Tag: Ativismo

16 de abril de 2021

Exportação de gado vivo na mira de ex-deputada gaúcha


Exportação de gado vivo

Exportação de gado vivo

Regina Becker, atual Secretária do Trabalho e Assistência Social do Estado do Rio Grande do Sul e conhecida ativista da causa animal quer o fim da exportação do boi vivo

Como o seu Facebook pessoal define, Regina Becker é  Secretária do Trabalho e Assistência Social, ex-deputada estadual no Rio Grande do Sul e ativista na causa animal. É daquelas pessoas que entram na política em defesa de uma classe ou setor e este é o caso de Regina, conhecida com ser “da causa”.

Becker não está mais na Assembleia Legislativa gaúcha, mas ocupa cargo no governo estadual como Secretária do Trabalho e Assistência Social. Seu novo alvo como ainda ativista dos animais pode tirar o trabalho de muita gente: ela quer acabar com a exportação de gado vivo. Ironicamente, o Rio Grande do Sul é destaque no país na pecuária e exportação de gado em pé, com enormes carregamentos saindo do Porto de Rio Grande, regularmente.

No dia 16 de abril, a ex-deputada fez a seguinte postagem no Facebook:

EXPLORAR ANIMAIS VIVOS É CRUELDADE E DESRESPEITO À VIDA!
A Nova Zelândia decidiu pela proibição da exportação de animais vivos para consumo humano! O anúncio será feito nos próximos dias e é resposta à luta de entidades e ativistas que, tanto em clamor quanto em protesto, alertam que não é possível admitir, em pleno século 21 , em nome do lucro, o inconteste e inadmissível massacre imposto aos animais embarcados.
No dia 6 de dezembro de 2017, na Assembleia Legislativa, recebi os ativistas da Animals International e do Fórum Nacional de Defesa e Proteção Animal e a veterinária australiana Lynn Simpson para o lançamento da Campanha Contra a Exportação de Gado Vivo.
Propiciei, também, em 9 de julho de 2018, o debate sobre o tema à sociedade gaúcha, por meio de audiência pública sobre transporte e exportação de animais.
Seguimos a luta no Brasil. A ciência já comprovou que os animais são seres sencientes. A continuidade desta prática nos rouba o respeito que é devido às civilizações.
A exportação de animais vivos é degradante, é aviltante, é desumana!

O Governo do RS celebra a exportação

embarque de gado

Segundo o site FazComex, as exportações no ano de 2019 chegaram a um valor FOB de US$ 457 milhões, uma queda de mais de 20% se for comparado ao ano de 2018 quando haviam sido exportados US$ 621 milhões. Em torno de 181 mil toneladas foram principalmente para países como Turquia e Iraque, que são os países que mais importam animais vivos do nosso país. O ano de 2020, até abril, já foram exportados US$ 92,1 milhões, tendo uma queda de 35% se for comparada ao mesmo período do ano 2018.

O patrão direto da secretária Regina já celebrou em seu site oficial o sucesso das exportações. Em 2019, no texto “Exportação de gado vivo avança e mira novos mercados“, a imprensa oficial do governo dizia “Novos mercados se abrem para a exportação de gado em pé. A modalidade já é consolidada no Rio Grande do Sul, que exporta para a Turquia e países árabes cerca de 120 mil animais por ano – média histórica de 1% do rebanho gaúcho de 12,7 milhões de cabeças, conforme dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), responsável pela fiscalização sanitária e bem-estar dos animais desde a propriedade, período de quarentena e embarque no Porto do Rio Grande.”.

A ativista secretária vai contra a atividade que é defendida pelo governo, sustento de milhares de famílias e grande geradora de impostos. Um embate entre liberdade de expressão e sincronismo de agenda. Está na hora do governador rever suas parceirias políticas e o que é melhor para o Estado, não é mesmo?

 


27 de junho de 2020

Xuxa, a nova inimiga do agronegócio brasileiro


Xuxa

Apresentadora gravou vídeo para a ONG Mercy for Animals, condenando práticas da suinocultura no país

O agronegócio brasileiro ganhou uma nova inimiga. Trata-se de Xuxa, a rainha dos baixinhos, ex-global que foi líder de audiência nos anos 90 na TV Infantil e hoje trabalha para a Rede Record.

A apresentadora emprestou a sua imagem para a ONG Mercy for Animals, condenando em vídeo as práticas de uma granja de suínos não identificada. Segundo o material, a granja foi sobrevoada por um drone que gravou imagens aparentemente sem permissão dos proprietários. Tudo é narrado por Xuxa, que “se apavora” com uma lagoa de dejetos de suínos e com homens que tocam porcos com bastões elétricos.

Há declarações ainda sobre “mutilação de animais sem anestesia” e espaços de confinamento muito pequenos para os animais (com imagens de arquivo, não exatamente da propriedade).

