Tag: COVID-19

28 de maio de 2021

Fungo Negro: doença tem casos confirmados no Uruguai e no Paraguai


Fungo Negro

A doença rara é causada por fungos comuns no ambiente, geralmente encontrados no solo, plantas, esterco e vegetais em decomposição.

fungo negro hongo

O Fungo Negro é uma doença rara, mas está aparecendo com mais frequência por conta do COVID. Na Índia, 9000 casos já foram identificados e os nossos vizinhos Uruguai e Paraguai já possuem registros da enfermidade.

Fungo Negro, o que é?

A doença na realidade chama-se mucormicose (antigamente zigomicose), causada por um grupo de fungos da ordem Mucorales. Ataca as vias respiratórias, pele, cérebro e intestinos. Casos mais severos podem exigir a retirada de ossos e até mesmo dos olhos para evitar o avanço da infecção.

Doença típica de pacientes com imunidade baixa provocada por outras doenças, começou a aparecer também em pessoas que passaram pelo COVID-19.

Segundo o CDC, o Centro de Controle de Doenças dos EUA, os fungos que causam a mucormicose vivem no meio ambiente.

Os mucormicetos, grupo de fungos causadores da mucormicose, estão presentes em todo o meio ambiente, principalmente no solo e em associação com matéria orgânica em decomposição, como folhas, pilhas de composto e esterco animal. São mais comuns no solo do que no ar e no verão e outono do que no inverno ou na primavera.  A maioria das pessoas entra em contato com esporos microscópicos de fungos todos os dias, então provavelmente é impossível evitar completamente o contato com mucormicetos. Esses fungos não são prejudiciais para a maioria das pessoas. No entanto, para pessoas com sistema imunológico enfraquecido, respirar esporos de mucormycete pode causar uma infecção nos pulmões ou seios da face, que pode se espalhar para outras partes do corpo.

Tipos de fungos que causam mucormicose

Vários tipos diferentes de fungos podem causar mucormicose. Esses fungos são chamados de mucormicetes e pertencem à ordem científica Mucorales. Os tipos mais comuns que causam mucormicose são espécies de Rhizopus e espécies de Mucor . 5 Outros exemplos incluem Rhizomucor espécies, Syncephalastrum espécie, Cunninghamella bertholletiae , Apophysomyces, Lichtheimia (anteriormente Absidia ) , Saksenaea, e Rhizomucor .

Fungo Negro (Hongo Negro) no Paraguai e no Uruguai

Dois casos da doença foram confirmados pela Sociedade Paraguaia de Microbiologia no último dia 27: uma mulher em Coronel Oviedo e um homem em Assunção. Os dois são pacientes “pós-COVID” e diabéticos. A mulher veio a óbito e o homem está em recuperação, mediante tratamento.

No Uruguai, um homem de 50 anos também recuperado de COVID e diabético apresentou a doença, inclusive com neecrose na zona das mucosas bucais.

As autoridades dos dois países reforçam que a doença não é nova, mas ataca pessoas com o corpo debilitado por outras enfermidades. Diabéticos devem redobrar os cuidados nesta época de COVID, além de não abandonar os tratamentos prescritos normalmente. Na realidade, pessoas sem qualquer problema de saúde convivem com o fungo sem qualquer problema, todos os dias.

Nas pessoas com deficiência imunológica, o Fungo Negro é grave e a mortalidade chega a 50%. Os  sobreviventes muitas vezes ficam com deformações terríveis ou perda dos olhos.

Em geral, é bom redobrar os cuidados com a saúde neste período, em especial para agricultores envolvidos em atividades que gerem pó em ambientes fechados, limpeza e varredura de silos, armazéns, galpões e no trato com os animais. Todo cuidado é pouco.

Veja também

Why Deadly ‘Black Fungus’ Is Ravaging COVID Patients in India


6 de maio de 2021

Agricultor branco processa o governo Biden por racismo


agricultor branco

agricultor branco

Agricultor branco teve um perdão de empréstimo negado em um programa governamental de suporte financeiro durante a pandemia, por conta da cor da sua pele

Adam Faust, um agricultor da cidade de Calumet, no estado de Wisconsin, está processando a administração Biden, juntamente com outros 4 produtores, por racismo. Tudo por conta de um programa governamental para auxílio financeiro onde só pode aplicar quem for negro.

O programa fornece perdão para empréstimo tomado por agricultores. No processo, os autores revelam indignação com a perda de seus direitos constitucionais e declaram que com o perdão da dívida teriam a oportunidade de realizar novos investimentos, comprar equipamentos e dar suporte às famílias e para a comunidade.

Adam

Adam Faust na propriedade. Foto: Facebook da Faust Farms.

O programa federal em questão é chamado de American Rescue Plan e direcionará 4 bilhões de dólares para perdoar dívidas de agricultores com desvantagens sociais, mas só para negros, nativos americanos, hispânicos, nativos do Alaska, asiáticos ou habitantes das ilhas do Pacífico.

Os agricultores que processaram o governo são dos estados de Wisconsin, Minnesota, DAkota do Sul e Ohio. Segundo os principais sites de notícias dos EUA, o governo ainda não se pronunciou oficialmente.

