Tag: Agronegócio

17 de março de 2020

Agrishow adiada: feira fica para outra data em Ribeirão Preto


Agrishow adiada

Epidemia do coronavírus provoca adiamento da feira no interior de São Paulo. Outros eventos do agro devem seguir o mesmo caminho

Depois de algumas informações desencontradas, com anúncios por parte da imprensa e negativas por parte dos organizadores da feira, a Agrishow, tradicional evento do agronegócio em Ribeirão Preto, SP, será adiada.

A edição de 2020 estava programada para o período de 24 de abril a primeiro de maio.

Agrishow adiada – canais oficiais ainda não informam tudo

Até o momento desta postagem, os canais oficiais da Agrishow não dão muitas informações sobre o adiamento. No Facebook, a última postagem é de 13 de março, assim como no Youtube.

No site oficial, existe o seguinte aviso:

COVID-19: INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Os organizadores da Agrishow 2020, esclarecem que a publicação de matérias sobre o adiamento para julho deste ano é incorreta.
A direção da Agrishow 2020 está acompanhando os desdobramentos da pandemia do Coronavirus no Brasil, e informa que seguirá as orientações do Ministério da Saúde e Governo do Estado de São Paulo. Diante disto, está reavaliando a data de realização do evento.

Tão logo haja definição, comunicaremos publicamente a decisão.

O site A Cidade ON, de Ribeirão Preto confirma o adiamento e replica a nota dos organizadores:

“Diante da pandemia do coronavírus e seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde, do Ministério da Saúde e do Governo do Estado de São Paulo, a direção da Agrishow 2020 informa que a feira será postergada. Tão logo haja definição de uma nova data, comunicaremos publicamente a decisão”.

O site G1e o Jornal do Comércio também confirmam o adiamento.

Veja também

Qual é a maior feira agrícola do Brasil?


7 de outubro de 2019

Especialização em Agronegócios à distância e presencial


Especialização em Agronegócios

Lista atualizada direto do MEC das instituições e cursos no Brasil para especialização em agronegócios, em diversos estados.

Abaixo, uma lista atualizada com todos os cursos de especialização aprovados ou em processo de aprovação pelo Ministério de Educação, na área de Agronegócio.