O vídeo encerra com um apelo pelo fim das “fazendas industriais” no Brasil, com uma escolha por alimentação livre de sofrimento animal, definição bem ampla para entidades que defendem o vegetarianismo ou o veganismo, onde qualquer uso animal pode ser considerado sofrimento.

A Mercy for Animals é uma ONG internacional com representação no Brasil. Em seu site, declara:

Nós existimos para acabar com a maior causa de sofrimento no planeta: a exploração de animais para alimentação.

A Mercy For Animals dedica-se a transformar o atual sistema alimentar e substituí-lo por um que seja não apenas gentil com os animais, mas que garanta um futuro melhor para o nosso planeta e para todos que o compartilham.

A ONG trabalha com investigações secretas e com a colaboração de voluntários que entram em propriedades para revelar as práticas internas.

Existem rumores de que a apresentadora estaria voltando para a Globo, a mesma emissora que criou e divulga o bordão Agro é POP, com objetivos comerciais. Seria um conflito de interesses muito interessante, para ser observado de perto.


11 de maio de 2020

Gusttavo Lima posta foto de frango no Instagram e é atacado por ativistas


Gusttavo Lima

Foto inocente com o cantor Leonardo e dois frangos abatidos provocou a ira de mimimizentos na internet. O artista não apagou a imagem e tem nosso respeito

O cantor Gusttavo Lima postou uma foto no Instagram no dia 9 de maio juntamente com o cantor Leonardo em um ambiente que parece a cozinha de um sítio. Na legenda, a frase “Garantindo a janta, mais tarde tem franguinho na panela !!! @leonardo“.

https://www.instagram.com/p/B_-o_xhHhR6/

A postagem tem até o momento 1,7 milhão de curtidas e mais de 30 mil comentários. Infelizmente, muitos destas interações são de ativistas defensores dos animais que consideram uma violência a postagem de imagens com frangos mortos. Frases do tipo “não ao sofrimento animal” e “ridículo, exibindo os frangos da matança” estão entre as reclamações, além de promessas de “deixar de seguir” a conta.

https://www.instagram.com/p/B_-o_xhHhR6/

Assim como já aconteceu com o ator e apresentador Rodrigo Hilbert, atacado em 2016 por abater um cordeiro em um programa de culinária em canal por assinatura, Gusttavo Lima prova um pouco do pensamento de determinadas pessoas que desconhecem a origem dos alimentos, querem apenas exibir virtude ou realmente atuam no ativismo extremo da defesa animal, considerando um assassino quem come carne.

O agro é um alvo permanente destes grupos. De nossa parte, agradecemos ao cantor pela exibição deste estilo de vida e prática que não deveria apavorar ninguém. Que continue, sem censura.


5 de março de 2020

Moo Too – o movimento feminista contra a pecuária leiteira


Moo Too

Ativistas dos direitos dos animais consideram que tirar leite de vaca é equivalente a abuso e organiza protestos em diversas partes dos EUA

Mais um para a lista dos inimigos do agro: ativistas que consideram a produção leiteira um abuso sexual e organizam protestos contra a atividade, com encenações em locais com grande fluxo de pessoas ou cobertura da mídia.

O nome Moo Too é um trocadilho que faz alusão ao movimento feminista Me Too, este sim dedicato ao abuso sexual sofrido por mulheres iniciado em 2017 e com participação de personalidades do cinema, notadamente denunciando grandes casos dentro da própria indústria, como as acusações de assédio do produtor de cinema Harvey Weinstein.

Voltando ao mundo animal, estes ativistas insistem na ideia que vacas são violentadas para a produção de leite, que seus bezerros são afastados logo nos primeiros minutos após o nascimento e que em geral há muito sofrimento nas propriedades.

O discurso não é novo, mas o foco e a adoção do nome Moo Too é mais um passo na escalada contra o agronegócio e que logo deverá chegar ao Brasil por imitação.

Ideias endossadas até por acadêmicos

O Departamento de Estudos de Gênero da Universidade de Nova Iorque publicou um estudo dizendo que ordenhar vacas é equivalente a abuso sexual, provoca trauma relacionado a gravidez e que as vacas recebem tratamentos hormonais sem consentimento. Além destas máximas absurdas, uma série de comparações com as mulheres é feita pelo documento.

O estudo pode ser acessado aqui: Readying the Rape Rack: Feminism and the Exploitation of Non-Human Reproductive Systems.

Veja também: Produtor de leite desafia o “Coringa”: venha conhecer a vida na fazenda.

Alguns ativistas não são pacíficos

No dia 16 de fevereiro, um discurso do candidato democrata a presidência dos Estados Unidos, Bernie Sanders, foi invadido por ativistas segurando placas com a singela mensagem #LetDairyDie – deixe a indústria de laticínios morrer, em uma tradução livre – com direito a retirada forçada do microfone enquanto o político discursava e algumas integrantes fazendo topless.

Veja também (com restrições, o texto é favorável ao movimento)

Op-Ed: The abuse of dairy cows is a feminist issue. Yes, the ‘Moo Too’ movement is here.