 

Veja também

 

Calumet County farmer sues over racial requirements in loan forgiveness program 

Disabled white farmer sues Biden admin over ‘racist’ COVID relief plan


16 de março de 2021

Vereador gaúcho sugere usar aviões para pulverizar a cidade com álcool


vereador gaúcho

alberi dias

Vereador Gaúcho tem a solução

O vereador gaúcho Alberi Dias, do MDB, que também é presidente da Câmara na cidade de Canela, teve uma brilhante ideia para combater o coronavírus na cidade turística, famosa por sua arquitetura e clima frio: pulverizar o município com álcool, usando aviões ou helicópteros.

“… quem sabe… nós poderia (sic) pulverizar pelo menos a nossa cidade de avião né? Nós temos aí vários empresários que têm… são donos de helicóptero, avião. Sei lá, não sei se existe o álcool gel líquido, alguma coisa. Pulverizar, por que o vírus tá no ar né? É uma coisa de outro mundo. De outro mundo. Mas eu já vi… pulveriza lavouras. Não pulveriza lavouras, de avião? Talvez seja uma ideia também. Eu não sei a tecnologia pra isso. Pulverizar, que o álcool gel não faz mal”

Acima, o vídeo para quem não acreditar.

Não se sabe se foi uma brincadeira (provavelmente não), mas espanta – além do óbvio – o fato do edil não conhecer álcool em sua versão líquida. Com a palavra, os amigos da pulverização. Uma solução, digamos, explosiva.

Veja também

China usa drones para combater coronavírus


8 de março de 2021

Molnupiravir é a pílula da Merck contra o Coronavírus


molnupiravir

molnupiravir

Molnupiravir é a aposta da Merck para combater o coronavírus, depois de problemas com a sua tentativa de emplacar uma vacina

A Merck anunciou recentemente que o molnupiravir, sua medicação para combater o coronavírus produzido em parceria com a empresa Ridgeback, atingiu os objetivos esperados em uma nova fase de testes.

A Merck foi a criadora da Ivermectina, história que contamos aqui em Ivermectina, de droga lucrativa a esperança contra a COVID-19 em janeiro. Vale a pena a leitura.

Quem é a Ridgeback?

Segundo o seu site, a Ridgeback Biotherapeutics é “uma empresa de biotecnologia focada no tratamento e cuidado de populações de pacientes que precisam de terapias transformacionais, com foco atual em doenças infecciosas emergentes. Nosso objetivo é inovar e acelerar soluções que mudam e salvam vidas para a saúde e segurança da população global. Para esse fim, a Ridgeback tem dois produtos de pipeline de estágio avançado em desenvolvimento – ansuvimabe para o tratamento de Ebola e molnupiravir para o tratamento de COVID-19“.

O remédio

O Molnupiravir (que era chamado de EIDD-2801) inibe a replicação de múltiplos vírus do tipo RNA, entre eles o SARS-CoV-2, causador da COVID-19. A real criadora da droga é uma terceira, a Emory’s DRIVE, empresa sem fins lucrativos que fechou parceria com a Ridgeback em março de 2020.

emory

A novidade é que o remédio mostrou resultados animadores com 200 pacientes não hospitalizados, reduzindo a carga viral em sintomáticos no quinto dia de tratamento. Os pacientes que tomaram o remédio foram a 0% e o grupo do placebo ficaram em 24%.

Tecnicamente falando [alerta de termos técnicos que quase ninguém entende], o EIDD-2801 é uma forma oralmente biodisponível de um análogo de ribonucleosídeo altamente potente que inibe a replicação de vários vírus de RNA, incluindo SARS-CoV2. Em estudos de laboratório e animais de dois coronavírus distintos (SARS-CoV1 e MERS), a forma bioativa de EIDD-2801 demonstrou melhorar a função pulmonar, diminuir a perda de peso corporal e reduzir a quantidade de vírus no pulmão. Espera-se que o EIDD-2801 comece os testes clínicos para SARS-CoV2 e influenza no segundo trimestre de 2020. Além da atividade contra SARS-CoV2, o EIDD-2801, em estudos de laboratório, demonstrou atividade contra vírus sincicial respiratório, influenza, chikungunya , Ebola, vírus da encefalite equina venezuelana e vírus da encefalite equina oriental.

O remédio ainda precisa passar por mais fases de testes. Provavelmente, o verbete da Wikipedia fará uma compilação segura do progresso nos próximos meses.

 

 


5 de janeiro de 2021

Ivermectina, de droga lucrativa a esperança contra a COVID-19


ivermectina

ivermectina




 

A ivermectina ganhou destaque no mundo inteiro com a pandemia do coronavírus. Há quem defenda o uso como tratamento precoce no combate ao vírus e sua distribuição (ou não) chegou a pautar as campanhas eleitorais de 2020 no Brasil. Segundo a Gazeta do Povo, jornal do Paraná, prefeitos que distribuíram Ivermectina como forma de prevenção à Covid-19 foram reeleitos.