(19635) Faculdade de Ensino Superior Pelegrino Cipriani(98996) Administração e AgronegóciosEducação a Distância480MT
(719) Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reyes Maldonado – UNEMAT(90168) Administração em AgronegócioEducação Presencial360MT
(1491) CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL(84678) ADMINISTRAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS *Educação a Distância360PR
(1491) CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL(79736) ADMINISTRAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS *Educação a Distância420PR
(82) UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA(68008) Administração Estratégica do AgronegócioEducação Presencial360SC
(18616) FACULDADE ÁGORA – FAG(70815) ADMINISTRAÇÃO RURAL E AGRONEGÓCIOEducação Presencial360MT
(4661) FACULDADE UNIBF(99935) Agricultura e AgronegócioEducação a Distância420PR
(4007) FATECE – FACULDADE DE TECNOLOGIA, CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO(9885) AgronegócioEducação Presencial360SP
(2383) FACULDADE MERIDIONAL(21525) AgronegócioEducação Presencial390RS
(4496) FACULDADE DE TECNOLOGIA DO VALE DO IVAÍ(24775) AgronegócioEducação Presencial360PR, SP
(3875) CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL GUAXUPÉ(41025) AgronegócioEducação a Distância380MG
(13359) FACULDADE IDEAU DE BAGÉ(51945) AgronegócioEducação Presencial400RS
(2538) FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE(72108) AgronegócioEducação Presencial750AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PR, RS, SP
(2538) FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE(72110) AgronegócioEducação Presencial750AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PR, RS, SP
(4597) FACULDADE FUTURA(76490) AgronegócioEducação a Distância750SP
(14869) Faculdade Faipe(85344) AgronegócioEducação Presencial420MT
(2687) FACULDADE DOM ALBERTO(95772) AgronegócioEducação a Distância750RS
(1862) FACULDADE DA REGIÃO SERRANA(102542) AgronegócioEducação a Distância750ES
(14869) Faculdade Faipe(108183) Agronegócio.Educação Presencial360MT
(3875) CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL GUAXUPÉ(35337) AGRONEGÓCIOEducação Presencial360MG
(1190) FACULDADE INTEGRAL CANTAREIRA(38618) AGRONEGÓCIOEducação Presencial360SP
(571) UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ(38762) AGRONEGÓCIOEducação a Distância360PR
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(47913) Agronegócio com Ênfase em Lavoura-Pecuária-FlorestaEducação Presencial432CE, DF, MG, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(57261) Agronegócio com Ênfase em Lavoura-Pecuária-Floresta –Educação Presencial432AL, CE, DF, GO, MG, PA, PR, RJ, RO, RS, SP
(15980) FG Faculdade Global(64638) Agronegócio com Ênfase em Lavoura-Pecuária-Floresta –Educação Presencial432RS
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(47935) Agronegócio com Ênfase na Cana de AçúcarEducação Presencial432CE, DF, MG, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(57262) Agronegócio com Ênfase na Cana de Açúcar –Educação Presencial432AL, CE, DF, GO, MG, PA, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(47937) Agronegócio com Ênfase na Produção ApícolaEducação Presencial432CE, DF, MG, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(57263) Agronegócio com Ênfase na Produção Apícola –Educação Presencial432AL, CE, DF, GO, MG, PA, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(57264) Agronegócio com Ênfase na Produção e Reprodução de Ovinos e Caprinos –Educação Presencial432AL, CE, DF, GO, MG, PA, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(47938) Agronegócio Ênfase na Prod. e Reprodução de Ovino e CaprinoEducação Presencial432CE, DF, MG, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(47940) Agronegócio e Produção Vegetal, Ênfase em Milho Soja e TrigoEducação Presencial432CE, DF, MG, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(57265) Agronegócio e Produção Vegetal: Ênfase em Milho, Soja e Trigo –Educação Presencial432AL, CE, DF, GO, MG, PA, PR, RJ, RO, RS, SP
(16543) Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo(105335) Agronegócio, Gestão Empresarial e Inteligência CompetitivaEducação a Distância600SP
(752) FACULDADE DE PARÁ DE MINAS(78698) Agronegócio: Gestão, Segurança e Qualidade dos AlimentosEducação Presencial400MG
(1820) INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ(15042) AgronegóciosEducação Presencial450PI
(1601) FACULDADE CIDADE DE COROMANDEL(31471) AgronegóciosEducação Presencial408MG
(2320) INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ATENEU(67430) AgronegóciosEducação Presencial620MG
(1085) FACULDADE METODISTA CENTENÁRIO(67838) AgronegóciosEducação Presencial400RS
(21426) Faculdade Novoeste(72177) AgronegóciosEducação Presencial366MS
(1346) FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS(100660) AgronegóciosEducação a Distância620MG
(298) UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR(39959) AGRONEGÓCIOSEducação Presencial420PR
(4995) Faculdade Educamais(88927) AGRONEGÓCIOSEducação Presencial580MG
(1678) FACULDADE DE CIÊNCIAS DE WENCESLAU BRAZ(89122) AGRONEGÓCIOSEducação Presencial580MG
(12899) FACULDADE INSTITUTO BRASIL DE ENSINO – IBRA(90704) AGRONEGÓCIOSEducação Presencial620MG
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(47942) Agronegócios com Ênfase na Bovinocultura de CorteEducação Presencial432CE, DF, MG, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(57266) Agronegócios com Ênfase na Bovinocultura de Corte –Educação Presencial432AL, CE, DF, GO, MG, PA, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(47943) Agronegócios com Ênfase na Bovinocultura LeiteiraEducação Presencial432CE, DF, MG, PR, RJ, RO, RS, SP
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(57267) Agronegócios com Ênfase na Bovinocultura Leiteira –Educação Presencial432AL, CE, DF, GO, MG, PA, PR, RJ, RO, RS, SP
(4518) FACULDADE REGIONAL PALMITOS(30471) AGRONEGÓCIOS E COOPERATIVISMOEducação Presencial360SC
(11604) FACULDADE SANTA RITA DE CHAPECÓ(30512) AGRONEGÓCIOS E COOPERATIVISMOEducação Presencial360SC
(124) UNIVERSIDADE DE ARARAQUARA(11952) AGRONEGÓCIOS E SUSTENTABILIDADEEducação a Distância360SP
(234) FACULDADES OSWALDO CRUZ(69389) Biotecnologia: Biocombustíveis, Meio Ambiente e Agronegócios, Alimentos e BiofármacosEducação Presencial384SP
(20) UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO(92399) Comércio Exterior e AgronegóciosEducação Presencial375RS
(404) FACULDADES INTEGRADAS DA UPIS(94120) COMPETITIVIDADE NO AGRONEGÓCIOEducação Presencial360DF
(21321) Faculdade Sensu(98884) Contabilidade Rural e Gestão de AgronegócioEducação Presencial460GO, TO
(19586) FACULDADE UNITÀ(77456) Direito Agrário e AgronegócioEducação Presencial372GO, PA, SP
(1373) FACULDADE CASA BRANCA(53707) DIREITO AGRÁRIO E AGRONEGÓCIOEducação Presencial374GO
(1513) FACULDADE PITÁGORAS INSTITUTO CAMILLO FILHO(73241) DIREITO AGRÁRIO E AGRONEGÓCIOEducação Presencial420PI
(322) UNIVERSIDADE PAULISTA(41239) Direito Agrário e Ambiental Aplicado ao AgronegócioEducação Presencial360RS
(2688) FACULDADE INESP – INSTITUTO NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA(81994) Direito Agrário e do AgronegócioEducação Presencial360TO
(3523) FACULDADE DE DIREITO DA FUNDAÇÃO ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO(103168) Direito Agrário e do AgronegócioEducação Presencial360RS
(2763) FACULDADE DE CIÊNCIAS GERENCIAIS DE SÃO GOTARDO(97916) Direito do AgronegócioEducação Presencial360SP
(1196) CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ – UNICESUMAR(87640) Direito do Agronegócio’Educação Presencial360PR
(124) UNIVERSIDADE DE ARARAQUARA(10029) DIREITO DO AGRONEGÓCIOEducação a Distância360SP
(16543) Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo(105337) Direito e AgronegócioEducação a Distância600SP
(584) UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS(11495) ECONOMIA E GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial360GO
(298) UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR(38948) Especialização em AgronegócioEducação a Distância400PR
(1622) FACULDADE DO INTERIOR PAULISTA(82461) ESPECIALIZAÇÃO EM AGRONEGÓCIOEducação Presencial750AM, BA, CE, GO, MS, MT, SP
(1500) FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO MIGUEL DO IGUAÇU(80847) ESPECIALIZAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS EM AVES E SUÍNOSEducação Presencial450PR
(1336) CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSIS GURGACZ(109626) ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS – EADEducação a Distância360PR
(1864) FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO BRASILIENSE DE EDUCAÇÃO(70525) ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ESTRATÉGICA DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial400RS
(1500) FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO MIGUEL DO IGUAÇU(80854) ESPECIALIZAÇÃO MBA EM GESTÃO DO AGRONEGÓCIO & AGROINDÚSTRIAEducação Presencial432PR
(14869) Faculdade Faipe(14088) Gestão Ambiental e AgronegócioEducação Presencial416MT
(16759) Faculdade do Bico do Papagaio(33659) Gestão Ambiental em AgronegócioEducação Presencial420TO
(143) UNIVERSIDADE DE UBERABA(16634) GESTÃO COMERCIAL E MARKETING EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial410MG
(18952) Faculdade FAMART(91306) Gestão de agronegócioEducação a Distância600MG
(3428) FACULDADE ALFA AMÉRICA(74830) Gestão de AgronegócioEducação a Distância420SP
(4584) Faculdade Facese(108386) Gestão de AgronegócioEducação a Distância720PR
(135) CENTRO UNIVERSITÁRIO CLARETIANO(19041) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOEducação a Distância360SP
(16602) FACULDADE DE EDUCAÇÃO ELIÂ(73586) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOEducação Presencial460PA
(4204) Faculdade de Tecnologia e Ciências de Minas Gerais(100240) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOEducação Presencial560DF, ES, GO, MG
(2275) FACULDADE SANTO AGOSTINHO(78313) Gestão de Agronegócio e Legislação AmbientalEducação a Distância600MG
(573) UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO(22699) Gestão de AgronegóciosEducação a Distância435ES
(3876) Faculdade Unyleya(25402) Gestão de AgronegóciosEducação a Distância360RJ
(5303) FACULDADE ANHANGÜERA DE DOURADOS(31933) Gestão de AgronegóciosEducação Presencial360MS
(437) UNIVERSIDADE PARANAENSE(42303) Gestão de AgronegóciosEducação a Distância480PR
(1472) CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI(46750) Gestão de AgronegóciosEducação a Distância420SC
(12928) FACULDADE CGESP GOIANIA(47038) Gestão de AgronegóciosEducação Presencial420GO
(1767) FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS(47855) Gestão de AgronegóciosEducação Presencial360MT
(926) CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE CAMPO GRANDE(48018) Gestão de AgronegóciosEducação Presencial360MS
(2895) FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA REGIÃO MISSIONEIRA(68035) Gestão de AgronegóciosEducação Presencial420ES, MG, RR, RS
(18681) FACULDADE VERBO EDUCACIONAL(84174) Gestão de AgronegóciosEducação Presencial420RS
(5025) Faculdade São Braz(88328) Gestão de AgronegóciosEducação a Distância400PR
(17854) FACULDADE CAPITAL FEDERAL(46262) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOSEducação Presencial420SP
(15450) Faculdade Única de Ipatinga(88479) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOSEducação a Distância500MG
(404) FACULDADES INTEGRADAS DA UPIS(94119) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOSEducação Presencial360DF
(12748) FETAC – FACULDADE DE EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO DE CAARAPÓ(64043) Gestão de Agronegócios e Desenvolvimento RegionalEducação Presencial390GO, MG, MS
(15450) Faculdade Única de Ipatinga(79888) Gestão de Agronegócios e Legislação AmbientalEducação a Distância500MG
(12748) FETAC – FACULDADE DE EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO DE CAARAPÓ(87772) Gestão De Agronegócios E Legislação AmbientalEducação Presencial420GO, MG, MS
(1153) UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES(8884) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS E LEGISLAÇÃO AMBIENTALEducação a Distância495RJ
(4821) FACULDADE PROMINAS DE MONTES CLAROS(79581) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS E LEGISLAÇÃO AMBIENTALEducação Presencial480MG
(4821) FACULDADE PROMINAS DE MONTES CLAROS(106534) GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.Educação a Distância640MG
(517) FACULDADE DE EDUCAÇÃO SÃO LUÍS(18531) Gestão de Empresas de AgronegóciosEducação Presencial360SP
(572) UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE(63984) Gestão de Produtos em Mercados no AgronegócioEducação a Distância460RJ
(17401) Faculdade de Tecnologia CNA(27445) Gestão de Projetos em AgronegócioEducação Presencial408AM, CE, DF, GO, MG, MS, PA, PB, RJ, SC, SE, SP, TO
(1945) FACULDADE DE SORRISO(39178) Gestão de Vendas no AgronegócioEducação Presencial368MT
(1934) FACULDADE SINOP(16804) Gestão do AgronegócioEducação Presencial400MT
(1696) FACULDADE CENTRAL DE CRISTALINA(21435) Gestão do AgronegócioEducação Presencial360GO
(3992) FACULDADE JK – PLANO PILOTO(48278) Gestão do AgronegócioEducação Presencial400DF
(1703) INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RIO VERDE(48617) Gestão do AgronegócioEducação Presencial360GO
(3204) FACULDADE DE QUATRO MARCOS(48621) Gestão do AgronegócioEducação Presencial360MT
(4166) CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE UBERABA(48631) Gestão do AgronegócioEducação Presencial360MG
(139) FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO TRIÂNGULO MINEIRO(48636) Gestão do AgronegócioEducação Presencial360MG
(16543) Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo(105344) Gestão do AgronegócioEducação a Distância600SP
(17854) FACULDADE CAPITAL FEDERAL(46272) GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial420SP
(584) UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS(91007) GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial360GO
(571) UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ(39221) GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação a Distância440PR
(1520) FACULDADE FIA DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS(18600) Gestão do Agronegócio Café – FIA/CooparaísoEducação Presencial500MG
(5322) FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA – UNIPAMPA(100589) Gestão e Inovação de AgronegócioEducação Presencial360RS
(3428) FACULDADE ALFA AMÉRICA(74699) Gestão em Agroindústria e AgronegócioEducação a Distância420SP
(4584) Faculdade Facese(108398) Gestão em Agroindústria e AgronegócioEducação a Distância720PR
(2796) FACULDADE DE IPORÁ(12915) Gestão em agronegócioEducação Presencial460GO
(1196) CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ – UNICESUMAR(20386) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOEducação a Distância390PR
(2200) FACULDADE VALE DO GORUTUBA(32458) GESTÃO EM AGRONEGOCIO E FINANÇASEducação Presencial480MG
(387) UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO(12446) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOSEducação a Distância420MS
(2140) FACULDADE NOSSA SENHORA DE LOURDES(27740) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial360BA, PB
(2140) FACULDADE NOSSA SENHORA DE LOURDES(27741) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial360BA, PB
(13782) FACULDADE DE SANTA CRUZ DA BAHIA(31268) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial360BA
(17854) FACULDADE CAPITAL FEDERAL(46275) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial420SP
(1153) UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES(93744) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOSEducação a Distância495RJ
(19816) Faculdades Impactos Brasil(101905) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial420MT
(769) FACULDADES INTEGRADAS DE NAVIRAÍ(40147) GESTÃO EM AGRONEGÓCIOS E CONTROLADORIAEducação Presencial360MS
(2200) FACULDADE VALE DO GORUTUBA(10646) GESTÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS E AGRONEGÓCIOEducação Presencial480MG
(3252) FACULDADE QUIRINÓPOLIS(1210) Gestão Empresarial em Agronegócio e CooperativismoEducação Presencial360GO
(19866) Faculdade EduCareMT(77168) Gestão Estratégica do AgronegócioEducação Presencial420MT
(82) UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA(92767) Gestão Estratégica do AgronegócioEducação a Distância360SC
(17854) FACULDADE CAPITAL FEDERAL(46277) GESTÃO ESTRATÉGICA DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial420SP
(2443) FACULDADE FUNORTE DE JANAÚBA(99036) Gestão Estratégica e Financeira no AgronegócioEducação Presencial360MG
(17590) Faculdade ISAE BRASIL(45297) Gestão Estratégica e o AgronegócioEducação Presencial432PR
(143) UNIVERSIDADE DE UBERABA(16628) GESTÃO FINANCEIRA E COMÉRCIO EXTERIOR EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial430MG
(3363) FACULDADE GUARAÍ(46707) GESTÃO NO AGRONEGÓCIOEducação Presencial360TO
(1042) UNIVERSIDADE POSITIVO(90928) INOVAÇÃO E GESTÃO ESTRATÉGICA EM AGRONEGÓCIOEducação Presencial420PR
(2491) INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO CECAP(95270) Inovação em Agronegócios e BioeconomiaEducação Presencial360DF
(15980) FG Faculdade Global(69766) MBA Agronegócio e Agroindústria com Ênfase em Sustentabilidade –Educação Presencial432RS
(1657) CENTRO UNIVERSITÁRIO UNISEP(60607) MBA – Agronegócio e CooperativismoEducação Presencial420PR
(18036) Faculdade Telos(76988) MBA Agronegócio e Desenvolvimento SustentávelEducação Presencial480GO, MG, PR, SP
(439) FACULDADE DOUTOR FRANCISCO MAEDA(1172) MBA AGRONEGÓCIO E ORGANIZAÇÕES SUSTENTÁVEISEducação Presencial490SP
(3875) CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL GUAXUPÉ(41008) MBA-AgronegóciosEducação a Distância380MG
(3875) CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL GUAXUPÉ(33398) MBA – AGRONEGÓCIOSEducação Presencial360MG
(1491) CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL(68647) MBA EM ADMINISTRAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS E BIOTECNOLOGIA ***Educação a Distância450PR
(1453) FACULDADE LOGOS INTERNACIONAL(55) MBA EM AGRÍCOLA,PLANTAÇÃO E AGRONEGÓCIOSEducação Presencial480BA, CE, MG, MS, PB, PE, PR, RN, SE, SP
(1196) CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ – UNICESUMAR(36372) MBA em AgronegócioEducação a Distância480PR
(3428) FACULDADE ALFA AMÉRICA(102345) MBA em AgronegócioEducação a Distância720SP
(4584) Faculdade Facese(108609) MBA em AgronegócioEducação a Distância720PR
(271) UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA(11062) MBA EM AGRONEGÓCIOEducação Presencial400SP
(1513) FACULDADE PITÁGORAS INSTITUTO CAMILLO FILHO(93485) MBA EM AGRONEGÓCIOEducação Presencial360PI
(3193) FACULDADES INTEGRADAS DOS CAMPOS GERAIS(108822) MBA EM AGRONEGÓCIOEducação Presencial360PR
(12916) IPOG – INSTITUTO DE PÓS-GRADUAÇÃO & GRADUAÇÃO(81636) MBA em Agronegócio e AgroindústriaEducação Presencial480AC, AL, AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SC, SE, SP, TO
(1374) FACULDADE DE GUARANTÃ DO NORTE(28117) MBA em Agronegócio e Desenvolvimento SustentávelEducação Presencial450MT
(55) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO(31893) MBA em AgronegóciosEducação Presencial450SP
(222) CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOTUPORANGA(38207) MBA em AgronegóciosEducação Presencial400SP
(17889) FACULDADE IBG(82925) MBA em AgronegóciosEducação Presencial400MT
(298) UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR(83184) MBA em AgronegóciosEducação a Distância440PR
(671) UNIVERSIDADE ANHANGUERA(84380) MBA em AgronegóciosEducação a Distância440MS
(3688) FACULDADES INTEGRADAS DO VALE DO IVAÍ(39302) MBA EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial400PR
(13865) FACULDADE SISTEMA DE ENSINO GAÚCHO(82130) MBA EM AGRONEGÓCIOSEducação Presencial360RS
(673) CENTRO UNIVERSITÁRIO DA GRANDE DOURADOS(102261) MBA EM AGRONEGÓCIOSEducação a Distância464MS
(3649) CENTRO UNIVERSITÁRIO CIDADE VERDE(87343) MBA em Agronegócios e Desenvolvimento SustentávelEducação a Distância480PR
(671) UNIVERSIDADE ANHANGUERA(90907) MBA em Agronegócios IEducação a Distância400MS
(298) UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR(92819) MBA em Agronegócios IEducação a Distância400PR
(298) UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR(93001) MBA em Agronegócios IIEducação a Distância400PR
(17889) FACULDADE IBG(101584) MBA em Agronegócios IIEducação Presencial400MT
(671) UNIVERSIDADE ANHANGUERA(93825) MBA em Agronegócios IIIEducação a Distância400MS
(18631) FACULDADE DO VALE DO RIO ARINOS(80449) MBA EM CONTABILIDADE RURAL E GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial392MT
(17118) Faculdade do Norte de Mato Grosso(86076) MBA – EM CONTABILIDADE RURAL E GESTÃO DO AGRONEGÓCIO – SAPEZALEducação Presencial412MT
(1815) FACULDADE DO INSTITUTO BRASIL(48486) MBA EM GESTÃO DA CONTABILIDADE NO AGRONEGÓCIOSEducação Presencial360GO
(1336) CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSIS GURGACZ(34861) MBA em Gestão de AgronegóciosEducação Presencial360PR
(17) UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA(81725) MBA em Gestão de AgronegóciosEducação Presencial373MG
(1336) CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSIS GURGACZ(83008) MBA EM GESTÃO DE AGRONEGÓCIOSEducação a Distância380PR
(299) FACULDADE DE JANDAIA DO SUL(104782) MBA EM GESTÃO DE AGRONEGÓCIOSEducação Presencial360PR
(17) UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA(104358) MBA em Gestão de Agronegócios – Turma IIEducação Presencial360MG
(12748) FETAC – FACULDADE DE EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO DE CAARAPÓ(64050) MBA em Gestão de Cidades e AgronegóciosEducação Presencial600GO, MG, MS
(12661) FACULDADE DE TECNOLOGIA SAINT PAUL(56725) MBA em Gestão de cooperativas do AgronegócioEducação Presencial484SP
(1767) FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS(4316) MBA em gestão do agronegócioEducação Presencial400MT
(1945) FACULDADE DE SORRISO(8989) MBA em Gestão do AgronegócioEducação Presencial440MT
(1305) FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, GERENCIAIS E EDUCAÇÃO DE SINOP(45925) MBA em Gestão do AgronegócioEducação Presencial404MT
(5000) Faculdade Ágora – Administração, Educação e Cultura(56027) MBA em Gestão do AgronegócioEducação Presencial480PR, RJ, SP
(1472) CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI(66567) MBA em Gestão do AgronegócioEducação a Distância480SC
(1574) FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA(67989) MBA em Gestão do AgronegócioEducação Presencial360PR
(21672) Faculdade Cerrado(86004) MBA em Gestão do AgronegócioEducação Presencial400DF
(1030) Centro Universitário IBMEC(93948) MBA em Gestão do AgronegócioEducação a Distância480RJ
(4101) FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL(96197) MBA em Gestão do AgronegócioEducação Presencial392GO
(143) UNIVERSIDADE DE UBERABA(47613) MBA EM GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação a Distância480MG
(13716) FACULDADE DE TECNOLOGIA GAP(86442) MBA EM GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial440GO
(1945) FACULDADE DE SORRISO(12187) MBA em Gestão do Agronegócio (ATIVO)Educação Presencial440MT
(21537) Faculdade de Santo Ângelo(100134) MBA em Gestão do Agronegócio e CooperativismoEducação Presencial480RS
(1305) FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, GERENCIAIS E EDUCAÇÃO DE SINOP(110037) MBA em Gestão do Agronegócio IEducação Presencial404MT
(1703) INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RIO VERDE(49268) MBA em Gestão Estratégica de AgronegóciosEducação Presencial360GO
(1786) INSTITUTO MACHADENSE DE ENSINO SUPERIOR(81279) MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DE COOPERATIVAS DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial360MG
(14181) FACULDADE DE TECNOLOGIA DO COOPERATIVISMO(24114) MBA em Gestão Estratégica do AgronegócioEducação Presencial370RS
(1396) Centro Universitário Dinâmica das Cataratas(41260) MBA em Gestão Estratégica do AgronegócioEducação Presencial360PR
(19866) Faculdade EduCareMT(77059) MBA em Gestão Estratégica do AgronegócioEducação Presencial420MT
(20541) FACULDADE DO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO – ISE(89373) MBA em Gestão Estratégica do AgronegócioEducação Presencial420PR
(21583) FACULDADE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE PERNAMBUCO(107655) MBA em Gestão Estratégica do AgronegócioEducação Presencial420PE
(1725) FACULDADE XV DE AGOSTO(23152) MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial420AL, BA, RS, SC, SP
(1597) FACULDADE SANTA FÉ(62865) MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial420DF, MA, MT
(1732) FACULDADE GENNARI E PEARTREE(97072) MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial450SP
(19597) Faculdade Via Sapiens(81641) MBA em Gestão Sustentável do AgronegócioEducação Presencial420CE
(163) UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ(109454) MBA EM MARKETING E GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação a Distância361RJ
(4582) FACULDADE CENTRO SUL DO PARANÁ(45281) MBA Executivo em Agronegócios e Gestão AmbientalEducação Presencial360CE, DF, MG, PR, RJ, RO, RS, SP
(18616) FACULDADE ÁGORA – FAG(55722) MBA Executivo em Agronegócios e Gestão AmbientalEducação Presencial360MT
(18616) FACULDADE ÁGORA – FAG(55725) MBA Executivo em Agronegócios e Gestão Ambiental – LRVEducação Presencial360MT
(3876) Faculdade Unyleya(104164) MBA EXECUTIVO EM ECONOMIA E GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação a Distância360RJ
(3876) Faculdade Unyleya(98607) MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE AGRONEGÓCIOSEducação a Distância360RJ
(12748) FETAC – FACULDADE DE EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO DE CAARAPÓ(87826) Mba Executivo Em Gestão De Cidades E AgronegóciosEducação Presencial420GO, MG, MS
(1153) UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES(11774) MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE CIDADES E AGRONEGÓCIOSEducação a Distância495RJ
(4821) FACULDADE PROMINAS DE MONTES CLAROS(106578) MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE CIDADES E AGRONEGÓCIOSEducação a Distância640MG
(15450) Faculdade Única de Ipatinga(107773) MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE CIDADES E AGRONEGÓCIOSEducação a Distância500MG
(16525) FACULDADE DUARTE COELHO(12600) MBA GESTÃO DE AGRONEGÓCIOEducação Presencial424PE
(16245) FACULDADE ESCOLA DE NEGÓCIOS EXCELLENCE(55201) MBA Gestão de AgronegóciosEducação Presencial380MA
(1078) CENTRO UNIVERSITÁRIO INTEGRADO DE CAMPO MOURÃO(14917) MBA – Gestão do AgronegócioEducação Presencial450PR
(4123) Faculdade de Gestão e Inovação(96858) MBA Gestão do AgronegócioEducação Presencial420GO, MT
(3939) FACULDADE ALIANÇA DE ITABERAI(84158) MBA GESTÃO DO AGRONEGÓCIOEducação Presencial396GO
(12916) IPOG – INSTITUTO DE PÓS-GRADUAÇÃO & GRADUAÇÃO(103410) MBA Gestão Estratégica do AgronegócioEducação Presencial432AC, AL, AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SC, SE, SP, TO
(1520) FACULDADE FIA DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS(86467) MBA Gestão Estratégica em AgronegóciosEducação Presencial600SP
(1657) CENTRO UNIVERSITÁRIO UNISEP(88454) MBA – GESTÃO E VENDAS NO AGRONEGÓCIOEducação Presencial435PR
(1491) CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL(41514) MB EM AGRONÉGOCIOS E BOTECNOLOGIAEducação a Distância450PR
(55) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO(32187) PLANEJAMENTO E GESTÃO DO AGRONEGÓCIO DO LEITEEducação Presencial400SP
(5036) INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE(14857) Pós-graduação em Desenvolvimento Rural e AgronegócioEducação Presencial495SC
(21888) Faculdade Rehagro(83095) Pós-graduação em Gestão do AgronegócioEducação Presencial360MG
(1327) ESCOLA SUPERIOR DE PROPAGANDA E MARKETING DE PORTO ALEGRE(56506) Pós Graduação em Gestão do AgronegócioEducação Presencial360RS
(17590) Faculdade ISAE BRASIL(63946) Pós-Graduação em Gestão Estratégica e o AgronegóciosEducação Presencial432PR
(3368) CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS(96237) Pós-Graduação Lato Sensu em Estatística Aplicada ao AgronegócioEducação a Distância360MG
(3368) CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS(50161) Pós Graduação Lato Sensu em Gestão Aplicada ao AgronegócioEducação a Distância360MG
(3368) CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS(96227) Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão e Economia do AgronegócioEducação a Distância360MG
(4093) FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CURITIBA(87427) SEGURANÇA DO TRABALHO NO AGRONEGÓCIOEducação Presencial420MT
(16759) Faculdade do Bico do Papagaio(33660) Tecnologia em Gestão de AgronegócioEducação Presencial420TO