27 de fevereiro de 2020

Naomi Seibt, a Greta Thunberg “da direita”


Conheça a adolescente alemã de 19 anos que é uma jovem voz contra o alarmismo climático e já incomoda o politicamente correto mundial

Naomi Seibt é uma jovem alemã de 19 anos que vem chamando a atenção pelo discurso político, praticamente o inverso da pirralha sueca Greta Thunberg.

A fama começou mesmo depois da participação de Naomi como palestrante em eventos do Heartland Institute, um centro de estudos libertário americano, alinhado com o presidente Donald Trump. Bastou para a mídia carimbar Naomi Seibt com a marca de “menina paga por instituto de extrema-direita aliado de Trump para negar o aquecimento global” ou “a queridinha dos negacionistas do aquecimento global“.

A ativista participou de um painel do Heartland Institute realizado durante a conferência da ONU para o Clima realizada na Espanha no último dezembro. Agora, participa do CPAC 2020, principal evento conservador da América.

 

Algumas falas de Naomi Seibt

“Mudanças climáticas causadas pelo homem” virou um tópico tão inquestionável que todos que ousam expressar um mínimo de ceticismo são imediatamente marcados como negacionistas do clima. Entre aqueles que nos classificam, estão os que tendem a nos chamar de nazistas, sem perceber que esta é uma forma de zombar da severidade do holocausto. Pessoalmente, prefiro o termo “realista do clima”.

No contexto de um tópico extremamente científico, você deveria dar ouvidos a uma menina de longos cabelos loiros dando uma palestra? Sim, exatamente! A pergunta “por que você está está ouvindo uma menina?” é a mesma que eu faço para as pessoas que saem para protestar no Fridays for Future* toda semana como os adoradores da Greta.

 

 

Naomi Seibt

Você ainda vai ouvir falar da menina da Alemanha que ousou desafiar Greta Thunberg. Dependendo do canal escolhido, com os piores adjetivos.

Veja também

The anti-Greta: A conservative think tank takes on the global phenomenon

Conservative group hires German teen Naomi Seibt to rival Greta Thunberg’s climate views

German teen Naomi Seibt, the darling of climate change deniers

Adolescente que contesta mudanças climáticas vira anti-Greta da extrema-direita

* Fridays for Future é uma iniciativa de greve escolar (por parte dos estudantes) para combater as mudanças climáticas, iniciada por Greta Thunberg na Suécia.


12 de fevereiro de 2020

Produtor de leite desafia o “Coringa”: venha conhecer a vida na fazenda


Coringa

Reação veio após discurso militante do ator que interpretou o vilão Coringa, Joaquin Phoenix, durante o Oscar 2020

O ator Joaquin Phoenix tem uma vida paralela no ativismo vegano desde muito tempo. Em alta por conta do papel no filme Coringa, faturou o prêmio de melhor ator no Oscar de 2020. Durante o discurso “da vitória”, aproveitou o momento e disparou a velha narrativa vegana contra os produtores de leite.

O discurso legendado do Coringa Joaquin Phoenix. Créditos: canal Imperador das Legendas no Youtube.

Eu acho que estamos muito desconectados do mundo natural. Nos sentimos no direito de inseminar artificialmente uma vaca e quando ela dá a luz nós roubamos sua cria, mesmo que ela chore. Então pegamos o seu leite e colocamos no café ou em nosso cereal“, disse o ator, entre outras afirmações.

O Coringa (em sua versão “civil”).

Pois um produtor de leite do estado de Wisconsin, nos EUA, não gostou do trololó do ator e fez um desafio ao homem que até então nem conhecia: “venha até a minha propriedade e conheça a realidade da vida na fazenda. Você não tem ideia de como são as coisas por aqui. Venha passar algumas horas aqui. Nosso trabalho é muito importante: ajudar a alimentar o mundo. E o que você faz, Sr. Phoenix? Ah sim, entreter o mundo.“.

O desafio foi feito através da TV local WISN, afiliada da rede ABC.

A Federação Nacional dos Produtores de Leite também não gostou nada do discurso

A nota da federação americana foi matadora. “O trabalho duro dos produtores de leite vai continuar ainda muito tempo depois das pessoas já terem esquecido quem ganhou o Oscar de melhor ator em 2020“.

Lacre no palco, resposta rápida das entidades e produtores. É assim que se faz.

Veja também

Ativistas dos direitos dos animais invadem propriedade e matam leitões


5 de dezembro de 2019

Índia vira rapper para cantar que o Agro mata. Quem está por trás?


Agro mata

Artistas ativistas indígenas foram destaque em reportagem do UOL, mostrando suas músicas e formando um novo público, longe da aldeia

O site UOL publicou uma reportagem de título “Rap indígena sai da aldeia e protesta: “Agro não é tech nem pop. Ele mata” no último dia 3. No texto, os destaques são para a índia Kaê Guajajara, do Maranhão e Wera MC, habitante de uma terra indígena praticamente dentro da cidade de São Paulo.