Quem é do agro conhece a ivermectina desde muito tempo. O antiparasitário usado no gado, equinos, suínos e em algumas raças de cães foi descoberto por japoneses (retirada de uma bactéria que vive no solo nos anos 70 e foi considerado uma droga revolucionária nos anos 80, sendo o Ivomec injetável o medicamento veterinário mais lucrativo do mundo na época.

Enquanto lucrava muito no mundo veterinário, a Merck (detentora da patente até 1996) também reconheceu o uso para humanos e fez doações significativas do medicamento para países da África combaterem a Oncocerose (Cegueira do Rio), em parceria com ONGs e a Organização Mundial da Saúde. Toda essa filantropia foi financiada com os lucros do Ivomec. A WHO chegou a publicar um boletim em 2004 chamando o tratamento em massa com ivermectina “uma estratégia de saúde pública pouco utilizada”. Um estudo realizado no Brasil é citado no documento.

O uso em humanos do Mectizan (nome comercial nos EUA) para o combate da cegueira do rio foi anunciado em 1987, sete anos depois de testes clínicos realizados no Senegal. Em 2001, o programa de doações da Merck estava ativo em 33 países da África subsaariana, América Latina, Yemen e Oriente Médio, tratando 25 milhões de pessoas anualmente e com meio bilhão de comprimidos administrados.

A ivermectina é apontada como uma das medicações mais importantes do mundo, ao lado da penicilina e da aspirina, de inegável sucesso para salvar ou melhorar a vida de milhões de pessoas atacadas por diversos tipos de parasitas. Se entrará para história como importante combatente na pandemia do COVID-19, só o tempo poderá dizer. Seria ótimo.

Curiosidade: a descoberta e a longa jornada de uma amostra de solo japonês

A história de como a ivermectina foi descoberta é incrível. No final dos anos 1960, Satoshi Ōmura, um microbiologista do Instituto Kitasako de Tóquio, estava procurando novos compostos antibacterianos e começou a coletar milhares de amostras de solo de todo o Japão. Ele cultivou bactérias das amostras, examinou as culturas quanto ao potencial medicinal e as enviou a 10.000 km de distância para o Merck Research Labs em Nova Jersey, onde seu colega, William Campbell, testou seu efeito contra vermes parasitas que afetam rebanhos e outros animais. Uma cultura, derivada de uma amostra de solo coletada perto de um campo de golfe a sudoeste de Tóquio, foi notavelmente eficaz contra vermes. A bactéria da cultura era uma espécie nova e foi batizada de Streptomyces avermictilis. O componente ativo, denominado avermectina, foi modificado quimicamente para aumentar sua atividade e segurança. O novo composto, chamado ivermectina, foi comercializado como um produto para a saúde animal em 1981 e logo se tornou um medicamento veterinário mais vendido no mundo. Surpreendentemente, apesar de décadas de pesquisas, S. avermictilis continua sendo a única fonte de avermectina já encontrada.

Extraído de Ivermectin: From Soil to Worms, and Beyond, do Barcelona Institute for Global Health.

Para saber mais

Ivermectin, ‘Wonder drug’ from Japan: the human use perspective.

Ivermectina (Wikipedia)

Discovery of Ivermectin.

 


9 de novembro de 2020

Baixo preço faz produtor queimar a lã no Reino Unido


lã

Os produtores de lã no Reino Unido estão sofrendo com o preço baixo do produto frente ao custo de produção. Para cada velo produzido, o custo é de 30 centavos, contra 24 recebido quando se encontra um comprador.

Um produtor do País de Gales que não quis se identificar, revoltado com a situação, resolveu queimar toda a lã do estoque em protesto. Foram para a fogueira mais de 800 velos e as fotos do “funeral” foram parar nas redes sociais, através de amigos que presenciaram a cena.

Só para tosquiar as ovelhas no Reino Unido, o custo por cabeça é de 2 libras.

 

O preço da lã previsto antes da pandemia (e do fechamento do mercado para exportação) era de 32 centavos o kg (um velo tem entre 2,5 e 5kg), sendo que o mercado já estava saturado com toneladas de produto não vendido. O Reino Unido produz anualmente 22 mil toneladas de lã, com um rebanho de 32 milhões de cabeças.

Visto no Daily Mail.

Veja também sobre lã, ovinos e tosquia:

Tosquia milionária: espanhóis fretam Boeing com tosquiadores do Uruguai.


27 de setembro de 2020

Pilotos de avião vão operar colheitadeiras na Austrália


Pilotos

Sem serviço por conta da pandemia do COVID-19, pilotos comerciais vão receber treinamento para voar baixo nas colheitadeiras

Como no mundo todo, os pilotos comerciais da Austrália estão sem trabalho por conta da pandemia e a proibição ou diminuição de voos de passageiros deixou as frotas das companias aéreas no chão.

E no agronegócio da Austrália o problema também é sério pela intensiva dependência dos trabalhadores sazonais nas colheitas, incluindo aí os operadores de colheitadeias, hoje impedidos de entrar no país. Alguém teve a feliz ideia de unir estes dois setores e dar emprego no campo para os pilotos.

Pilotos
2 Workin Oz é o nome da empresa responsável pelo treinamento de pilotos de avião para a operação de colheitadeiras. Acesse o site aqui.