Os dados são do site do MEC. Na medida do possível, atualizaremos os links para as instituições.


5 de outubro de 2018

Guilherme Boulos odeia o agronegócio


Guilherme Boulos

Guilherme Boulos, candidato do PSOL a presidente da República, não tem muito apreço pelo agronegócio, isso é fato. Mas suas declarações durante o debate com os candidatos na Rede Globo, na noite do dia 4 de outubro, colocaram ainda mais em evidência as suas considerações sobre o setor.

Em um “bate-bola” com a candidata Marina Silva, disparou vários impropérios.

Nas palavras do candidato Guilherme Boulos:

Olha Marina, de fato, esta questão dos impostos é fundamental. E você sabe que um dos setores da economia que mais leva a farra das desonerações é o agronegócio. O ITR, que é o imposto territorial rural, tem uma arrecadação minúscula no país. É menor do que a arrecadação de 3 meses do IPTU da cidade de São Paulo. Dizem que o agronegócio carrega o Brasil nas costas. A gente já ouviu aqui defesa do agronegócio neste debate. É o contrário: é o Brasil que carrega o agronegócio nas costas, com desonerações e isenções abusivas. 70% de tudo o que a gente come, vem da agricultura familiar. Nós vamos fazer uma reforma agrária agroecológica, pra tê comida sem transgênico, sem agrotóxico, com desmatamento zero. Eu tenho muito orgulho de ter como vice a Sônia Guajajara, liderança indígena. Pra dizer o seguinte: que prá nós, ao contrário do que se diz aqui na Globo, o Agro não é pop, o agro é tóxico. O Agro mata.

O plano de governo de Guilherme Boulos com seus destaques para a agricultura pode ser visto neste link aqui no Blog do Farmfor.

O candidato tem por volta de zero por cento nas pesquisas, mas é bom monitorar o que outros pensam sobre o agro e os que até compartilham da mesma opinião, mas não falam abertamente. Fiquem de olho.

 

O debate da Globo pode ser assistido na íntegra neste link. A fala do candidato fica aproximadamente em 02:16:00.

 


20 de agosto de 2018

Os Planos de João Amoêdo para a Agricultura


João Amoêdo Para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do NOVO para a área agrícola.

 

O plano de governo do candidato João Amoêdo destaca o agronegócio em sua bandeira número 9: “Responsabilidade Com As Futuras Gerações Com Foco Na Sustentabilidade E Um Agronegócio Moderno Indutor Do Desenvolvimento”, onde existem as seguintes propostas:

 

Sustentabilidade é um tema global. O Brasil tem uma das maiores e mais belas naturezas do mundo, com ativos naturais diversificados. Temos desafios importantes em relação às florestas,
águas, mudanças climáticas, poluição e biodiversidade. É essencial combinar preservação ambiental com desenvolvimento econômico para que o Brasil explore seus recursos e gere oportunidades de crescimento, sem comprometer o meio ambiente para as próximas gerações. Segundo o Instituto Trata Brasil, cerca de 50% dos brasileiros não têm coleta de esgoto, e somente cerca de 44% do esgoto coletado é tratado. É um problema que afeta o meio ambiente, a qualidade de vida nas cidades e a saúde das pessoas.

 

  • Universalizar o saneamento no Brasil.
  • Conciliação definitiva entre conservação ambiental e desenvolvimento agrícola.
  • Eliminar o desmatamento ilegal.

Propostas

  • Saneamento e recuperação dos rios, baías e praias do Brasil em parceria com o setor privado.
    Redução definitiva do desmatamento ilegal na Amazônia Legal, com mais tecnologia e fiscalização.
  • Aplicação do Código Florestal.
  • Avanço no cadastro ambiental rural e mais cooperação entre órgãos envolvidos.
  • Fim dos lixões em todo o País através de consórcios municipais e parcerias com o setor privado.
  • Ampliação da energia renovável na matriz energética.
  • Fim dos subsídios à energia não-renovável, como gasolina e diesel.

 

Esclarecimentos:

Nesta série de postagens sobre os candidatos a presidente nas Eleições 2018, seguiremos o padrão de título “Os Planos de [Candidato] para a Agricultura”, seguido por subtítulo “Veja as propostas do candidato do [Partido] para a área agrícola”, destacando o que estiver reservado para a agricultura nos Planos de Governo (propostas) publicadas no site DivulgaCand do TSE, quando disponível. Todos os posts desta série estão publicados com a tag Propostas dos Candidatos 2018. Se você chegou neste texto mas quer ver os outros, basta acessar a tag.

A capa dos posts serão as mesmas publicadas nos facebooks oficiais dos candidatos, quando disponíveis.

 


16 de agosto de 2018

Os Planos de Marina Silva para a Agricultura


Marina Silva para a Agricultura

Veja as propostas da candidata da REDE para a área agrícola.