No caso de Wera, provavelmente o seu contato mais próximo com o agro seja a CEAGESP da Vila Leopoldina, distante 10 km da sua aldeia urbana.

Já a artista Kaê Guajajara veio do Maranhão, segundo ela, por conta de conflito com madeireiros. O UOL incorpora um vídeo em sua reportagem da índia cantando juntamente com uma DJ. No notebook da acompanhante, adesivos com simbologia de esquerda, incluindo um adesivo “Marielle Vive”.

A música em execução chama-se “Mãos vermelhas”, onde parte da letra diz que “O agro não é tech, não é pop e também mata”. O canal que hospeda o vídeo no Youtube é do Sofar, uma espécie de festival de música / comunidade de músicos fundada em Londres por Raffe Offer – um empreendedor digital que já foi executivo da Disney e da Coca Cola – que tem representações em diversos países.

A média de visualizações para cada vídeo no Sofar Latin America fica entre 700 e 1000 para postagens de 3 meses. O vídeo de Kaê conta com 13594 no momento da escrita deste texto, muito provavelmente pela divulgação dada pelo UOL.

Em 2018, o Wera MC com outros artistas indígenas foi para a Alemanha, através do Museu Weltkulturen, levar sua música e narrativas sobre o conflito com o homem branco. Foram reportagem na DW.

Assim começa mais uma corrente cultural contra o Agro. Como já aconteceu com o carnaval, programas de humor da Rede Globo e outras obras (até mesmo o próprio jornalismo), nossa atividade recebe mais este ataque deste combo de música indígena com MacBook, Spotify e as redes sociais para. Um esforço que ao invés de levar o conforto das novas tecnologias para dentro da aldeia, aliou-se com a esquerda para ser mais uma ferramenta na a guerra cultural.

Todos protestam mas, aparentemente, continuam comendo e dizendo Agro Mata!


4 de dezembro de 2019

Agricultor joga esterco em ativistas anti-caça na Inglaterra


anti-caça

Grupo foi perseguido por agricultor em trator e levou uma espirrada de esterco líquido durante monitoramento de caça. Ninguém ficou ferido, só fedido.

Um grupo de ativistas anti-caça conhecido como Hunt Saboteurs estava perseguindo monitorando caçadores na cidade de Ashover, Chesterfield quando foi surpreendido por um agricultor pilotando um trator que rebocava um tanque de esterco líquido.

Depois de algum bate-boca sobre a atuação do grupo nas terras, o homem decidiu tocar dali a turma anti-caça: perseguiu o grupo com o trator e espirrou parte da carga nos “sabotadores”.

O caso aconteceu em 22 de novembro, mas só agora o vídeo da ação foi divulgado.

Saiba mais

Shocking moment farmer drives tractor at hunt saboteurs spraying them with slurry as they run for cover.


2 de dezembro de 2019

Apresentador de TV britânico chama Greta Thunberg de idiota


Greta Thunberg

Jeremy Clarkson, apresentador do Top Gear e do The Grand Tour, soltou o verbo contra a ativista mirim do aquecimento global

O apresentador de TV do Reino Unido Jeremy Clarkson disse, durante uma roda de conversa com jornalistas , que a ativista infanto-juvenil sueca Greta Thunberg é uma idiota estúpida, quando o tema da conversa passou a ser “mudanças climáticas”.

Leia também: Ativista vegano quase morre enforcado em abatedouro de patos.

Jeremy Clarkson tem uma vida inteira dedicada a programas de TV sobre carros e automobilismo em geral. Nas horas vagas, mantém até mesmo uma pequena propriedade rural na Inglaterra. Atualmente, está no ar na Amazon com o programa The Grand Tour e já foi apresentador do Top Gear.

O apresentador é um conhecido crítico do ativismo ambiental e considera Greta Thunberg uma má influência para os jovens de hoje em dia, que “antes de dizer papai e mamãe já odeiam carros”.

Jeremy Clarkson é o do meio. Esta camiseta do Che Guevara não ajudou em nada.

Saia mais

Apresentador britânico Jeremy Clarkson chama “idiota” a Greta Thunberg.

Jeremy Clarkson launches scathing attacks on Greta Thunberg, Corbyn, woke culture and snowflakes.


17 de outubro de 2019

Comercial vegetariano da Tesco enfurece produtores britânicos


comercial vegetariano

Empresa usou criança em comercial vegetariano de TV para, segundo os produtores, demonizar a atividade pecuária

A Tesco, uma das maiores cadeias de supermercados do mundo, lançou um comercial de TV no Reino Unido para promover sua linha de produtos vegetarianos. Na peça, uma criança fala para o pai que não quer mais comer animais.

Grupos de agricultores, entidades e sindicatos fornecedores da Tesco reagiram negativamente. Organizados, escreveram uma nota para a empresa exaltando preocupação com a demonização do setor, conotações negativas para os produtores rurais.