Segundo reportagem da ABC Australia, faltam cerca de 1000 operadores de colheitadeira no país e os fazendeiros confiam mais nos pilotos treinados para trabalhar nas colheitas do que em operadores que começariam do zero. Outras atividades também estão demandando profissionais aposentados, como motoristas da caminhão.

Os pilotos vão trocar o cockpit dos aviões pelas cabines das colheitadeiras, com uma velocidade ligeiramente menor.

Saiba mais:

Border restrictions see out-of-work pilots retrain as machinery operators for WA grain harvest.

Veja também (antigo, só por curiosidade):

Tem vaga para tratorista na Austrália


22 de agosto de 2020

Agricultores americanos protestam contra políticas do COVID


Agricultores americanos

Os tratores foram para as ruas contra a interferência do governo estadual na vida das pessoas, exigências sanitárias e fechamento de igrejas e escolas

Os agricultores americanos do estado de Minnesota foram para as ruas no último dia 19 protestar contra as políticas do governo estadual no âmbito do COVID-19.

Os tratores foram para as ruas da cidade de Wadena contra a imposição do uso de máscaras, fechamento de igrejas e escolas e mais recentemente a proibição do rodeio da cidade. O vídeo abaixo é da Valley News Network, de Dakota do Norte.

Agricultores americanos nas ruas

 

 

O protesto foi acompanhado de muito material pró-Trump e bandeiras americanas.

 

 

Segundo o site USA Facts, a cidade de Wadena tem até o momento 34 casos confirmados de coronavírus e nenhuma morte. Já o estado de Minnesota tem 68 mil casos e 1799 mortes (população de 5,64 milhões).

Diferente do que é mostrado por muitas redes de TV brasileiras, o apoio ao presidente Trump continua forte na América Rural nesta época de pandemina do coronavírus e guerras comerciais.

Uma curiosidade: no estado de Minnesota, Hillary Clinton acabou levando a melhor em 2016 no voto popular com 1,367,716 contra 1,322,951 de Donald Trump.

 


11 de agosto de 2020

New Holland e rede de concessionários ampliam distribuição de alimentos durante a pandemia


new holland

Ações envolvem novas doações de cestas básicas a comunidades carentes e de cestas de hortifruti comprados de pequenos produtores

Curitiba, agosto de 2020

A New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, juntamente com sua rede de mais de 200 concessionários espalhados pelo Brasil, está ampliando a distribuição de alimentos para pessoas em situação de insegurança alimentar, especialmente durante a pandemia de covid-19. A marca, que em 2019 lançou uma campanha de combate à fome que doa refeições a partir da renda proveniente de uma parcela de todas as máquinas vendidas, decidiu criar uma “rede do bem”, que entre outras coisas tem ajudado tanto comunidades carentes quanto pequenos produtores com dificuldades de vender sua produção.

Desde o início da pandemia, a New Holland identificou as fragilidades nessas duas pontas da cadeia de consumo e resolveu ampliar seus esforços. “Decidimos doar mensalmente 17 cestas básicas a cada loja nossa pelo país, que serão distribuídas às comunidades mais necessitadas. Somando-se a essas cestas básicas, cada concessionário se comprometeu a doar cestas de hortifruti adquiridas junto aos produtores familiares da sua região, o que auxilia os pequenos agricultores a escoar sua produção, bastante afetada com o fechamento das escolas e a restrição imposta às feiras nas cidades. Com isso, conseguimos unir essas duas pontas”, explica Gustavo Taniguchi, diretor de Marketing Comercial da New Holland Agriculture para a América do Sul.

A iniciativa, que começou em junho e vai até agosto, empolgou tanto a rede de concessionários que ela resolveu complementar as doações dobrando o número de cestas básicas, conforme explica Taniguchi. Desta maneira, passou-se para 34 cestas básicas por mês doadas em cada loja New Holland, complementadas, ainda, com as cestas de hortifruti.

Pontos de doação

Mas a “rede do bem” não para por aí. Graças a uma parceria com a Associação Brasileira dos Distribuidores New Holland (Abraforte), os concessionários irão doar também itens de higiene, complementando o pacote de ajuda às famílias. Além disso, as lojas servirão como pontos de recebimento de alimentos de cidadãos que queiram contribuir, mas não têm como acessar outros pontos de recebimento. “Aproveitamos a grande capilaridade da nossa rede, que pode receber essas doações e distribuí-las às pessoas em situação de insegurança alimentar”, observa Taniguchi.

Essa capilaridade estendida também deve beneficiar os agricultores familiares, já que eles podem utilizar as mídias sociais dos concessionários New Holland para fazer a divulgação dos seus produtos nas suas regiões de atuação, ampliando as possibilidades de comercializar a produção em tempos tão difícies.

Fundo mundial

As ações da New Holland no Brasil integram um conjunto de ações da CNH Industrial, líder mundial de bens de capital, que investiu US$ 2 milhões (cerca de R$ 10 milhões) para combater ou mitigar o impacto da covid-19 em todo o mundo. O recurso, que faz parte de um fundo social criado pela empresa, foi distribuído para as quatro regiões globais onde a companhia mantém operações, a partir de um mapeamento das necessidades de cada localidade. Foram destinados R$ 2 milhões somente para a América do Sul.