 

O Plano de governo de Marina Silva tem considerações sobre a agricultura, palavra que aparece 10 vezes no documento. No item 17, “Qualidade de Vida no Campo”, destaca-se:

 

Nos últimos 50 anos, o Brasil se transformou numa potência global na produção de alimentos e energia de biomassa a partir da sua produção agropecuária. Atingiu este patamar de produção com padrões de sustentabilidade e controle sanitário avançados e reconhecidos internacionalmente. O Brasil se destaca como o primeiro, ou dentre os primeiros produtores e exportadores de várias culturas e produtos agropecuários. Em 2017, o PIB do setor agropecuário representou 22% do PIB do País, respondeu por 20% dos empregos e 44% das exportações totais brasileiras, equivalente a US$ 97 bilhões. O potencial do setor, no entanto, pode ser muito maior se as enormes deficiências ainda existentes forem corrigidas. A insuficiente e precária infraestrutura de armazenamento e transporte tem elevado o custo do produto brasileiro de forma injustificada, onerando preços para o consumidor brasileiro e reduzindo sua competitividade internacional. Custos elevados de transporte e as perdas geradas por uma infraestrutura debilitada, na forma de estradas mal ou não-pavimentadas, malha ferroviária absolutamente insuficiente em extensão e qualidade, e falta de capacidade de armazenagem, tem inflado o custo de produção, diminuindo a renda de toda a cadeia produtiva, e limitando a capacidade do agricultor aplicar praticas mais avançadas no campo. O segundo maior fator que tem afetado o setor agropecuário é o protecionismo e outras práticas distorcivas de comércio, como subsídios à produção local e à exportação. É preciso manter a vigilância e o combate permanente a práticas distorcivas através dos instrumentos disponíveis na OMC. Além disso, o Brasil tem sido muito tímido em negociações de livre comércio, o que tem reduzido a sua participação nos fluxos de comercio internacional, apesar de sua pujança e reconhecida capacidade produtiva. Para enfrentar os problemas acima descritos e apoiar o desenvolvimento do setor, vamos implementar um conjunto de iniciativas que incluem: estabelecer modelos de contratação estimulem o investimento privado em infraestrutura, garantindo estabilidade de regras e segurança jurídica; promover iniciativas que levem a uma maior integração e ao livre comercio de produtos agropecuários, através de uma agenda ativa de negociações internacionais: criar instrumentos que valorizem a produção e a comercialização de produtos agropecuários de forma sustentável e promover a valoração econômica da preservação de recursos naturais como florestas naturais, a água, e a biodiversidade nas propriedades rurais; fortalecer os mecanismos de controle sanitário, com integração crescente entre os órgãos de fiscalização e monitoramento e as empresas envolvidas com o processamento agroindustrial; e, criar condições para a ampliação do seguro rural, como instrumento de proteção da renda do produtor e mitigação dos riscos climáticos. Estimularemos, ainda, a integração virtuosa da agricultura energética com a agricultura alimentar, com o objetivo de capitalizar a agricultura alimentar e atender a demanda crescente por bioenergia e biocombustíveis, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa, por meio da redução do consumo de combustíveis fósseis. Finalmente, criaremos incentivos para o fomento à pesquisa, tanto na Embrapa como em outras instituições criteriosamente selecionadas, para promover a constate inovação no setor.

 

Outra frente importante em que vamos atuar com determinação diz respeito ao planejamento do uso da terra no país. Promoveremos um Estudo de Planejamento da Paisagem e Ordenamento do Território em todo o território nacional, como subsídio a uma proposta de Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) aberta ao debate público. Garantiremos apoio financeiro e técnico aos estados que comprovadamente tenham limitações para a implementação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), a fim de viabilizar a validação dos dados cadastrados. Apoiaremos a definição de metas concretas para a regularização do Programa de Regularização Ambiental (PRA) pelos estados e da Cota de Reserva Ambiental (CRA), incluindo prazos, e prevendo recursos financeiros e humanos para garantir a efetiva implementação desses dispositivos. Essas serão importantes iniciativas para a implantação do Código Florestal, sem mais prorrogações ou atrasos. A agricultura brasileira teve importantes ganhos de produtividade nas últimas décadas. A produção cresce mais rápido do que a área cultivada, mas há importantes desafios a enfrentar para torná-la adequada do ponto de vista socioambiental. Isso porque, a expansão ainda avança sobre florestas e outras áreas de vegetação natural em todos os biomas brasileiros, especialmente no Cerrado. A competitividade internacional da agropecuária brasileira pode ser aumentada se o país avançar nas questões socioambientais. A racionalização do uso de insumos, a promoção de técnicas de melhoria e conservação do solo, o controle biológico, com a concomitante redução do uso de agrotóxicos, e a diversificação da produção são algumas das medidas que podem ser adotadas. Promoveremos uma nova geração de políticas e programas voltados à questão agrária e à agricultura familiar no Brasil, incluindo uma reforma no ambiente institucional. A mera reedição das políticas anteriores não será suficiente para um tratamento adequado a essas questões de grande significado social, econômico e ambiental. Tampouco é aceitável a simples descontinuidade destes políticas, como tem ocorrido nos últimos anos. Desenvolveremos, em parceria com organizações públicas, universidades e sociedade civil projetos estratégicos para os assentamentos rurais. Hoje parte deles produz, mas outra parte tornou-se lugar de moradia simplesmente. Incentivaremos o desenvolvimento de políticas públicas que sejam capazes de reorientar a produção em assentamentos, tornando-os polos de transição ecológica em direção a um sistema agroalimentar inovador. Daremos tratamento específico, com o desenvolvimento de políticas públicas dirigidas para uma grande faixa situada no semiárido nordestino, onde estão concentrados os minifúndios no Brasil, com vistas a superar a situação de precariedade em que vivem centenas de milhares de famílias.   Unificaremos os cadastros de terras e atuaremos com firmeza na resolução dos conflitos no campo. A regularização fundiária e o ordenamento territorial no Brasil são prioridades do nosso governo, visando à consolidação de um modelo de utilização da terra que garanta segurança jurídica para os produtores familiares e assentados, setor empresarial, comunidades tradicionais – indígenas, quilombolas e extrativistas, compatíveis com a conservação da biodiversidade. Promoveremos a integração das estruturas educacionais com as redes de ciência e tecnologia, incluindo os institutos de pesquisa, universidades e a rede da Embrapa, hoje totalmente apartados, pois é fundamental criar um novo ambiente educacional para uma nova agricultura e um novo Brasil rural.  Proporemos a reforma do Imposto Territorial Rural (ITR), a fim de desestimular a atuação patrimonialista dos proprietários de terras, incentivando os agricultores – grandes ou pequenos – que se posicionem numa perspectiva de transição ecológica.

 

O Estatuto da Terra tem mais de meio século de existência. É preciso harmonizar os novos instrumentos de gestão do território, promovendo um efetivo zoneamento ecológico e econômico, para o gerenciamento da questão agrária no país, fortalecendo, também, a rede de unidades de conservação e definindo as áreas prioritárias para a proteção e uso sustentável da biodiversidade e produção de serviços ecossistêmicos. A agricultura familiar é fundamental para produzir alimentos para o consumo interno, garantir o trabalho e a geração de renda no campo. Seu financiamento será garantido com a destinação de recursos de forma crescente e constante ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Família (Pronaf). Nossas políticas de apoio à agricultura familiar incluem a ampliação dos recursos destinados à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com o objetivo será investir no desenvolvimento de tecnologias e insumos apropriados e a abertura de mercados por meio da aplicação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – que favorece as compras governamentais de produtos destinados à merenda escolar, quarteis, hospitais e presídios – pagando-lhes preços compatíveis com os praticados nos mercados regionais. Priorizaremos, ainda, iniciativas para aprofundar e expandir programas de capacitação técnica para pequenos agricultores, dando atenção especial à agroecologia; promover, em parceria com os municípios a oferta local de composto orgânico por meio da compostagem; incentivo à instalação de pequenas unidades processadoras de bioinsumos – principalmente fertilizantes orgânicos e microorganismos benéficos para controle biológico; incentivo a incubadoras, nas universidades, de empresas para desenvolvimento e fabricação de insumos agroecológicos; apoio à criação de núcleos de agroecologia nas instituições de ensino, reunindo a força dos jovens ao conhecimento científico e à experiência dos agricultores da região; ampliação do volume de recursos destinados ao seguro rural; e incentivo à capacitação de profissionais para gestão de cooperativas, principalmente as de agricultores familiares. Apoiaremos a aprovação do projeto de lei da Política de Redução de Agrotóxicos, de iniciativa Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco. Retomaremos os processos de reconhecimento de territórios quilombolas, sejam os que já estão concluídos e aguardam apenas a oficialização, sejam os que tramitam no órgão responsável. O mesmo empenho será dedicado à finalização dos processos administrativos das terras indígenas pendentes. Quanto às comunidades indígenas desterritorializadas, em função da ocupação de suas terras por terceiros com patrocínio do Estado, criaremos um Fundo de Regularização Fundiária para readquirir estas terras a preços de mercado.

 

Esclarecimentos:

Nesta série de postagens sobre os candidatos a presidente nas Eleições 2018, seguiremos o padrão de título “Os Planos de [Candidato] para a Agricultura”, seguido por subtítulo “Veja as propostas do candidato do [Partido] para a área agrícola”, destacando o que estiver reservado para a agricultura nos Planos de Governo (propostas) publicadas no site DivulgaCand do TSE, quando disponível. Todos os posts desta série estão publicados com a tag Propostas dos Candidatos 2018. Se você chegou neste texto mas quer ver os outros, basta acessar a tag.

A capa dos posts serão as mesmas publicadas nos facebooks oficiais dos candidatos, quando disponíveis.


16 de agosto de 2018

Os Planos de Lula para a Agricultura


Lula para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do PT para a área agrícola.

 

O Plano de Governo do candidato petista (independente das questões legais, acreditamos que a chapa do partido manterá o programa) reserva um capítulo para a agricultura.

 

O item 5.4, “Viver Bem no Campo” destaca:

 

Terra, água e biodiversidade estão no centro da crise ambiental brasileira, que também afeta as cidades. Assim, a transição ecológica realça a interdependência entre cidade e campo. Para se viver bem nas cidades, é fundamental que o campo produza alimentos saudáveis. Por outro lado, o viver bem no campo pressupõe a extensão para o rural dos bens e serviços que, muitas vezes, limitam-se às cidades, tais como saneamento básico, saúde, educação, cultura e internet de alta velocidade. É preciso superar a legislação atual que define o rural como o lugar onde não há infraestrutura urbana. O projeto neoliberal submete os bens públicos ambientais aos interesses do mercado. Para tanto, defende a flexibilização completa da regulação voltada para esses bens. O presidente Lula entende que o Poder Público tem um papel fundamental na democratização do acesso a terras rurais e urbanas, no ordenamento dos usos do solo e da água, na proteção da biodiversidade e na regulação democrática dos recursos naturais. Mais do que isso, o Estado deve prover políticas articuladas voltadas ao território, terras, rios e florestas, visando o viver bem no campo e na cidade. É no campo que os impactos das mudanças climáticas serão mais sentidos, dada a vulnerabilidade da produção aos seus efeitos, tanto na agricultura de subsistência, com efeitos graves sobre os povos do campo, das florestas e das águas, quanto na agroexportadora que tem papel importante na balança comercial brasileira. Entretanto, é também o campo que pode dar contribuições mais substanciais para a transição ecológica no Brasil. O uso democrático e sustentável da terra, com a preservação da biodiversidade e dos seus serviços ecossistêmicos (principalmente a água), é essencial para a prosperidade socioeconômica das presentes e futuras gerações de brasileiras e brasileiros. O Brasil precisa aproveitar o momento de desvalorização do câmbio e dos altos preços das principais commodities exportadas para dar solidez a práticas mais sustentáveis de produção no campo. A prioridade deve ser a produção agroecológica, tornando as práticas de agricultura de baixo carbono formas dominantes de produção no agronegócio e na agricultura familiar, em sintonia com a UNCTAD que, desde 2013, afirma que o mundo precisa de novos paradigmas no desenvolvimento agrícola pautados pela “intensificação ecológica”. Evidentemente, essa perspectiva envolve um processo de transição de longo prazo, que deve ser intensificado no próximo governo Lula. Essa agenda passa pela recriação, em órgão único, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Ministério da Aquicultura e Pesca, bem como pelo redesenho dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente

 

5.4.1 Produzir alimentos saudáveis O Brasil é um dos países que mais consome agrotóxicos no mundo. Enquanto nos EUA se consome 2.6kg/ha/ano de agrotóxicos, aqui, se consome 6.1kg/ha/ano, incluindo aqueles sabidamente cancerígenos e causadores de má-formação na gravidez, proibidos na maior parte do mundo. Para mudar essa situação, o governo Lula vai instituir um programa de redução de agrotóxicos, com medidas específicas e imediatas, entre as quais destacam-se o estímulo aos biopesticidas e a atualização da legislação nacional às recentes recomendações da FAO. Ademais, serão revisados os incentivos fiscais e tributários existentes para os insumos químicos proibidos em outras partes do mundo, além de fortalecidas a avaliação e a fiscalização periódicas dos agrotóxicos autorizados no país pela ANVISA. Serão incentivadas a agricultura com método de produção integrada e a construção de uma política de manejo e cuidado para culturas especiais (minorcrops) com poucas ou quase nenhuma alternativa fitossanitárias, com foco em alternativas e práticas agroecológicas. Serão banidos também no Brasil os agrotóxicos que já estão proibidos nos principais mercados internacionais do Brasil. 5.4.2 Políticas para o agronegócio A produção e exportação agropecuária é um dos carros-chefe da economia real brasileira, especialmente na última década, caracterizada pela alta dos preços das principais commodities no mercado internacional. Esse segmento – que inclui a agricultura, pecuária, a indústria de insumos e o setor de serviços – responde por 23% do PIB e por mais de 40% das exportações do país. O apoio do governo federal deve ser acompanhado da regulação do grande agronegócio para mitigar os danos socioambientais, impedir o avanço do desmatamento, assegurar o ordena- mento da expansão territorial da agricultura de escala, corrigir as permissividades normativas, impedir excessos das subvenções públicas e subordinar sua dinâmica aos interesses da soberania alimentar do país. O crédito rural terá mudanças. Além de não financiar práticas produtivas ofensivas ao meio ambiente e aos direitos trabalhistas, serão valorizadas as boas práticas ambientais na agricultura. O novo marco legal do Plano Safra conterá diretriz para que, até 2030, o financiamento esteja integralmente voltado para a agricultura de baixo carbono (Plano Safra ABC). Além disso, por meio de políticas fiscais, serão estimuladas as exportações de produtos de maior valor agregado para reduzir a primarização da pauta exportadora.