O produto promovido pelo comercial trata-se da “All Change Casserole“, com salsichas sem carne:

Comercial Vegetariano: as reações

Alguns consumidores também encheram a empresa de reclamações nas redes sociais. Um deles foi para o Twitter dizer “Sinto muito Tesco, se vocês vão usar uma criança para me deixar culpado por comer carne, então eu vou mudar para a Asda (concorrente)”. Outro diz que se recusa a comprar na Tesco, até que eles removam o comercial que promove lavagem cerebral para que as pessoas não comam mais carne.

A União Nacional dos Agricultores do Reino Unido (NFU) reforça ainda que certos segmentos da população, especialmente meninas adolescentes, não estão comendo alimentos de qualidade, com vitaminas e minerais. E que é vital o esclarecimento para que não sejam criadas visões distorcidas sobre o que é uma dieta adequada.

A Tesco atua no setor supermercadista britânico desde 1919, tem 6784 lojas e um valor de mercado de 24 bilhões de dólares. Após a década de 90, a empresa ampliou a atuação para diversos países, incluindo a China e Estados Unidos, atuando também em outros mercados como financeiro e telecomunicações.

Seus principais concorrentes no Reino Unido são a rede Sainsbury’s, Asda, Morrisons e Aldi.

Mais informações no site Farming UK (em inglês).

Leia também: Ativista vegano quase morre enforcado em abatedouro de patos.


6 de outubro de 2019

Capitão Talkei é mais um ataque da Rede Globo ao Agro


Capitão Talkei

Setor é associado a agrotóxicos e desmatamento em desenho animado do humorístico Zorra, que satiriza o presidente Jair Bolsonaro

O programa “Zorra” – anteriormente conhecido como “Zorra Total” realizou mais um ataque contra a imagem do agronegócio neste sábado, 5 de outubro.

Da esquerda para a direita: Capitão Talquei é chamado pela união dos poderes do desmatamento, intolerância, golden shower, agrotóxicos e armamentos.

Um desenho animado que faz uma paródia do infantil “Capitão Planeta”, sucesso nos ano 90, mostra um Bolsonaro na figura do “herói” Capitão Talkei, com uma laranja no peito e sendo acionado pelos poderes armamentos, agrotóxicos, desmatamento, intolerância e golden shower (com um personagem que lembra o Deputado Federal do DEM-SP, Kim Kataguiri).

A cada interação, o Capitão Talkei dá um conselho para melhorar o desempenho de alguém. Para quem derruba uma árvore com um machado, ele oferece uma “serra elétrica” para fazer o serviço mais rápido.

Para uma família sendo assaltada, várias armas são oferecidas e “que se virem”.

O vídeo pode ser visto neste endereço, diretamente no site da Rede Globo.

O episódio é mais um dos frequentes ataques da emissora ao Agro, setor que responde por grande parte do faturamento da empresa como já destacamos aqui no blog.

No início de agosto de 2019, uma paródia do Sítio do Picapau Amarelo também colocou o agronegócio como vilão do meio ambiente. Relembre aqui.

A emissora não esconde sua agenda, espalhada pelo jornalismo, novelas e programas de humor, atrações quase sempre recheadas com blocos comerciais que vendem produtos alimentícios, camionetes para “o homem do campo” e volta e meia um quadro chamado “Agro é POP”, com louvores ao setor. Uma hipocrisia sem limites.

Tá na hora de acordar.


1 de setembro de 2019

O bom protesto dos pecuaristas contra a RBS na Expointer


RBS na Expointer

Grupo protestou contra a posição da RBS sobre agrotóxicos e campanhas contra o consumo de carne

O Blog do jornalista Políbio Braga deu destaque para o protesto realizado por alguns pecuaristas durante a Expointer em Esteio, no Rio Grande do Sul. Com faixas e cartazes, foram para a frente da Casa da RBS no parque de exposições e protestaram por conta dos posicionamentos da emissora.

Não é pra menos.

Durante a Expointer – uma das feiras mais importantes do mundo para a agropecuária, tradicional espaço para cabanhas mostrarem e negociarem seus animais – o jornal Zero Hora, do Grupo RBS, publicou matéria sobre a “sexta sem carne”, mais uma data contra o consumo e a pecuária, carregada de ideologia e dados “daqueles” sobre a atividade. A RBS emitiu nota pedindo desculpas.

É a segunda vez, em um curto espaço de tempo, que a RBS apronta com o setor. No Dia do Pecuarista, foi exibida no Jornal do Almoço uma longa reportagem sobre a Segunda Sem Carne. O jornal é campeão de audiência no Rio Grande do Sul. Da mesma forma, depois da aventura, a emissora pediu desculpas com uma espécie de reportagem de consolo.