O plano estratégico em andamento é focado em três frentes de trabalho – alimentação, saúde e educação, com metas de curto, médio e longo prazos. No pilar alimentação, a empresa está suportando famílias carentes por meio do fornecimento de cestas básicas pelo período de três meses (junho a agosto), sendo que a segunda fase da distribuição já começou.

A ação da New Holland Agriculture irá auxiliar instituições filantrópicas em vários estados brasileiros com a doação de cestas básicas. As doações, inclusive, envolvem o time de Aftermarket Solutions da CNH Industrial. Os funcionários do Centro de Distribuição de Sorocaba (SP) se mobilizaram para organizar o recebimento, a separação e a distribuição das cestas básicas que foram enviadas a instituições de 16 estados do Brasil.

Em outra ação, a CNH Industrial doará cestas básicas aos beneficiados pelos projetos sociais já atendidos pela empresa nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Ao todo, cerca de 2 mil famílias no Brasil e mais de 1.750 famílias argentinas, nas cidades de Córdoba e Buenos Aires, estão sendo beneficiadas por essas iniciativas.

A New Holland Agriculture, assim como a CNH Industrial, trabalha alinhada com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Todos eles tiveram impactos com a covid-19 e a estratégia é agir especialmente sobre os objetivos mais vitais do ponto de vista social. Entre eles estão: a erradicação da pobreza; fome zero e agricultura sustentável; saúde e bem-estar; e educação de qualidade.

Essas ações somam-se a outras já consolidadas durante a pandemia, como a doação de equipamentos de proteção individual, como máscaras descartáveis, para asilos e outras instituições que necessitam.

Sobre a New Holland

A marca, pertencente à CNH Industrial, é especialista no sucesso de agricultores, pecuaristas, locadores e profissionais da agricultura, seja qual for o segmento em que eles atuem. Seus clientes podem contar com a mais ampla oferta de produtos e serviços inovadores: uma linha completa de equipamentos, tratores, colheitadeiras, pulverizadores e plantadeiras, além de equipamentos específicos para biomassa e silvicultura, complementada por serviços financeiros feitos sob medida e planejados por especialistas em agricultura. Visite www.cnhpress.com e cadastre-se para receber e solicitar informações sobre a New Holland, além de ter acesso a todas as fotos dos produtos em alta resolução.

CNH Industrial N.V. (NYSE: CNHI /MI: CNHI) uma das líderes globais no setor de bens de capital com experiência industrial reconhecida, tem uma ampla gama de produtos e presença mundial. Cada uma das marcas individuais que pertencem à empresa é uma força internacional de destaque em seu setor específico: Case IH, New Holland Agriculture e Steyr para tratores e máquinas agrícolas; CASE Construction Equipment e New Holland Construction para equipamentos de movimentação de terra; IVECO para veículos comerciais; IVECO BUS e Heuliez Bus para ônibus urbanos e rodoviários; Iveco Astra para veículos de pedreira e construção; Magirus para veículos de combate a incêndio; Iveco Defence Vehicles para defesa e proteção civil; e FPT Industrial para motores e transmissões; CNH Industrial Capital para serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis no website da empresa: www.cnhindustrial.com.


1 de agosto de 2020

EastWest resgata alimentos descartados e doa para quem precisa


EastWest

A crise provocada pelo coronavírus afetou muitos agricultores americanos, que até então descartavam a produção. Um homem encontrou a solução para o problema, ajudando os dois lados: quem planta e quem precisa.

Com as quarentenas e lockdowns virando rotina em muitas comunidades por conta do coronavírus e da COVID-19, muitos produtores são obrigados a descartar a produção ou até sair da atividade (veja exemplos aqui e aqui). Nos Estados Unidos, um homem encontrou uma forma de resgatar estes alimentos e doar para os necessitados.

George Ahearn, morador da cidade de Othello, Washington, criou juntamente com alguns amigos a EastWest Food Rescue, uma entidade sem fins lucrativos para coletar produtos nas fazendas e entregar nos bancos de alimentos em seu estado.

A EastWest coleta a produção doada por agricultores mas em alguns casos paga um preço combinado entre as partes. Afinal, há muito trabalho e custos envolvidos na operação. E os agricultores também estão em um momento crítico. A operação, na medida do possível, ajuda as duas partes do sistema.

Segundo o site da entidade, até o dia 4 de junho foram resgatados quase 500 toneladas de alimentos entre batatas, cebolas, maçãs e ovos. O trabalho conseguiu alimentar 500 mil pessoas.

As pessoas podem ajudar a entidade com doações em dinheiro, trabalho voluntário, empréstimo de veículos para carga e descarga e distribuição de produtos já embalados para os bancos de alimentos atendidos. Há espaço para todos.

Importante: toda vez que um agricultor descarta a produção por motivos comerciais (especialmente baixo preço), logo os justiceiros de internet começam a xingar e condenar por não ter doado a comida para os pobres. Na realidade, entre a batata perecível no chão da propriedade e o prato de comida de quem tem fome, existe um longo caminho. Custa dinheiro e trabalho unir estes dois lados. É aí que entra o trabalho da americana EastWest. Ao invés de xingar nas redes sociais, as pessoas deveriam copiar o exemplo.