 

5.4.3 Democratização da terra e reforma agrária A Reforma Agrária, em um país que tem a história de dominação da terra pelas elites políticas e econômicas, é a principal ferramenta para a construção da vida digna no campo, enfrentando os problemas do capitalismo moderno e excludente. O reconhecimento de direitos, a democratização do acesso à terra e o fortalecimento da agricultura familiar visam estimular a ruralização voluntária, em contraposição à urbanização forçada. Para isso, o governo Lula colocará a reforma agrária no centro da agenda pública nacional. Promoverá a atualização dos parâmetros de aferição da função social da terra rural, como determina a Constituição, que contemplará não só a produtividade econômica, mas também a legislação ambiental e trabalhista. O Imposto Territorial Rural (ITR) será totalmente reformado e transformado em tributo regulatório de caráter progressivo no tempo. O novo ITR virá acompanhado de novos mecanismos voltados para os usos da terra para desestimular o processo especulativo, as práticas predatórias ao meio ambiente e a aquisição de terras por estrangeiros.

 

Além disso, o governo promoverá a regularização fundiária dos territórios tradicionais e historicamente ocupados, o reconhecimento e demarcação das terras indígenas e assegurará a titularidade prioritária às mulheres nos lotes dos assentamentos nos programas de reforma agrária. 5.4.4 Fortalecer a agricultura familiar de base agroecológica O governo Lula dará prioridade absoluta ao fortalecimento, à expansão da agricultura familiar e à promoção da agroindustrialização, especialmente a baseada em processos cooperativos, de diversificação da produção regional, de estruturas produtivas de pequeno e médio porte articuladas com um sistema de armazenamento e comercialização dos produtos da agricultura camponesa. Para tanto, atualizará e ampliará o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e reorientará a atuação da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) para a compra de alimentos da agricultura familiar. O governo federal estimulará o fortalecimento de mecanismos simplificados para potencializar o escoamento da produção da agricultura em mercados, feiras e comércios locais que façam chegar alimentos saudáveis a preço acessível nas grandes cidades. O desafio estratégico a ser enfrentado pelo governo na agricultura de larga escala e a familiar é a transição para um modelo produtivo de base agroecológica. Essa transição não será simples, nem imediata. Implicará desde mudanças na maneira de alocar os recursos até alterações nos currículos dos cursos de agronomia e técnicos agrícolas. Nesse contexto, o programa de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) terá papel importante, razão pela qual ele será retomado, fortalecido e ampliado no próximo governo. Além disso, Lula vai aprimorar o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária e recuperar a Embrapa para assegurar centralidade para as pesquisas voltadas à agricultura de base agroecológica. O PRONAF também terá mudanças. O programa, cujo valor saltou de pouco mais de R$ 2 bi, em 2002/2003, para quase R$ 30 bi, em 2015/2016, será simplificado, fortalecidoe ampliado, e conterá ações que promovam a indução da produção agroecológica e a tomada de crédito por mulheres produtoras. Ademais, conterá mecanismos para o acesso ao crédito pelos segmentos empobrecidos da agricultura familiar e pelos povos do campo, das águas e das florestas.

 

5.4.5 Aquicultura e pesca O próximo governo Lula recolocará a pesca e aquicultura na agenda do país, com ações voltadas a estimular a produção e o consumo interno, às exportações de pescado e, sobretudo, à estruturação da cadeia produtiva, com práticas ambientalmente sustentáveis. Será desenvolvida uma forte política de inclusão social e econômica dos pescadores artesanais, com ações de melhoria da renda, do crédito, da infraestrutura, da assistência técnica, da comercialização e da garantia dos direitos sociais; o objetivo é a redução das desigualdades. Ademais, o governo Lula implantará um robusto programa de desenvolvimento da aquicultura com investimentos em pesquisa, em crédito, em assistência técnica, em licenciamento ambiental e em emissão das Cessões de Águas da União. 5.4.6 Direitos humanos e sociais no campo O Presidente Lula tem compromisso com a efetivação dos direitos sociais dos povos do campo, das águas e das florestas. Todos os programas e ações do governo federal serão voltados igual- mente para as cidades e para o campo, de modo a assegurar as condições de permanência e o viver bem no meio rural, com saúde, educação, moradia digna, saneamento, iluminação, transportes e atrativos culturais, de esporte e de lazer. Merece, ainda, destaque a universalização do acesso à internet banda larga barata e acessível em todas as localidades. Serão fortalecidos programas e ações voltados à infância e adolescência e implementado o Plano Nacional de Juventude e Sucessão Rural. A educação do campo, indígena e quilombola será priorizada, com investimentos na formação de professores, na construção e reforma de es- colas e na aquisição de veículos adequados ao transporte escolar seguro, com oferta pública de ensino médio e EJA, integrada à formação profissional dos jovens do campo e fomento à pedagogia da alternância. O governo Lula enfrentará duramente a violência no campo e a impunidade, de modo a assegurar os direitos humanos dos que lutam pelo direito à terra e ao território, especialmente dos defensores de direitos humanos. 5.4.7 Viver bem no semiárido Lula foi presidente que mais fez pelo Semiárido brasileiro. As políticas de segurança alimentar, de transferência de renda e de segurança hídrica, com a participação da sociedade civil no seu desenho e execução, mudaram a região. No próximo governo serão fortalecidas as políticas de inclusão produtiva e superação da pobreza, as políticas de enfrentamento à seca, de combate à desertificação e de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas; políticas de convivência com o semiárido, em especial as práticas de manejo e conservação do solo, da vegetação nativa e das águas, que promovam a soberania alimentar, hídrica e energética, conservando paisagens e serviços ecossistêmicos, numa perspectiva agroecológica. Será ainda retomado e ampliado o projeto 1 milhão de cisternas, apoiando as iniciativas de autogestão e convivência com o semiárido. 5.4.8 Proteção e defesa dos animais A Constituição de 1988 veda práticas que submetam os animais à crueldade, e a Lei de Crimes Ambientais criminaliza os atos de abuso e maus-tratos de animais nativos ou exóticos. O aparato legal, porém, tem sido insuficiente. Diversos movimentos sociais denunciam o descumprimento e pregam o reconhecimento dos direitos dos animais. Inspirado pelas experiências internacionais, o governo Lula promoverá um amplo debate para a construção de políticas públicas nacionais de proteção e defesa dos animais, em especial na área de educação, visando a construção de uma nova cultura sobre tema.

 

Esclarecimentos:

Nesta série de postagens sobre os candidatos a presidente nas Eleições 2018, seguiremos o padrão de título “Os Planos de [Candidato] para a Agricultura”, seguido por subtítulo “Veja as propostas do candidato do [Partido] para a área agrícola”, destacando o que estiver reservado para a agricultura nos Planos de Governo (propostas) publicadas no site DivulgaCand do TSE, quando disponível. Todos os posts desta série estão publicados com a tag Propostas dos Candidatos 2018. Se você chegou neste texto mas quer ver os outros, basta acessar a tag.

A capa dos posts serão as mesmas publicadas nos facebooks oficiais dos candidatos, quando disponíveis.


16 de agosto de 2018

Os Planos de João Goulart Filho para a Agricultura


João goulart Filho para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do PPL para a área agrícola.

 

No Plano de Governo de João Goulart Filho, a agricultura aparece nos itens 8 e 9 do documento:

 

8. Reconstruir o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, esvaziado após a desastrosa fusão com o Ministério das Comunicações. Elevar o investimento em pesquisa de 1% para 3% do PIB nos próximos quatro anos, equiparando-o ao de países como a China, Japão, Coreia do Sul, Suécia, França, EUA e Alemanha. Baseado no Plano de Ciência e Inovação Tecnológica da Academia Brasileira de Ciências, desenvolver a engenharia nacional e os setores de tecnologia de ponta vitais para a nossa independência: microeletrônica, informática, telecomunicações, materiais estratégicos, engenharia genética, biomédica, nuclear, aeroespacial e a indústria da defesa. Reativar a Telebrás para universalizar a banda larga. Tirar o Programa Espacial Brasileiro da penúria criada por sucessivos cortes orçamentários e pelo descaso com os projetos estratégicos para o país. Abortar a venda da Embraer à Boeing, reestatizar a empresa. Garantir a perenidade do setor nuclear brasileiro segundo as regras constitucionais e a participação do Brasil nos grandes experimentos internacionais. Em curto prazo, vamos estabelecer e executar o plano de financiamento da conclusão da usina de Angra 3, do Reator Multipropósito Brasileiro e do Submarino Nuclear; promover o plano de independência do tesouro da INB, ampliando sua participação no mercado de combustíveis nucleares. Em médio prazo, nosso compromisso é concluir a elaboração do Programa Nuclear Brasileiro, transformando-o em política de Estado. Estimular a participação da iniciativa privada nas aplicações da tecnologia nuclear à agricultura, medicina e indústria. Promover o desenvolvimento das tecnologias nucleares e correlatas, estabelecendo cooperação entre empresas, institutos de pesquisa e universidades brasileiras.

 

9. Promover a produção e o aumento da produtividade de alimentos na pequena e média unidade rural para o mercado interno. A principal característica da agropecuária brasileira na atualidade é o chamado agronegócio. Trata-se da produção para o mercado mundial (as commodities) a partir de um sistema que integra o capital financeiro, as transnacionais e os grandes proprietários de terra. As 50 maiores empresas agroindustriais de capital estrangeiro e nacional controlam praticamente todo o comércio das commodities agrícolas no Brasil e, indiretamente, a oferta de produtos agropecuários do país. A produção agropecuária vem crescendo a uma taxa elevada. O Brasil está hoje entre os líderes mundiais de exportação de vários produtos. Resulta mais do aumento da produtividade, ou seja, do uso intensivo de áreas já ocupadas, do que do aumento da área cultivada. A taxa anual de crescimento da produtividade entre 1975 a 2014 foi de 3,53%, o dobro da média mundial. Esse crescimento da produtividade é fruto, sobretudo, da incorporação ao processo produtivo de tecnologias resultantes de pesquisas realizadas pela Embrapa. A ocupação do cerrado e de áreas do norte do país pela soja e a grande expansão do rebanho bovino são exemplos desse trabalho.

No entanto, no período recente, vêm ocorrendo dois fatos que prejudicam esse papel da Embrapa: 1) as empresas transnacionais vêm ocupando seu lugar no fornecimento de tecnologia aos produtores rurais; 2) essas mesmas transnacionais firmaram contratos com a Embrapa para que esta produza tecnologia segundo seus interesses, como é o caso da Monsanto. Entre outros problemas, há dois que se destacam no modelo agropecuário implantado no Brasil: 1) o avanço tecnológico beneficia principalmente as empresas agropecuárias voltadas para o mercado externo, em detrimento do mercado interno, enquanto 13 milhões de pessoas estão passando fome; 2) os pequenos e médios proprietários rurais estão imprensados, de um lado, pela dependência em relação às transnacionais que fornecem sementes, adubos e fertilizantes, máquinas e implementos agrícolas (boa parte importados) e, de outro, das transnacionais que controlam o comércio mundial de produtos agropecuários. Assim, o modelo do agronegócio beneficia apenas aos banqueiros, às transnacionais e aos grandes proprietários de terras. Por isso, cabe ao Estado captar parte da renda da terra apropriada por esse núcleo hegemônico no agronegócio e, de outro, fortalecer o pequeno e médio produtor rural. Comprometemo-nos então a cobrar, de forma progressiva, imposto de exportação sobre produtos agropecuários e a usar de todos os instrumentos de política agrícola – garantia de preços rentáveis para o agricultor, compra antecipada de toda produção de alimentos dos pequenos produtores, crédito rural suficiente e subsidiado, seguro rural, assistência tecnológica, armazenagem, apoio ao acesso a máquinas, equipamentos e insumos – para incentivar o pequeno e médio produtor de alimentos para as populações urbanas. Além disso, mediante a política de compra governamental, vamos formar os estoques reguladores de alimentos de origem agrícola de modo a garantir a estabilidade dos preços, usando para isso a Conab, que deve retomar as funções das três empresas que lhe deram origem: financiamento da produção, armazenagem e distribuição de alimentos. Vamos fomentar a produção nacional de insumos, adubos, implementos e máquinas agrícolas, além de criarmos a Empresa Brasileira de Comércio Exterior, a fim de barrar a dependência do pequeno e médio produtor rural em relação às transnacionais. Essa ação será fortalecida pelo restabelecimento do papel histórico da Embrapa na geração de tecnologia, particularmente para a produção de alimentos para o mercado interno, e pela recriação da Embrater para promover a disseminação de tecnologia. Para isso, se cobrará uma taxa de 1% sobre as exportações agropecuárias para aplicar em ciência e tecnologia nessas empresas.