O protesto é válido, mas simbólico. A única forma de marcar posição nesta guerra de informações é tirando o dinheiro dos veículos, até que o respeito volte. Antes que a emissora apronte três vezes e peça música no Fantástico. Provavelmente, alguma com versos contra o agronegócio.


22 de agosto de 2019

Anitta mora em terra que era da tribo Guiraguadú-mirim, no Rio de Janeiro


cantora anitta

Cantora atacou o agronegócio em suas redes sociais e defendeu os índios “retirados das terras”

A cantora Anitta desfiou um rosário de acusações contra o agronegócio nesta semana, por conta dos problemas com as queimadas na Amazônia. Através das suas redes sociais, gravou uma série de vídeos que começam com a seguinte argumentação:

Queridos fazendeiros, agrônomos, não-sei-gronomos… antes de existir a palavra fazendeiros, antes de existir a fazenda, antes de existir a agronomia, os índios já estavam ali. Então não tem, não faz sentido, brigar, fazer uma guerra, com os povos indígenas, se eles só tem sido assassinados, explorados e.. e… roubados, retirados das terras deles pra que vocês consigam produzir.

O que segue é uma sequência de xingamentos, já apurados na íntegra (com vídeo) pelo site BHAZ. Lá você confere que ela até chama o setor de câncer.

Exagerando e mantendo a mesma linha de raciocínio para muitas regiões do país, podemos dizer que Anitta faz parte do mesmo problema. Sua mansão avaliada em mais de 10 milhões de reais em um condomínio fechado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, está assentada no que antes era terra indígena da tribo Guiraguadúmirim. Está nos livros de história, basta consultar.

É claro que a cantora não está envolvida em qualquer escândalo de tomada ilegal de terras e comprou o terreno e construiu a casa como qualquer pessoa do condomínio, mas ampliações como esta só prejudicam a imagem de quem também trabalha todo dia para colocar comida na mesa dos brasileiros e juntou patrimônio ao longo de uma vida.

Fica a curiosidade: do que a cantora Anitta se alimenta?


6 de agosto de 2019

O Agronegócio é uma mina de ouro para a Rede Globo


mapa da mina

Departamento comercial da emissora tem até um manual de instruções para seus vendedores buscarem o dinheiro nas regiões rurais mais ricas do país

A Rede Globo tem um manual para seus vendendores buscarem o dinheiro fruto do agronegócio brasileiro – o mesmo setor que ela difama em seus humorísticos – como ficou célebre no caso do programa Zorra e sua paródia da abertura do antigo seriado infantil Sítio do Picapau Amarelo.

Exemplo presente no manual da Globo: como é a audiência na região de Cascavel. O programa Zorra ainda fica em oitavo lugar na grade da emissora, Acima até do jornal local.

O “Mapa da Mina” é uma publicação disponível na internet e na versão em PDF que mostra informações sobre várias atividades agrícolas em quase todos os estados e quando o dinheiro fruto daquela atividade estará circulando em maior quantidade na região. De posse destes dados, todos os envolvidos com a venda de publicidade nas emissoras tentam arrecadar mais clientes e contratos.

mina de ouro

Mesmo com tanta dependência do Agro, a Rede Globo deixa seus redatores com total liberdade para escreverem peças que, no mundo da ficção, atacam a agricultura com mentiras e reprodução de narrativas corrosivas.

Literalmente, cospem no prato que comem. Até quando?

Acessem o manual em sua versão pdf, neste endereço.


5 de agosto de 2019

Agro é pop no intervalo comercial e vilão na programação da Globo


agro é pop

Humorístico da Rede Globo ataca a agricultura com paródia imbecil de Sítio do Picapau Amarelo. O setor deve reagir.

Abrindo com “Borrifada na goiaba, pra agradar a tal bancada. Tem veneno na panela!“, uma paródia do tema de abertura do infantil Sítio do Picapau Amarelo, foi exibida no programa Zorra (total) de 3 de agosto. A “obra” leva o nome de “Sítio do Picapau Sequelado”.

A confusão mental na Rede Globo é grande. Durante toda a programação, nos intervalos comerciais, bombardeia a audiência com pequenos comerciais da campanha “Agro é Pop”, destacando diversas áreas do agronegócio brasileiro. Além desta série, apresenta também pequenas inserções do Globo Rural dando aquelas famosas dicas sobre como proceder em caso de problemas com a atividade rural, seja animal ou vegetal.

O político ruralista envenena a árvore na paródia da Rede Globo.

Por outro lado, seus artistas e ativistas possuem total liberdade para escrever, produzir e exibir peças políticas protegidas pelo manto da arte e paródia, reforçando mentiras sobre o setor que sustenta este país (parece chato repetir o tempo todo este dado, mas é fato).

Veja também: No dia do pecuarista, RBS faz reportagem contra o consumo de carne.