As imagens postadas aqui são do Facebook da entidade. Acesse aqui.

Veja mais – EastWest

When a man heard that farmers were destroying unsold produce, he arranged for trucks to deliver 3 million pounds of it to food banks (CNN).


26 de julho de 2020

Em tempos de pandemia, marcas investem em lives na internet


lives na internet

Máquinas agrícolas são exibidas em detalhes através das redes sociais, em uma época de diversos cancelamentos de feiras do setor

As principais marcas do mundo agrícola estão aprimorando o uso da internet para a promoção de produtos e lançamentos. Recentemente, a Massey Ferguson mostrou o novo trator 8S em um evento ao vivo, com grande divulgação nas redes sociais.

Fendt Ideal Live.

A turma da AGCO repetiu a fórmula com eventos online para as marcas Fendt e Gleaner. Foram realizados updates sobre como andam as colheitadeiras Ideal e também o lançamento de uma nova série da Gleaner, a S9. Estes dois esforços foram chamados de “Live From Hesston”. É a era dos Eventos Virtuais na agricultura.

lives na internet
Destaque para a live da Gleaner, mostrando detalhes das máquinas.

Muitas feiras que estão sendo canceladas pelo mundo também estão adotando eventos online. A britânica Cereals foi toda para a internet, com o impedimento da edição de 2020, assim como a americana Farm Progress Show.

Esta súbita ampliação na quantidade de material disponível online (afinal, as lives ficam gravadas nos canais das marcas) é benéfica para os agricultores, mas ainda é um problema para quem luta para ter internet de qualidade na propriedade. Estes vão ficar sem feira e sem live.

Lives na internet, mas em inglês

Outro ponto a ser observado é a riqueza de detalhes em vídeos como os da Fendt Ideal, com técnicos explicando vários pontos sobre a máquina. Ainda que a maioria do público brasileiro esteja fora da parcela que compra este tipo de colheitadeira, seria interessante se as filiais brasileiras dublassem este material em português, para ser consumido por aqui também.


2 de julho de 2020

Expointer 2020 está cancelada


Expointer 2020

Depois do anúncio de uma nova data, organizadores decidem pelo cancelamento da edição 2020 da Expointer. A culpa é da pandemia

A pandemia do coronavírus cancelou mais um evento: a Expointer, uma das maiores feiras do agronegócio da América Latina, não será realizada em 2020.

A decisão foi tomada pelos organizadores, mas até o momento só a imprensa da capital Porto Alegre divulgou a notícia, que ainda não foi publicada no site oficial da feira.

Em maio deste ano, a informação era de que a feira aconteceria, mas em outra data. A afirmação não se confirmou.


26 de junho de 2020

Laticínio britânico treina seus produres para a coleta durante a pandemia


Laticínio Britânico

Produtores vão receber treinamento para pilotar os caminhões, coletar e medir a qualidade do leite nas propriedades

Com um alto número de motoristas da frota de caminhões responsáveis pela coleta de leite de licença por conta do contágio com o coronavírus, a Arla Foods adotou uma estratégia para enfrentar o problema. Os próprios produtores receberão treinamento para assumir a tarefa.

Veja também: Veja como é feita a coleta de leite em uma propriedade da Inglaterra.

Segundo o site da empresa, 19 produtores de leite e 10 membros da equipe de agricultura foram treinados para coletar leite nas propriedades, medir temperatura, tirar amostras e registrar os procedimentos. Algo que já acompanham faz muito tempo, mas agora vão jogar do outro lado.

Um laticínio britânico dos mais antigos

O laticínio britânico Arla Foods é uma cooperativa das maiores e mais antigas no Reino Unido, com início das atividades no ano de 1880. Responsável pela coleta e processamento de leite em cerca de 2400 propriedades, opera com as marcas B.O.B. (leite com sabor), Cravendale (leite), Arla Explorers (biscoitos), Big Milk (leite enriquecido com nutrientes), Skyr (iogurte), Lacto Free (leite sem lactose), Farmers Milk e Arla Protein (suplemento alimentar).

Saiba mais

Arla reveals it has trained its farmer owners to provide a back-up option for milk collection during Covid-19 pandemic.


1 de junho de 2020

Agricultor morre após esperar dias na fila para entregar o trigo na Índia


agricultor morre

Foi a segunda morte em poucos dias, em um sistema caótico e prejudicado pelas políticas de distanciamento social e erros das autoridades

Um agricultor de 45 anos morreu na fila de espera para entregar o trigo em um silo na região de Madhya Pradesh, na Índia. Após dois dias parado no calor junto com outras centenas de produtores, Jairam Mandloi não resistiu e sofreu um ataque cardíaco. Mesmo levado para o hospital, faleceu.

Na Índia, os agricultores recebem uma mensagem de texto no celular que avisa quando estes podem levar a produção para vender nos pontos de recebimento. Jairam recebeu o aviso e deslocou para o silo. Lá, com as políticas de distanciamento social causadas pela pandemia do coronavírus e o aumento da produção de trigo neste ano, o sistema ficou caótico e as filas saíram do controle.