 

No item 10, fala-se sobre reforma agrária:

 

10. Realizar uma Reforma Agrária verdadeira no País. Até agora, o que houve foi uma mera política de assentamentos rurais, sem um projeto mais amplo de Reforma Agrária. A média anual de assentamentos do governo FHC foi de apenas 67 mil; no governo Lula, melhorou um pouco para 76 mil; no governo Dilma (primeiro mandato), despencou para 27 mil. Isso levaria 64 anos para assentar as 4 milhões de famílias de trabalhadores rurais sem terra existentes atualmente (posseiros, parceiros, arrendatários, assalariados rurais temporários e mini fundistas com até 5 há). A primeira e única política séria de Reforma Agrária no Brasil foi a decretada pelo governo João Goulart. No Comício da Central do Brasil, a 13 de março de 1964, Jango assinou o decreto no. 53.700, que considerava de interesse social, portanto passíveis de desapropriação, os imóveis rurais de mais de 500 hectares situados até a 10 quilômetros da margem das rodovias, ferrovias e açudes federais. Foi, infelizmente, interrompida pelo golpe de 1964. O agronegócio que prevalece hoje no país, ao concentrar a propriedade rural, deteriorar as condições de vida dos trabalhadores do campo e inviabilizar a oferta de alimentos baratos para as populações urbanas, atualiza a necessidade de uma verdadeira Reforma Agrária. Uma Reforma Agrária que democratize o acesso à terra e que contribua para o desenvolvimento ao melhorar as condições de vida no campo e fortalecer o mercado interno para a indústria. Para realizar a Reforma Agrária, comprometemo-nos a priorizar o processo de desapropriação das terras improdutivas, das propriedades de empresas estrangeiras, de todas as terras que não cumprem a sua função social, relativa ao uso produtivo, às condições sociais e trabalhistas dos trabalhadores e a preservação do meio ambiente, como estabelece a Constituição Federal de 1988, as áreas nas zonas de fronteira do país que estejam em mãos de grandes empresas, sobretudo de capital estrangeiro; expropriar imediatamente todas as fazendas que se utilizam de trabalho escravo, narcotráfico e contrabando de mercadorias; exigir a devolução de todas as terras públicas que foram griladas por fazendeiros e empresas; garantir o direito a posse e uso da terra aos povos indígenas e quilombolas, ribeirinhos, pescadores e comunidades tradicionais; além de taxar de maneira progressiva a propriedade rural levando em consideração o tamanho, independente da produção (hoje, com o ITR, o governo arrecada apenas 0,1% de sua receita).Já nos primeiros seis de governo, vamos assentar todas as 130 mil famílias de sem-terra acampadas, de um total de 400 mil que assentaremos no primeiro ano.

 

Para que a Reforma Agrária tenha sucesso, vamos promover a organização da produção e da comercialização com base em todas as formas de cooperação agrícola: formas tradicionais de organização comunitária, associações, cooperativas. Para que o trabalhador assentado possa produzir alimentos para as populações urbanas e garantir sua comercialização, o apoiaremos com a garantia de preços rentáveis para o pequeno agricultor, compra antecipada de toda produção de alimentos dos pequenos produtores, crédito rural suficiente e subsidiado, seguro rural, assistência tecnológica, armazenagem, apoio ao acesso a máquinas, equipamentos e insumos. Todas as famílias beneficiadas pela Reforma Agrária receberão títulos de concessão de uso, com direito a herança familiar, com dupla titularidade incluindo a mulher, sendo proibida a venda das parcelas de terra de Reforma Agrária. Recriar o Ministério da Reforma Agrária.

 

Esclarecimentos:

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16 de agosto de 2018

Os Planos de Bolsonaro para a Agricultura


Bolsonaro para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do PSL para a área agrícola.

 

O Plano de Governo do candidato Bolsonaro tem três menções a agricultura, com os destaques:

 

Em Inovação, Ciência e Tecnologia:

 

Cada região do Brasil deve buscar suas vantagens comparativas: por exemplo, o Nordeste tem grande potencial de desenvolver fontes de energia renovável, solar e eólica. Os países da Ásia têm investido nesta tecnologia. Na agricultura, há espaço para trazer o conhecimento de Israel. Inclusive, Jair Bolsonaro pôde iniciar conversas sobre parcerias nesses países.

 

Em Agricultura – Uma Proposta de Mudanças

 

• O Estado deve facilitar que o agricultor e suas famílias sejam os gestores do espaço rural. Devemos identificar quais são as áreas em que realmente o Estado precisa estar presente, e a que nível. Em alguns casos pode ser por ações ou atividades especificas, em outros atuando como regulador, ou mesmo negociador. O primeiro passo é sair da situação atual onde instituições relacionadas ao setor estão espalhadas e loteadas em vários ministérios, reunindo-as em uma só pasta. • A nova estrutura federal agropecuária teria as seguintes atribuições: Política e Economia Agrícola (Inclui Comércio) Recursos Naturais e Meio Ambiente Rural Defesa Agropecuária e Segurança Alimentar Pesca e Piscicultura Desenvolvimento Rural Sustentável (Atuação por Programas) Inovação Tecnológica • Tais atribuições seriam exercidas dentro da nova forma de gestão, através de indicadores que permitam identificar e monitorar o andamento de cada programa.

 

Segurança no Campo; • Solução para a questão agrária; • Logística de transporte e armazenamento; • Uma só porta para atender as demandas do Agro e do setor rural; • Políticas especificas para consolidar e abrir novos mercados externos; • Diversificação

 

O candidato não usa a palavra “agronegócio”.

 

 

 

 

Esclarecimentos:

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16 de agosto de 2018

Os Planos de Henrique Meirelles para a Agricultura


Henrique Meirelles para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do MDB para a área agrícola.

O Plano de Governo de Henrique Meirelles menciona agricultura na página 15 do documento, no destaque:

 

A retomada das obras de infraestrutura e logística é decisiva para o aumento da competitividade da agricultura. Em apenas 40 anos, o Brasil saiu da situação de importador de alimentos para se tornar celeiro do mundo.

Lavouras e florestas plantadas ocupam 8% do território nacional. As pastagens, 19,7%.

No Ministério da Fazenda, Meirelles criou as condições para que bancos financiassem as duas maiores safras da história. Dívidas de pequenos agricultores do Nordeste foram renegociadas e acelerou-se a entrega de títulos de propriedade em todo o país.

Financiamento, inovação, expansão dos projetos de pequenos irrigantes e melhoria da infraestrutura serão prioridades para que os agricultores sigam ampliando a produtividade. Outras medidas de apoio estão previstas, como o reforço da segurança no campo e a expansão da telefonia celular, graças ao satélite geoestacionário do Brasil.

 

O documento não usa a palavra “agronegócio”.

 

Esclarecimentos:

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16 de agosto de 2018

Os Planos de Guilherme Boulos para a Agricultura


Guilherme Boulos para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do PSOL para a área agrícola.

 

O Plano de Governo de Guilherme Boulos usa 13 vezes a palavra agricultura, em diversas medidas:

 

Organizar o sistema de distribuição e incentivar a produção local de alimentos baseados na agricultura familiar para reduzir volatilidade nos preços (em “Redução da taxa de juros básica da economia pela menor vulnerabilidade externa e mitigação dos mecanismos de propagação de choques de oferta para o conjunto de preços da economia”).

 

Muitos pontos envolvendo reforma agrária:

 

A Reforma Agrária Popular e Agroecológica é a solução para os graves problemas sociais e ambientais que vivemos: os assentamentos do MST e de outros movimentos populares que lutam pela terra, assim como as comunidades quilombolas e as terras onde se encontram os povos indígenas/originários, pescadores, ribeirinhos, são hoje o melhor exemplo de como devemos tratar a natureza, de como devemos cuidar da terra, da água e dos recursos naturais que temos à nossa disposição em todo o Brasil. A nossa proposta é produzir alimentação saudável, sem veneno, sem agrotóxico e barata para o povo brasileiro, priorizando o mercado interno, para melhorar a qualidade de vida da população que vive no campo e na cidade, e sempre pensando numa agricultura que une produção de alimentos a cuidados com a saúde da população. Isso é agroecologia, um novo modo de vida, uma nova relação entre ser humano e natureza, produzir alimentos ao mesmo tempo em que produzimos o bem-estar de toda a sociedade.

 

Retomar e realizar as metas e objetivos do II Plano Nacional de Reforma Agrária (2003), visando uma regularização fundiária massiva para diferentes setores da agricultura popular e assentamento de, no mínimo, 1 milhão de novas famílias sem terra;

 

Fortalecer, criar e estimular programas de cooperação agrícola entre as famílias assentadas, pequenos agricultores, agricultores familiares, povos indígenas, comunidades quilombolas e comunidades tradicionais de diferentes regiões, dentro dos estados e em nível nacional. Construir uma rede nacional de cooperação entre esses setores da agricultura que são responsáveis pela produção de alimentos para o nosso povo;

 

Quanto aos defensivos:

 

Revogar todas as medidas tomadas pelos governos anteriores que autorizem ou facilitem a utilização de agrotóxicos na agricultura brasileira;

 

Debater com a sociedade e construir uma base social de apoio para a implementação de várias medidas para a regulação e controle rigoroso, numa ação imediata, visando a extinção do modelo de agricultura baseado na utilização de veneno na produção de alimentos. Desde 2008 o Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos. Nos últimos 15 anos o mercado de consumo de agrotóxicos no Brasil cresceu em 284%. Isso se deve também pelo crescente uso de sementes geneticamente modificadas, os transgênicos;

 

Fortalecer e estimular a agricultura popular (assentamentos, quilombolas, indígenas, posseiros, agricultura familiar/camponesa), sem veneno nem transgênicos. Iniciar um processo de transição para que ocorra uma reforma estrutural na produção de alimentos no Brasil, visando a completa eliminação das sementes transgênicas e dos agrotóxicos na agricultura; combater o agronegócio, que faz com que hoje cada brasileiro consuma por ano, em média, 7,3 litros de venenoi;

 

Para efeitos legais, com o estabelecimento do desmatamento zero no país e a proteção das florestas nativas, a União, os Estados, Municípios e o Distrito Federal não mais concederão autorizações de desmatamento das florestas nativas brasileiras. Mas essa proibição não deve se aplicar em questões consideradas de segurança nacional, defesa civil, pesquisa, planos de manejo florestal, atividades de interesse social e utilidade pública especificadas em resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e atividades de baixo impacto a serem regulamentadas por ato do poder executivo. As proibições de desmatamento de que trata esta lei terão exceção para os imóveis rurais da agricultura familiar (Lei 11.326/2006) por um período de cinco anos, condicionadas à implementação, pelo poder público, nestes imóveis, de programas de assistência técnica, extensão rural, fomento à recuperação de florestas nativas, transferência de tecnologia e de geração de renda compatíveis com o uso sustentável da floresta. E os desmatamentos em terras indígenas e populações tradicionais continuarão sendo regidos por legislação específica.

 

Em questões sobre combustíveis fósseis:

 

Signatário do Acordo de Paris, de 2015, o Brasil se comprometeu a reduzir suas emissões de GEE e a restaurar 120 mil km2 de suas florestas até 2030. Honrar esse compromisso é decisivo para a sociedade brasileira. 60% da população do país tem menos de 29 anos. Para garantir um futuro digno para todos, é preciso uma mudança decisiva em nosso modelo energético, produtivo e agrário. Isso demanda uma transição para energias renováveis de baixo carbono (como a eólica e a solar), com a proibição fraturamento hidráulico (fracking) do folhelho; uma indústria mais limpa, comprometida com a reciclagem, a engenharia reversa e a redução do uso dos plásticos e outros produtos de grande impacto ambiental; um sistema de transportes, baseado em modais coletivos e sob trilhos, que supere nossa dependência do rodoviarismo, do petróleo e reverta a cultura do automóvel nas grandes cidades; e uma agricultura de alimentos saudáveis, priorizando vegetais, respeitosa das florestas e voltada para a segurança alimentar do povo brasileiro.