O setor já começa a reagir

A AMAP (Associação dos Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina) emitiu uma nota de repúdio em suas redes sociais, com o seguinte conteúdo:

Em nome dos produtores de Maçã Brasileira á AMAP– Associação dos Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina* e demais produtores rurais brasileiros, repudiamos a exibição do episódio veículado na Central Globo de Produção no dia 03/08/2019 através do programa “humorístico” Zorra que através do episódio “Sítio do Pica-Pau com Sequela” sátira ao uso de defensivos agrícolas, como se o que foi veiculado possa ser classificado como “Humor , Sátira, Sarcasmo” e sim um ato de terrorismo contra o produtor rural, sem embasamento teórico e científicos generalizando com extremismo uma minúscula parte de produtores que não possuem embasamento, assim como a liberação de novos defensivos, apenas criticam mas não vêem que a maior porcentagem são produtos biológicos! Repudiamos qualquer ofensa ao produtor rural feitas sem qualquer embasamento científico! LEMBRE-SE MAÇÃ, LEITE NÃO BROTAM NA GÔNDOLAS DE SUPERMERCADO, ARROZ, FEIJÃO, CARNE, NÃO É PRODUZIDO ATRAVÉS DE MÁGICA NO SUPERMERCADO! RESPEITEM A AGRICULTURA, RESPEITEM O PRODUTOR RURAL!

Mais empresas, cooperativas e produtores precisam reagir. A melhor medida, neste caso, é retirar qualquer investimento em mídia de qualquer veículo ligado direta ou indiretamente à Rede Globo, em todo o território nacional, até que volte o respeito. Até lá, parece que a campanha “Agro é Pop” não passa de um esquema que serve apenas para captar anunciantes no setor do agro.

Esta ZORRA precisa acabar.


13 de março de 2019

Ativistas dos direitos dos animais invadem propriedade e matam leitões


Meat The Victims

Cerca de 200 militantes do movimento Meat The Victims invadiram uma propriedade familiar na Inglaterra, tiraram os leitões das baias para protestar contra maus tratos e acabaram matando pelo menos dois. O grupo nega e diz que os animais já estavam doentes.

O Meat The Victims é um daqueles grupos que organizam excursões até fazendas para protestar contra supostas violações dos direitos dos animais ou, no caso dos veganos, protestar contra o consumo de carne em qualquer condição.

Em uma das investidas destes militantes em uma propriedade familiar na região de Lincolnshire, na Inglaterra, tudo deu errado para os ativistas e o saldo da manifestação foi a morte de alguns leitões.

Os animais foram retirados das baias durante a invasão e pelo menos dois morreram esmagados. Os ativistas negam e dizem que os leitões já estavam doentes. Além das mortes, a rotina da propriedade foi alterada, prejudicando a alimentação na granja e a lida em geral.

Saiba mais:

Farmer claims group of animal-rights activists killed two piglets during protest (Foxnews)

Animal-rights activists storm UK farm, claims protest left piglets dead (News com au).

Textos sobre suinocultura no Blog do Farmfor.


14 de janeiro de 2019

Gisele Bundchen tinha sete lareiras em casa e militava contra o uso de fogão a lenha


Gisele Bundchen

A Uber Model Gisele Bundchen é conhecida pelo ativismo ambiental e foi lembrada negativamente pela Ministra da Agricultura Tereza Cristina

Durante uma entrevista para a rádio Jovem Pan, no programa Jornal da Manhã, nesta segunda-feira, 14/1, a ministra da Agricultura Tereza Cristina fez críticas quase irônicas para as declarações negativas da modelo Gisele Bundchen sobre o agronegócio brasileiro. O programa também contou com a presença do especialista José Luiz Tejon.

O que rolou na entrevista, você pode conferir no site da Jovem Pan ou no vídeo abaixo.

Não é de hoje que Gisele Bundchen atua no ativismo ambiental e fala coisas estranhas sobre o campo e o agronegócio em geral. Seja dando apoio para questões da ONU ou meditando com a então futura candidata a vice-presidente pelo PSOL nas eleições de 2018, a índia Sônia Guajajara, ela sempre aproveita para dar pitacos.

Amigona da vice do PSOL, a modelo também já apoiou Marina Silva.

Mas em 2012, a coisa foi longe demais: quando ainda era Embaixadora da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a modelo fez um vídeo contra o uso de fogão a lenha. Do alto de sua hipocrisia ambiental, na época Gisele estava construindo uma mansão em Los Angeles que tinha nada mais nada menos do que sete lareiras. Posteriormente, a casa foi vendida para o rapper Dr. Dre.

Uma das sete lareiras da mansão de Gisele Bundchen em Los Angeles, EUA.

A hipocrisia das celebridades: frases prontas, desconhecimento de causa e proibições “unilaterais”. Típico.


26 de dezembro de 2018

Veganos ameaçam matar produtor após promoção de perus de Natal


perus de natal

O produtor Matt Carter tem uma propriedade na localidade de Exeter, sudoeste da Inglaterra e também mantém um mercadinho onde vende a produção. Nesta época do ano, o destaque fica por conta dos perus recheados que costuma fornecer para a comunidade, todos criados “à pasto”, seguindo a tendência da produção free range.