Fila de produtores na Índia. Foto: Gonews.

Foi o segundo caso de morte na fila de espera para a entrega da produção. Recentementem outro agricultor morreu após seis dias esperando para entregar o trigo.

Saiba mais

MP: Another Farmer Dies In Queue After Waiting For Three Days To Sell Wheat At Procurement Centre.


26 de maio de 2020

Homem recompra trator que pertenceu ao pai 50 anos depois da venda


homem recompra trator

Agricultor vendeu o trator John Deere modelo 60 em 1970, mas nunca esqueceu da antiga máquina. Seu filho conseguiu promover o reencontro

Uma boa história contada pela rede de TV local americana WHOTV, localizada na região de Des Moines, Iowa. Um homem conseguiu comprar em um leilão o trator que pertenceu ao pai, 50 anos atrás.

O modelo John Deere 60 foi vendido em 1970 após trabalhar por 15 anos na propriedade, trocado por outro John Deere mais forte e adequado para a lida. Do velho 60, só sobrou a saudade.

Recomprar o trator era um desejo antigo do pai de Roger Riley, narrador da aventura. Sempre que um modelo 60 aparecia em algum leilão na região, o número de série era lido para checar a possibilidade de ser o mesmo trator. Até que o grande dia chegou: a relíquia foi encontrada por um primo para vender em um leilão próximo da localidade de Belle Plaine e arrematada por ele por US$ 1000,00.

Um John Deere modelo 60 (que não é o da história) em vídeo. Meramente ilustrativo.

Esta história já tem alguns anos e voltou a ser relevante por conta da COVID-19. Com 91 anos, o pai de Riley hoje mora em um asilo da cidade. No seu último aniversário, isolado no quarto e proibido de receber visitas por conta da pandemia, recebeu a visita do filho do outro lado da janela, com um outro convidado especial: o próprio modelo 60 roncando no gramado da instituição.


16 de maio de 2020

Tosquia milionária: espanhóis fretam Boeing com tosquiadores do Uruguai


Tosquia Milionária

A época de tosquia começou na Espanha sem os profissionais do corte, impossibilitados de voar até o país. A solução foi fretar um avião.

Dez empresas espanholas do ramo têxtil entraram em pânico durante a pandemia: o calor da primavera chegando e com ele o perigo das doenças características do atraso na tosquia.

Em tempos normais, os melhores tosquiadores do mundo viajam até a Espanha para realizar o trabalho, que pode render para cada um até 250 euros por dia. Com as empresas aéreas paradas, a solução encontrada pelos espanhóis foi ousada e muito cara: fretar um Boeing 787 por módicos 533 mil euros (R$ 3,4 milhões) e trazer 251 tosquiadores do Uruguai, conhecidos por estarem entre os melhores do mundo na atividade.

Os números são impressionantes. Segundo o site El Español, os dez empresários possuem parceria com 9106 fazendas de ovinos na Espanha que juntas tocam um rebanho de 15,5 milhões de ovelhas.

Tosquia milionária: profissionais no aeroporto, rumo ao campo. Foto: El Español / Divulgação.

A concorrência no mercado de tosquiadores parece tranquila para os uruguaios. Ainda segundo o site, os profissionais da própria Espanha nesta época vão para a França, onde ganham mais. Os marroquinhos só trabalham com tesouras e os poloneses e eslovacos escolheram a Itália.

Veja também: Criador pega 6 meses de cadeia, suspensão e multa por não tratar bem das ovelhas.

O esforço logístico para organizar esta tosquia milionária envolveu os governos dos dois países, agências de viagem e até o rei da Espanha, procurado pelos empresários e fazendeiros para dar aquela força durante a crise, especialmente na abertura das embaixadas para o processamento do visto de entrada.

A ação de salvamento das ovelhas ainda ajudou alguns espanhóis que estavam no Uruguai, sem voos de retorno para casa. Pagando o preço de passagens normais, conseguiram embarcar junto aos tosquiadores.


8 de maio de 2020

A volta do leiteiro no Reino Unido


volta do leiteiro

Vinte e oito anos depois de entregar a última garrafa, pecuarista volta às origens e inicia serviço de entrega de leite “de porta em porta”

A pandemia do coronavírus prejudicou produtores rurais no mundo todo, com diversos relatos de leite jogado no lixo e colheitas sem ter trabalhadores disponíveis para o trabalho. No meio da desgraça, alguns agricultores conseguiram criar alternativas para manter a propriedade na ativa.

O exemplo aqui vem da região de Worcester, na Inglaterra. A Bennetts Farms é uma propriedade em atividade desde o ano de 1918, hoje tocada por Tristan Bennett, de 34 anos, representante da quinta geração da família. Com a entrega de leite para os laticínios paralisada, ele e a família decidiram colocar em prática um antigo plano: entregar leite de porta em porta, tal como faziam antigamente. A última garrafa de leite saiu da porteira no ano de 1992.

https://www.instagram.com/p/B_4O_Chp2dL/

A ideia da entrega de leite na comunidade foi colocada no facebook da propriedade e logo as encomendas começaram a chegar. Após um bom planejamento e a compra de equipamentos (incluindo um caminhão para a entrega) o serviço entrou em operação. É a volta do leiteiro em grande estilo, com ares de modernidade: pedidos pela internet e entrega de leite pasteurizado integral, não homogenizado.

