoral de 2018, o ex-ministro ressaltou que esta eleição presidencial pode ser considerada a mais importante dos últimos 20 ou 30 anos, visto os problemas econômicos e financeiros que o país passa. “Nós vamos para uma eleição que tem duas possibilidades: ou vamos eleger um governo reformista ou podermos eleger um governo populista. Um governo reformista é o que precisamos para tocar em frente todas as questões que foram colocadas, reforma tributária, previdenciária, política, em busca da modernização e da segurança jurídica para o país. Um governo populista pode ‘descambar’ para um universo cujas consequências podem ser graves num nível de Venezuela, por exemplo, então é preciso muita preocupação, muito juízo na hora de votar”. Em específico para o agronegócio, ele comentou que está trabalhando em um projeto que pretende tornar o Brasil campeão mundial da segurança alimentar. “Estamos montando um plano de Estado, não é de governo, se fosse um plano de governo para o agro, teria que ter o plano do comércio, da indústria, da aviação… Teríamos 50 planos e o governo que se elegeria não tem condições de atender todos e não atenderia a nenhum. Foi montado um projeto que não tem o objetivo de proteger ou criar vantagens para o agro, tem um objetivo mais amplo, que é de transformar o Brasil no campeão da segurança alimentar. Por que? Porque você pode ficar sem qualquer coisa, menos sem alimento”. Rodrigues destacou que este é um plano que agrega os meios rurais e urbanos em busca de união. “Eu sou produtor rural e passei boa parte da minha vida criticando a sociedade urbana por não respeitar o agro, por não olhar com carinho, não valorizar o agro e critiquei muito por uns 40 anos.  Se eu criticar ‘você’, ao invés de ‘você’ gostar de mim, cada vez mais ‘você’ terá raiva de mim, então quanto mais a gente critica o setor urbano, menos eles se aproximam ‘da gente’. E hoje eu vejo com clareza, eu sou um bom produtor rural e agrônomo, mas não faço nada sem adubo, sem fertilizantes, sem defensivos, sem máquinas agrícolas, tudo é fabricado em empresas urbanas”. De acordo com Rodrigues, o projeto passou pela avaliação de centenas de entidades de classe e o lançamento está marcado para o dia 30 de junho. A expectativa é de que os integrantes do projeto possam conversar com os coordenadores de campanha dos candidatos à presidência da república, para explicar o plano e conseguir o compromisso dos mesmos. “O que o agro pode esperar ou deve esperar: que qualquer que seja o candidato eleito, ele tenha a clareza da importância do setor e assuma um plano que não tem nenhum pedido, demanda, ao contrário, o agro brasileiro está fazendo uma oferta ao mundo e ao governo brasileiro para que seja o campeão mundial da paz”.

 

O que é o agronegócio?

“Agro é paz! E principalmente é nosso, agro é brasileiro!”, finalizou.

 


10 de março de 2018

Estudo diz que compradores de orgânicos podem virar “babacas egoístas”


Neurocientista dos EUA descobriu algumas coisas sobre compradores de produtos orgânicos.

 

Hoje em dia, fazem estudo para todo o tipo de coisa.

Não é piada: Rachel Herz, uma neurocientista da Brown University, realizou uma pesquisa (séria) e descobriu que pessoas que compram produtos orgânicos possuem alguns traços comportamentais nada agradáveis.

A metodologia foi bem estranha: um grupo de pessoas foi exposta a fotos de produtos com a etiqueta de orgânicos e outro a imagens de comidas caseiras e bem populares, sem referências a orgânicos. Enquanto visualizavam as imagens, eram indagadas sobre questões morais e convidadas para participar de ações voluntárias. O grupo “orgânico” fez mais julgamentos sobre o comportamento alheio e aceitou a metade dos trabalhos voluntários oferecidos aos “comidas caseiras”.

O canal de humor Awaken With JP e sua sátira com a turma dos orgânicos.

Moral da história, segundo o estudo: compradores de orgânicos se acham moralmente superiores aos demais. Também pensam que ao comprar orgânicos já estão realizando um bem ao mundo, sem precisar usar de simpatia no dia a dia.

É claro que isto não é uma regra e este estudo não diz que TODOS os compradores de orgânicos possuem este perfil.

Saiba mais

O estudo, na mídia: Buying organic makes you selfish, research shows — this explains the Whole Foods parking lot.

site da neurocientista Rachel Herz.


7 de março de 2018

Tristeza na Argentina: lavouras de soja sofrem com a seca


Seca na Argentina: agricultores usam as redes sociais para divulgar a situação das plantações pelo país.

A seca na Argentina já é sentida pelos produtores nas colheitas. Usuários com acesso a internet estão postando depoimentos nas redes sociais, mostrando o resultado pífio das lavouras.

O produtor Ale Weitzel (@alexisgweitzel) usou o Twitter para mostrar a situação na região de La Paz, Entre Ríos. O rendimento está próximo de 7 sacos por hectare.

https://twitter.com/AlexisGWeitzel/status/971086827313614850

 

A hashtag #Sequia18 tem uma coletânea de imagens e relatos sobre a situação no país.

A previsão atual da Bolsa de Cereais de Buenos Aires para a safra de soja 2017/2018 é de 44 milhões de toneladas, 13 milhões abaixo do resultado no ano passado.