Sobre desemprego:

 

É preciso colocar a riqueza do trabalho a serviço da população trabalhadora. Estamos falando de população trabalhadora num sentido amplo, que inclui o pequeno proprietário no comércio, o prestador de serviços, o camponês que labuta na agricultura familiar e detém a propriedade de um pequeno lote de terra, o funcionário público, o desempregado, o informal que vive de “bicos”. Trata-se de um projeto para os 99% contra o 1% de privilegiados, a ser sustentado pelo movimento sindical, mas também pelo conjunto dos movimentos sociais que atua junto aos trabalhadores precários e não sindicalmente organizados. Nessa perspectiva, os privilegiados são aqueles que vivem às custas da exploração do trabalho alheio, que se beneficiam de incentivos e subsídios fiscais, que não pagam imposto sobre sua propriedade e seus exorbitantes ganhos financeiros.

Em relações internacionais:

 

A geopolítica da economia extrativista expressa bem a atual forma neoliberal de globalização. A intensificação de investimentos para exploração da natureza em países ricos em “recursos naturais” (na realidade bens comuns) através da mineração, agricultura intensiva, pesca em larga escala, extração de madeira, de petróleo e gás, levaram fluxos de capital para o Sul Global. A diplomacia de matérias-primas de países como os da União Europeia, dos Estados Unidos, do Canadá e da China preocupa-se principalmente em assegurar o fornecimento de recursos naturais a seus mercados internos, salvaguardando sua própria competitividade.

Em política externa:

 

A atuação internacional brasileira buscou, nesse período, consolidar sua identidade de potência emergente, mediadora entre o Norte e Sul global, com capacidade de incidência no sistema internacional. Expressão maior disso foram as disputas brasileiras em organizações multilaterais, como OMC, FAO, Comissão Interamericana de Direitos Humanos e Conselho de Segurança da ONU. Almejou protagonismo nos rumos dos debates sobre desenvolvimento e se lançou como empreendedor de normas internacionais. Teve participação central nas agendas multilaterais de comércio, finanças, meio-ambiente, direitos humanos e outros temas, ainda que com contradições e limites. A criação dos BRICS baseava-se em agenda que apostava na multipolaridade e na reforma do sistema internacional. Por outro lado, o predomínio da visão instrumental sobre as relações Sul-Sul evidenciou-se na exportação dos conflitos e contradições do nosso modelo de desenvolvimento. Em Moçambique, os investimentos no ProSavana e no Corredor Nacala, em concertação com o Japão, guardam semelhanças não apenas com a experiência do cerrado brasileiro, mas também com a expansão da fronteira do agronegócio em Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), configurando um modelo de inserção no sistema agroalimentar internacional subordinada aos interesses da agricultura de exportação.

 

Além destas menções, o agronegócio é citado negativamente em diversas passagens, como em este exemplo:

 

Num país em que seis pessoas concentram a mesma riqueza que cem milhões de brasileiros, em que os bancos ampliam seu lucro em 21% e o agronegócio amplia o desmatamento da Amazônia em 27% – num único ano – mesmo com crescimento econômico negativo, não é de se estranhar que se amplie entre o povo o medo de um futuro ainda pior.

 

 

Esclarecimentos:

Nesta série de postagens sobre os candidatos a presidente nas Eleições 2018, seguiremos o padrão de título “Os Planos de [Candidato] para a Agricultura”, seguido por subtítulo “Veja as propostas do candidato do [Partido] para a área agrícola”, destacando o que estiver reservado para a agricultura nos Planos de Governo (propostas) publicadas no site DivulgaCand do TSE, quando disponível. Todos os posts desta série estão publicados com a tag Propostas dos Candidatos 2018. Se você chegou neste texto mas quer ver os outros, basta acessar a tag.

A capa dos posts serão as mesmas publicadas nos facebooks oficiais dos candidatos, quando disponíveis.


16 de agosto de 2018

Os Planos de Geraldo Alckmin para a Agricultura


Geraldo Alckmin para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do PSDB para a área agrícola.

 

O plano de governo do candidato tucano fala em agricultura e variações na área “O Brasil da Esperança”, nos itens abaixo:

 

Priorizaremos políticas que permitam às regiões Norte e Nordeste desenvolver plenamente as suas potencialidades em áreas como energias renováveis, turismo, industria, agricultura e economia criativa

A liderança do Brasil na agricultura será reforçada pela transformação do Plano Safra em um plano plurianual para dar previsibilidade às regras da política agrícola, pela garantia da paz e da segurança jurídica no campo e pela consolidação dos programas de seguro agrícola e rural

Promoveremos o desenvolvimento da indústria 4.0, da economia criativa e da indústria do conhecimento, fomentando o empreendedorismo em áreas de inovação, da cultura, do turismo e, especialmente, em áreas onde já somos líderes, como a agroindústria

 

O plano de governo não usa a palavra “agronegócio”.

 

Esclarecimentos:

Nesta série de postagens sobre os candidatos a presidente nas Eleições 2018, seguiremos o padrão de título “Os Planos de [Candidato] para a Agricultura”, seguido por subtítulo “Veja as propostas do candidato do [Partido] para a área agrícola”, destacando o que estiver reservado para a agricultura nos Planos de Governo (propostas) publicadas no site DivulgaCand do TSE, quando disponível. Todos os posts desta série estão publicados com a tag Propostas dos Candidatos 2018. Se você chegou neste texto mas quer ver os outros, basta acessar a tag.

A capa dos posts serão as mesmas publicadas nos facebooks oficiais dos candidatos, quando disponíveis.


16 de agosto de 2018

Os Planos de Eymael para a Agricultura


Eymael para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do DC para a área agrícola.

 

Dentro da área “Política voltada para o desenvolvimento”, a palavra agronegócio (o plano de governo não utiliza a palavra agricultura) aparece no destaque “h”:

 

 Valorizar o agro-negócio e apoiá-lo com ações de governo específicas, valorizando e apoiando ao mesmo tempo os pequenos e médios produtores rurais.

 

 

 

 

 

Esclarecimentos:

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16 de agosto de 2018

Os Planos de Ciro Gomes para a Agricultura


Ciro Gomes para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do PDT para a área agrícola.

 

O plano de governo de Ciro Gomes, do PDT, menciona 7 vezes a palavra agricultura, especialmente nos parágrafos abaixo:

 

Reforço do papel do BB na concessão de crédito à agricultura e capital de giro
para pequenas e médias empresas.

 

Não menos relevantes, os setores do agronegócio, agricultura familiar,
serviços em geral, comércio, a economia criativa e o turismo também
serão estimulados para contribuir ao crescimento da economia brasileira
e à geração de empregos. Da mesma forma, atenção especial deverá ser
direcionada aos empreendedores, inovadores e às pequenas e médias
empresas. Esses estímulos serão discutidos ao longo da campanha.

 

Quando falamos em desenvolvimento econômico, reindustrialização, 3 agricultura e infraestrutura, não podemos nos esquecer que esse processo deve ocorrer de forma sustentável, preservando o meio ambiente. A maior parte dos conflitos observados na Política de Meio Ambiente é fruto de uma oposição artificial entre dois conceitos originalmente interligados, a ecologia e a economia. Percebemos que não há falta de espaço, mas sim de ordenamento no uso e ocupação das terras no Brasil. Existem áreas úteis de sobra para sistemas produtivos, ao passo que estes setores ocupam, em áreas já modificadas pela ação humana, mais de metade das áreas vocacionadas para preservação. De outro lado, as políticas conservacionistas priorizaram a instituição de unidades protegidas como salvaguarda de nossa biodiversidade e pouco avançaram em políticas de harmonização da preservação com a produção. É necessário solucionar essa apenas aparente contradição. O país tem elevada biodiversidade e necessita definir e priorizar ações que desenvolvam o seu manejo e preservação, de modo a melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 

Desenvolvimento, no país, de defensivos agrícolas específicos para as
nossas culturas e problemas, de menor conteúdo tóxico para pessoas e o
meio ambiente, e incentivo à adoção de sistemas de controle alternativos na
agricultura, prática essa que se constitui em uma tendência mundial.

 

Fortalecimento dos empreendimentos e coletivos de juventude da
agricultura familiar, pesca artesanal e demais atividades produtivas do
campo e da cidade, bem como, incentivo à formação de novos coletivos
visando à promoção da economia solidária como estratégia para garantia do
bem viver, do trabalho digno e da renda para a juventude.

 

 

Desenvolvimento e reconstrução de nossa relação com a China, condicionando o avanço da presença chinesa no Brasil à colaboração com nosso governo e nossas empresas na qualificação produtiva e tecnológica, inclusive de nossa agricultura, pecuária e mineração;

 

Priorização, nos acordos bilaterais e multilaterais de comércio, de nosso acesso aos meios de qualificação produtiva e tecnológica. Cada acordo deve servir ao objetivo de colocar o Brasil no rumo da economia do conhecimento não só na manufatura avançada, mas também nos serviços intelectualmente densos e na agricultura de precisão;

 

 

 

 

 

Esclarecimentos:

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16 de agosto de 2018

Os Planos de Cabo Daciolo para a Agricultura


Cabo Daciolo para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do PATRIOTA para a área agrícola.

 

 

A única menção agrícola do plano de governo do candidato Cabo Daciolo está no item 6 (infraestrutura e transportes), no seguinte parágrafo:

 

Vamos aumentar o número de rodovias federais que atualmente são 167
e facilitar a integração das regiões brasileiras por meio de políticas públicas e
convênios entre os governos federal e estaduais para facilitar o escoamento da
produção brasileira e promover o desenvolvimento regional, sobretudo, das
regiões mais pobres do país. Além disso, iremos integrar as rodovias existentes
às hidrovias e ferrovias, investindo na melhoria dos seus trechos não somente
para o transporte de cargas, mas também de passageiros, o que trará
melhorias aos setores agropecuário, de commodities e do turismo, gerando
emprego e renda bem como o surgimento de novos empreendimentos,
acentuando o potencial econômico do país.

 

 

Esclarecimentos:

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16 de agosto de 2018

Os Planos de Álvaro Dias para a Agricultura


Álvaro Dias para a Agricultura

Veja as propostas do candidato do PODEMOS para a área agrícola.

 

O plano de governo do candidato Álvaro Dias, do Podemos tem menções específicas ao agro dentro do setor economia, na meta 13. A palavra agricultura aparece 3 vezes no documento, nos parágrafos a seguir:

 

O resultado das ações propostas neste programa irá gerar um ponto de
inflexão na sociedade brasileira. A economia se tornará mais estável,
dinâmica e com um crescimento sustentável, a agricultura ainda mais
produtiva, a indústria mais próxima do seu futuro 4.0 e o setor de serviços
mais inovador.

 

Iremos buscar o desenvolvimento da indústria pela inovação, uma
agricultura com apoio para chegar a produzir 300 milhões de toneladas de
grãos em 2022 e uma nova diplomacia brasileira voltada para a expansão
vigorosa do comércio dos produtos nacionais, mediante novos acordos.

 

A recuperação da infraestrutura é condição fundamental para melhorar os resultados dos setores produtivos, particularmente a agricultura e a indústria de base. O estímulo ao empreendedorismo, ao desenvolvimento tecnológico e à educação são considerados essenciais para aumentar o nível de emprego.

 

Na meta 13 Planeta Agro, o candidato ainda especifica:

  • Produção em 2022: + 30% ou produção de 300 milhões de toneladas de grãos (cereais e leguminosas).
  • Segurança no campo: reintegração de posse sumária.
  • Seguro rural e armazenagem, defesa animal e vegetal.
  • Projeto Ferrovias.

 

Esclarecimentos:

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19 de junho de 2018

Terceira edição do Fórum Estadual do Agronegócio registrou público de mais de mil pessoas em dois dias


O fórum contou com palestras e painéis de nomes renomados da agricultura brasileira

 

Com o tema “Situação e Perspectivas”, o III Fórum Estadual do Agronegócio reuniu um público superior a mil pessoas nos dias 15 e 16 (sexta e sábado) de junho no Gran Palazzo Centro de Eventos, em Passo Fundo. O evento, que foi promovido pelo Instituto de Ciências Agronômicas (Incia), teve a participação de 16 palestrantes de todo o Brasil e contou na noite de sexta (15) com a palestra magna do ex-ministro da Agricultura e Abastecimento, Roberto Rodrigues.