Pichações na propriedade. Uma das promoções permitia que o cliente batizasse com um nome o peru escolhido, antes do mesmo ir para o abate.

E foi justamente quando o mercadinho começou a lançar as promoções de Natal que grupos organizados de veganos começaram a perturbar o negócio, mas indo longe demais: além dos tradicionais xingamentos na página do estabelecimento no Facebook, invadiram a propriedade e picharam ameaças de de morte aos proprietários, além de danificar produtos que estavam expostos para venda (entre eles, faisões). As ameaças também foram realizadas via ligações telefônicas.

Mas o tiro saiu pela culatra: o produtor declarou ao site do The Telegraph que, apesar da forte campanha ameaçadora dos militantes veganos, suas vendas aumentaram como nunca, tamanho o suporte que recebeu da comunidade. Se antes vendiam de dois a três perus de Natal por dia, passaram a vender 25.

Todas as ameaças foram registradas na polícia local e as investigações estão em andamento. E as vendas, foram de vento em popa.

Saiba mais também no The Sun.


5 de novembro de 2018

Veganos da Inglaterra planejam onda de protestos contra pecuaristas


Veganos da Inglaterra

Veganos da Inglaterra querem convencer as pessoas a comer “carne” vegetal e vão iniciar onda de protestos contra pecuaristas e açougueiros

Para quem ainda confunde os termos (com certa razão), vegetarianos, em um modo geral, não comem carne, leite e ovos, ou variações destes alimentos. Já os veganos, não comem qualquer alimento de origem animal ou usam qualquer coisa que seja feita com animais, como roupas de couro, medicamentos com componentes de origem animal, cera de abelha e por aí vai.

Mas não basta parar por aí: grupos organizados de veganos na Inglaterra querem protestar contra açougueiros e pecuaristas (para alguns, representantes do diabo em pessoa na Terra). Em todo o Reino Unido, estima-se que são mais de 650 mil adeptos do veganismo.

Veganos protestando contra açougueiros na Califórnia (EUA).

Entre as táticas mais destacadas destes grupos, estão invasão de propriedades e ações de “libertação” animal, quando os integrantes abrem aviários, chiqueiros ou qualquer outra instalação e soltam pelas ruas a criação, deixando os proprietários no prejuízo.

Em alguns casos, veganos implicam com açougueiros pelo simples fato de pendurarem carcaças nas vitrines dos açougues.

Convém ficar de olho. Algumas modas costuma ser importadas para o Brasil. Que cada um proteste da forma que quiser, mas quando a ação dos ativistas começa a impedir a liberdade (dentro da lei) de terceiros, a coisa muda de figura.

Textos sobre ativismo no Blog do Farmfor.


20 de setembro de 2018

Milionário inglês quer impostos de cigarros para a carne


Impostos na carne

Impostos na Carne: agência de executivo do mercado financeiro quer que consumidores paguem por supostos malefícios da pecuária

 

A luta contra a produção de carne nunca termina. Enquanto uns tentam a proibição em ações ao estilo da “Segunda sem Carne”, outros dão ideias para governos sobretaxarem os produtos derivados de qualquer animal.

FAIRR, uma espécie de agência de risco para atividades que envolvam a produção animal, lançou um relatório que recomenda a criação de impostos para a carne, nos mesmos moldes dos já existentes para o tabaco e açúcar. A agência ainda declara que deve ser criado o consenso mundial sobre os malefícios ambientais na produção e nos riscos para a saúde de quem consome carne, para que governos sejam convencidos e adotem a taxação. Com a carne (bem) mais cara, as pessoas procurariam alternativas “vegetarianas”.

Por trás da FAIRR está Jeremy Coller, um milionário inglês que fez sua fortuna no mercado financeiro e um dos maiores filantropos do Reino Unido. Ele também tem conexões com o grupo The Elders, um conjunto de líderes mundiais fundado em 2007 por Nelson Mandela, onde o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é membro emérito.

 

Impostos na Carne

 

Acima, Jeremy Coller.

A medida, além de absurda, esquece da população mais pobre, que deixará de consumir. E dos milhões de pequenos e médios produtores que sentirão na pele o declínio da atividade. Ações como esta parecem sair de laboratórios de cientistas sociais com muita ideologia na cabeça, com objetivos mundiais bem definidos e desprezo por quem estiver no caminho. Esta situação já é vivida pelos produtores de fumo no Brasil, pequenas famílias que se tornaram verdadeiros “criminosos morais” por plantarem tabaco, vivendo na incerteza.

Vivemos tempos sombrios. Os produtores rurais precisam, acima de tudo, buscar a proteção através das cooperativas, entidades, movimentos políticos e os próprios representantes eleitos.

Saiba mais (em inglês): A new report says we should tax meat-eaters like smokers.

 

 

 



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