A volta do leiteiro – são três opções de embalagens plásticas. Com o aumento das vendas, a propriedade pretende migrar para garrafas de vidro retornáveis.

O Tristan declarou para o site britânico The Shuttle que a demanda é bem alta e as pessoas gostam de comprar produtos dos agricultores locais. Além do leite, a Bennetts Farms vende carne e mantém um pequeno local para eventos no ambiente rural.

Uma boa ideia, ainda distante das possibilidades dos pequenos produtores brasileiros, mas poderá ser o futuro em propriedades próximas de centros urbanos. Pequenas marcas, vendendo direto para o consumidor.


6 de maio de 2020

Mamão e bode “testam positivo” para coronavírus na Tanzânia


mamão

Qualidade dos testes foi colocada em dúvida no país africano depois dos resultados em pacientes fora do comum

Um mamão papaya e um bode estão entre os pacientes que foram testados para coronavírus na Tanzânia, com resultado positivo. Parece piada, mas aconteceu.

Descontente (e desconfiado) da qualidade dos testes importados pelo governo, o presidente da Tanzânia solicitou para que suas forças de segurança deliberadamente mandassem para o laboratório amostras não-humanas para exame.

Mamão e bode “doentes”

Entre elas, amostras de um mamão papaya, um bode, óleo de motor e uma ovelha. Os técnicos do laboratório, obviamente, não sabiam da origem dos materiais coletados. Não deu outra: o presidente Magufuli estava certo: pelo menos o mamão e o bode testaram positivo para coronavírus.

O chefe do laboratório foi afastado. O país já registrou até o momento 480 casos e 16 mortes pela pandemia de coronavírus. A oposição acusa o governo de pouco valorizar o COVID-19 e de esconder dados.

Onde fica a Tanzânia

Foto: Shout Africa – Commercial farming to boost food security in Tanzania.

A Tanzânia é um país na África Oriental conhecido por suas vastas áreas selvagens, como as planícies do Parque Nacional de Serengeti, uma das mecas do safári e habitada pelos cinco animais de grande porte mais difíceis de serem caçados (elefante, leão, leopardo, búfalo e rinoceronte). Outro destaque é o Parque Nacional de Kilimanjaro, onde fica a montanha mais alta da África. Em alto-mar, estão as ilhas de Zanzibar, de influência árabe, e de Mafia, com um parque marinho que abriga tubarões-baleia e recifes de corais. (Fatos Rápidos do Google). Wikipedia.

Saiba mais

Tanzania COVID-19 lab head suspended as president questions data.

Coronavirus: Tanzania testing kits questioned after goat and papaya test positive.


5 de maio de 2020

Expointer 2020 será realizada, diz o Governo RS


Expointer 2020

Secretaria da Agricultura divulgou nota garantindo a realização da feira gaúcha, com data limite

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul divulgou nota sobre a realização da Expointer 2020, tradicional feira agropecuária realizada na cidade de Esteio.

Em nota publicada no site, a Secretaria afirma: “está mantida, com data limite de realização até o fim de setembro. O novo calendário será definido pelas Secretarias da Agricultura e Saúde, em conjunto com as entidades co-promotoras da tradicional feira, que neste ano celebra os 50 anos do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio.”.

Tela do site da Secretaria de Agricultura do RS, com a nota sobre a Expointer 2020.

A edição de 2019 da Expointer teve um total de 416.416 visitantes e um montante em negócios de R$ 2.699.868.739,57, um crescimento de 17,37% em relação ao ano anterior. Em 2020, a feira completa 50 anos.

Veja também

Qual é a maior feira agrícola do Brasil?


16 de abril de 2020

Maior frigorífico de suínos fecha unidade nos EUA


maior frigorífico

O Smithfield Foods, maior frigorífico de suínos americano, sente a crise com a pandemia do coronavírus e fecha planta com 3700 empregados

A unidade da Smithfield Foods em Sioux Falls, no estado de Dakota do Norte, foi obrigada a fechar as portas por conta da crise com a pandemia de coronavírus. Só esta planta é responsável pelo processamento de 5% de toda a produção de suínos dos Estados Unidos. São 130 milhões de refeições prontas produzidas por semana na unidade.

E a crise foi interna: dos 3700 empregados da fábrica, 438 foram contaminados com coronavírus e outras 107 pessoas foram contaminadas por estes mesmos funcionários. A cidade de Sioux Falls tem 181 mil habitantes.

A cidade, afetada pelo coronavírus, agora perde milhares de empregos.

O condado de Minnehaha (onde fica Sioux Falls) tem 988 casos confirmados, 261 recuperados e 6 mortes. A planta do frigorífico responde por metade dos casos de toda a região.

Unidade da Smithfield: 3700 empregados em casa.

A empresa fechou na sequência outras duas unidades no estado de Missouri e Wisconsin, todas próximas de grandes centros urbanos.

Veja também

Coronavírus causa descarte de leite nos Estados Unidos.



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