Para o diretor do Instituto Incia e coordenador do evento, professor doutor Elmar Luiz Floss, o fórum consolidou Passo Fundo como um grande centro de convergência dos debates técnicos, políticos e econômicos do agronegócio nacional.  “A novidade neste ano foi realizar o fórum em dois dias e proporcionar aos espectadores uma maior interatividade com as empresas parceiras no espaço de exposição, o que gerou a prospecção de negócios e troca de conhecimento”, pontuou.

 

Fotos: Tiaraju Almeida.

 

Sobre a programação, Floss ressaltou que foi pensado em fazer um paralelo entre as questões que mais atingem o produtor rural: clima, mercado de grãos e cenário político/econômico. Sobre clima, houve a palestra do engenheiro agrônomo e agro meteorologista Marco Antônio dos Santos, de São Paulo. Na sexta-feira, ele salientou as perspectivas climáticas para as safras de inverno e verão. Na parte de mercado de grãos, também na sexta-feira, o engenheiro agrônomo e consultor de mercado, Flávio Roberto França Júnior, explicou para os participantes do evento como ganhar mais na comercialização das commodities e com o que o produtor deve se preocupar em um ano eleitoral.   Com relação ao cenário político e econômico, o engenheiro agrônomo e doutor em administração pela Universidade de São Paulo (USP), Marcos Fava Neves, palestrou no fórum com o tema “agronegócio brasileiro: presente e futuro”. Reflexões sobre as práticas usadas e o que é tendência foram destacadas pelo engenheiro agrônomo. Ele frisou nos próximos dez anos o agronegócio brasileiro vai gerar um adicional de cerca de um trilhão de reais.

 

Painéis

 

Os assuntos técnicos da agricultura também tiveram espaço na programação do evento.  Ao total, três painéis técnicos puderam ser vistos. Na sexta (15), no turno da tarde, “Manejo fitossanitário de culturas de lavoura”. No sábado (16), “Nutrição e adubação racional de culturas de lavoura” e “Avanços biotecnológicos nas culturas da soja e milho”. Este último, contou com as presenças do engenheiro agrônomo PhD. Geraldo Berger, da Monsanto/SP e do engenheiro agrônomo Dr. Alexandre de Lima Nepumoceno, da Embrapa Soja/PR.

 

Quarta edição do fórum

 

Na cerimônia de encerramento do fórum, na tarde de sábado (16), o professor doutor Elmar Luiz Floss confirmou a realização da quarta edição do fórum estadual do agronegócio, em 2019. Ainda sem data confirmada, o fórum deve acontecer em junho do próximo ano. “O que já temos de confirmado será um painel sobre as mulheres do agronegócio, visto a importância e a crescente participação feminina no meio”, finalizou.

 


16 de junho de 2018

“Agro é paz e é brasileiro”, afirma Roberto Rodrigues em Passo Fundo


O ex-ministro da Agricultura realizou a palestra magna no III Fórum Estadual do Agronegócio na noite de sexta (15)

 

Mesmo com a temperatura baixa, característica do sul do país nesta época do ano, o auditório do Gran Palazzo registrou um alto número de pessoas para assistir a palestra magna da noite de sexta-feira (15), do III Fórum Estadual do Agronegócio.  Quem palestrou foi o ex-ministro da Agricultura e Abastecimento, Roberto Rodrigues. Considerado pelo setor do agronegócio uma das maiores lideranças, Rodrigues chefiou a pasta de 2003 até 2006 e incluiu em seu currículo importantes avanços para a agricultura, como por exemplo, a lei de biossegurança e biotecnologia, no ano de 2005.

Em solo gaúcho, Rodrigues afirmou que o agronegócio é e continua sendo o setor fundamental para segurar a economia nacional em tempos de crise. “O agronegócio brasileiro representa um quarto do PIB nacional, gera um terço dos empregos do país, é responsável pelo saldo comercial do país, se não fosse o agro, estaríamos no déficit há muitos anos, isso permite salvar as nossas reservas em moedas estrangeiras”.  E complementou: “Com uma característica curiosa: nestes últimos três anos de desemprego muito grande no país, o único setor que desempregou pouco foi o agro, e além disso, dada a circunstância de que os modelos de gestão evoluíram muito, a mecanização, hoje a massa salarial que o campo paga, é maior que a do passado, ainda que tenha diminuído o número de empregados”.

 

Greve dos caminhoneiros e tabelamento

Uma das reinvindicações dos caminhoneiros após a paralisação de quase duas semanas, foi o tabelamento dos preços dos fretes pelo Governo Federal. Rodrigues salientou que o tabelamento de preços não é uma saída adequada para a resolução do problema. “Todas as vezes em que se fez tabelamento deu errado, não podia ser diferente agora. No entanto, há uma realidade que é preciso resolver no país: os custos ficam elevados para os produtores e os resultados financeiros não são suficientes para os transportadores, de modo que a solução passa forçosamente pela reforma tributária”.   Para ele, o caminho para o Brasil sair da crise passa pela aceitação das reformas, desde a tributária até a política. “A área ambiental tem que ser reformulada de uma forma mais consistente e com a modernidade brasileira, então o que é essencial é cuidar das reformas e a tributária tem o condão de mexer na questão do frete em definitivo”.

 

Política, agronegócio e segurança alimentar

Com relação ao cenário eleitoral de 2018, o ex-ministro ressaltou que esta eleição presidencial pode ser considerada a mais importante dos últimos 20 ou 30 anos, visto os problemas econômicos e financeiros que o país passa. “Nós vamos para uma eleição que tem duas possibilidades: ou vamos eleger um governo reformista ou podermos eleger um governo populista. Um governo reformista é o que precisamos para tocar em frente todas as questões que foram colocadas, reforma tributária, previdenciária, política, em busca da modernização e da segurança jurídica para o país. Um governo populista pode ‘descambar’ para um universo cujas consequências podem ser graves num nível de Venezuela, por exemplo, então é preciso muita preocupação, muito juízo na hora de votar”. Em específico para o agronegócio, ele comentou que está trabalhando em um projeto que pretende tornar o Brasil campeão mundial da segurança alimentar. “Estamos montando um plano de Estado, não é de governo, se fosse um plano de governo para o agro, teria que ter o plano do comércio, da indústria, da aviação… Teríamos 50 planos e o governo que se elegeria não tem condições de atender todos e não atenderia a nenhum. Foi montado um projeto que não tem o objetivo de proteger ou criar vantagens para o agro, tem um objetivo mais amplo, que é de transformar o Brasil no campeão da segurança alimentar. Por que? Porque você pode ficar sem qualquer coisa, menos sem alimento”. Rodrigues destacou que este é um plano que agrega os meios rurais e urbanos em busca de união. “Eu sou produtor rural e passei boa parte da minha vida criticando a sociedade urbana por não respeitar o agro, por não olhar com carinho, não valorizar o agro e critiquei muito por uns 40 anos.  Se eu criticar ‘você’, ao invés de ‘você’ gostar de mim, cada vez mais ‘você’ terá raiva de mim, então quanto mais a gente critica o setor urbano, menos eles se aproximam ‘da gente’. E hoje eu vejo com clareza, eu sou um bom produtor rural e agrônomo, mas não faço nada sem adubo, sem fertilizantes, sem defensivos, sem máquinas agrícolas, tudo é fabricado em empresas urbanas”. De acordo com Rodrigues, o projeto passou pela avaliação de centenas de entidades de classe e o lançamento está marcado para o dia 30 de junho. A expectativa é de que os integrantes do projeto possam conversar com os coordenadores de campanha dos candidatos à presidência da república, para explicar o plano e conseguir o compromisso dos mesmos. “O que o agro pode esperar ou deve esperar: que qualquer que seja o candidato eleito, ele tenha a clareza da importância do setor e assuma um plano que não tem nenhum pedido, demanda, ao contrário, o agro brasileiro está fazendo uma oferta ao mundo e ao governo brasileiro para que seja o campeão mundial da paz”.

 

O que é o agronegócio?

“Agro é paz! E principalmente é nosso, agro é brasileiro!”, finalizou.

 


14 de junho de 2018

Os maiores produtores mundiais de potássio


potássio

Importamos quase todo o potássio usado no país, enquanto o nosso próprio mineral segue sem exploração adequada.

O Brasil importa 92% de todo o potássio necessário para a nossa produção agrícola. Estes “heróicos” 8% saem de minas no estado do Amazonas e Sergipe (complexo Taquari-Vassouras, de propriedade da Petrobrás e arrendado para a Vale). Em 2014, foram consumidos 5,7 milhões de toneladas de potássio no Brasil.

Maiores produtores de potássio em 2016 (MT)

Canadá, Rússia, Bielorrússia, China, Alemanha, Jordânia, Israel, Chile, Espanha e Reino Unido, maiores produtores mundiais.

Nós temos enormes reservas de potássio na Amazônia, com potencial para suprir o mercado interno plenamente por décadas. Estas áreas estão em conflito judicial em uma briga que mistura mineradoras nacionais e internacionais, defensores do meio ambiente, lobby indígena, ONGs internacionais e políticos. Sobre o conflito índios X produção, não apenas na questão dos fertilizantes, nós recomendamos que o leitor acompanhe o trabalho do procurador do RS, Rodinei Candeia.


1 de setembro de 2017

Pós-graduação em marketing para cooperativas, no Paraná


Pós-graduação em marketing

Quarta turma do curso começa no dia 29 de setembro, na cidade de Cascavel

 

Ainda restam poucas vagas para o curso de pós-graduação em Marketing para Cooperativas no Agronegócio, com início das aulas previsto para o dia 29 de setembro, em Cascavel (PR), numa iniciativa do Sescoop/PR em parceria com a Universidade Positivo de Curitiba. Uma primeira turma está em andamento em Castro, na cooperativa Castrolanda, atendendo a uma demanda do Planejamento Estratégico PRC-100 que, entre seus direcionadores, está o foco no desenvolvimento das pessoas que atuam no cooperativismo paranaense, para melhoria de conhecimento nesta área fundamental para uma maior presença no mercado do varejo, seja de produtos ou serviços.

Objetivo – Segundo a coordenadora do curso, professora Anelise Machado de Araújo, a pós está focada no marketing para o agronegócio que aborda a disciplina como uma filosofia empresarial onde coloca o cliente e o consumidor no centro das decisões. “Neste contexto o curso colocará à disposição dos alunos subsídios que abrangerão tanto o marketing estratégico e operacional permitindo ao participante a desenvolver competências e habilidades para elaborar estratégias mercadológicas que agreguem valor as cooperativas assegurando competitividade e participação nos grandes mercados”, salientou. A professora afirma que o programa inclui conceitos estratégicos, de gestão, de varejo e de distribuição no agronegócio, além da visita técnica em abril de 2018 a Mercosuper, em Curitiba.

Serviço – O curso será realizado durante 18 meses, carga horária de 440 horas, com aulas mensais, sextas-feiras das 14h às 18h e das 19 às 22h e aos sábados das 8h às 12h e das 13h às 17h, no Hotel Bourbon, em Cascavel a partir do dia 29 de setembro. Os interessados nas últimas vagas devem entrar em contato com o Sescoop/PR, com Leandro Macioski pelo fone (41) 3200-1128 ou pelo e-mail.

Com informações do site Paraná Cooperativo.


3 de agosto de 2017

O Brasil é um dos países que menos ajuda o agricultor


Mesmo sendo um dos líderes no agronegócio mundial, o país é um dos recordistas negativos no suporte financeiro ao agricultor

 

A renomada consultoria Stratfor publicou uma análise sobre a situação da agricultura no comércio mundial, tratados comerciais e o comportamento dos países e blocos econômicos. Para quem domina o inglês, é uma ótima leitura, o estudo está no site da empresa (que cobra uma mensalidade para o fornecimento de análises, mas esta vai de brinde).

 

O texto apresenta uma informação importante através do gráfico acima: o Brasil é um dos países que menos ajuda o produtor rural, entre uma seleção de importantes players do mercado. Os dados vieram da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, OECD.

Entre China, União Européia, Rússia, Estados Unidos e Austrália, o Brasil só vence a terra dos cangurus no índice que demonstra a participação dos incentivos governamentais no percentual de lucro dos agricultores. E esta ajuda, tipicamente, vem de políticas de preços mínimos e pagamento de fertilizantes.

A intervenção estatal na economia é um debate constante entre diversas tendências, mas o fato é que não importando a estratégia interna, os países estão sempre disputando o mercado mundial com outras nações extremamente protetoras, que jogam até mesmo com políticas sanitárias para forçar negociações e, no final, quem pode mais, chora menos.

 



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