 


6 de março de 2018

Brasil tem apenas uma faculdade entre as Top 50 do agro mundial


O Ranking é da empresa Quacquarelli Symonds, especializada em educação.

Mesmo sendo uma potência do agronegócio mundial, o Brasil tem uma presença discreta quando o assunto é educação superior para o campo. Pelo menos no cenário traçado pela empresa Quacquarelli Symonds, que atua no desenvolvimento do ensino superior em todo o mundo e interliga universidades e profissionais, além de realizar eventos na área.

A Universidade de São Paulo aparece na posição de número 36 no ranking “Agricultura e Silvicultura” para o ano de 2018. O estudo foi divulgado no final de fevereiro.

A nota para cada universidade vem de pesquisas de avaliação com empregadores e pessoas do meio acadêmico, citações em pesquisas e a relevância destes trabalhos. A USP também é a número 2 no geral na América Latina (121 no mundo), perdendo para a Universidad de Buenos Aires (75).

As melhores do mundo na área agrícola

Wageningen University
University of California, Davis
Cornell University
Swedish University of Agricultural Sciences
University of California, Berkeley (UCB)
University of Reading
University of Wisconsin-Madison
Michigan State University
Purdue University
Agro, ParisTech
ETH Zurich – Swiss Federal Institute of Technology
University of British Columbia
Iowa State University
The University of Tokyo
Norwegian University of Life Sciences
China Agricultural University
University of Copenhagen
University of Guelph
The Australian National University
Texas A&M University
University of Illinois at Urbana-Champaign
Massey University
Oregon State University
Pennsylvania State University
The University of Queensland
University of Florida
North Carolina State University
The University of Melbourne
Washington State University
Kyoto University
The Ohio State University
The University of Western Australia
Yale University
Seoul National University
University of Hohenheim
Universidade de São Paulo
University of Minnesota
University of Nebraska-Lincoln
University of Natural Resources and Applied Life Sciences Vienna
Kasetsart University
Ghent University
The University of Sydney
Warsaw University of Life Sciences – SGGW (WULS-SGGW)
Lincoln University
Aarhus University
The University of Georgia
Nanjing Agricultural University
University of Göttingen
Technical University of Munich
Colorado State University

Outras instituições de ensino no Brasil

Outras universidades aparecem no ranking “Agricultura e Silvicultura, além da faixa dos 50 melhores. Confira no quadro abaixo:

 

Confira o ranking interativo no site da QS – Top Universities.


26 de fevereiro de 2018

Sites russos estão forçando a barra em artigos contra transgênicos


Objetivo da campanha é enfraquecer os mercados concorrentes, usando guerra de informações e manipulação da opinião pública.

 

Shawn Dorius e Carolyn Lawrence-Dill, dois professores da Iowa State University, nos EUA, realizaram um levantamento de notícias produzidas por diversos sites populares na internet e descobriram que os russos estão forçando uma agenda contra os transgênicos, através de posts ligados direta ou indiretamente ao assunto.

Os sites russos (em suas versões em inglês) RT e Sputnik juntos, produziram mais conteúdo sobre o tema transgênicos que Huffington Post, Fox News, CNN, Breitbart News e MSNBC, somados.

Sputnik na versão brasileira: transgênicos também são destaque.

A dupla ainda afirmou que o objetivo do governo russo (que financia estes sites) é enfraquecer os oponentes onde os mesmos são fortes, usando a opinião pública como arma. Transgênicos são banidos na Rússia e a ordem é fortalecer a agenda e abrir mercados para os produtos do país no mercado exterior.

Saiba mais no Demoines Register (em inglês).


5 de dezembro de 2017

Troca de silos por grãos está nos planos de multinacional canadense no Brasil


troca de silos

 

 

Fabricante de equipamentos para armazenagem de grãos vai aceitar soja como pagamento

 

 

A canadense AG growth International já está instalada no Brasil, com fábrica no interior de São Paulo, na cidade de Cândido Mota.

Preparada para competir com gigantes como Kepler Weber e GSI, a AGI vêm com fôlego até mesmo para comprar empresas locais de pequeno e médio porte e intensificar a presença por aqui.

No resto do mundo, são 25 fábricas nos EUA, Reino Unido, Canadá, Itália e África do Sul.

 

 

Uma novidade da operação por aqui será a aquisição de equipamentos no sistema de barter, onde o produtor financia o produto e vai pagando com grãos, até quitar o débito.

Entre em contato pela empresa pelo site ou pelo telefone +55 11 3894-3000.


12 de fevereiro de 2017

Colheita de Soja na Fazenda Boa Esperança, no Mato Grosso


Um dos melhores vídeos de colheita já publicados no Youtube. O trabalho foi realizado em 2015, na cidade de Tapurah, MT.

 

Aquelas tradicionais fotos aéreas de colheita, com dezenas de colheitadeiras desenhando um “V” gigante em uma ampla área de terra são legais, mas uma colheita documentada em vídeo é muito mais.

O canal da Guimarães Agrícola publicou, em 2015, um vídeo de trabalho com diversas máquinas Massey Ferguson na propriedade da Fazenda Boa Esperança, na cidade de Tapurah, no Mato Grosso.

 

 

O vídeo tem cerca de 7 minutos e foi produzido em HD. Não percam!


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