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6 de janeiro de 2021

Paranaenses compram a Meta Agrícola, revenda CASE IH no RS


meta agrícola

A Meta Agrícola, revenda CASE IH no Rio Grande do Sul com matriz na cidade de Passo Fundo, foi vendida para o grupo paranaense JMalucelli / Forza Máquinas Agrícolas e Construção, este por sua vez já atuante no setor de máquinas agrícolas e igualmente representante da CASE IH. O valor do negócio não foi divulgado e as tratativas começaram em 2020. Agora, com a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), tudo foi formalizado.

Sobre a Meta Agrícola

A história começou em 1998, quando Gerson Garbuio viajou aos Estados Unidos, para um treinamento gerencial em uma feira agrícola, a convite de uma empresa de insumos. Lá, conheceu as máquinas da fabricante americana Case IH. De volta ao Brasil, encantado com o que havia encontrado, entrou em contato com a empresa, através de uma carta datilografada em uma máquina de escrever, manifestando o interesse em comercializar os produtos da marca, quando estivessem disponíveis para o Rio Grande do Sul. E em 1999 com a visita de Ramiro, o sonho tornou-se realidade.

A empresa, com sede em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, começou de mansinho. Os próprios produtores ajudaram a vender as máquinas, que com um desempenho diferenciado, principalmente na produtividade e qualidade de grãos, logo caíram no gosto dos agricultores da região.

O crescimento foi tamanho, que em 2010 a Meta Agrícola sentiu a necessidade e tornou-se uma S. A., ampliando seu quadro societário. E em 2014, ano que completa 15 anos de existência, mostra o quanto é uma empresa forte e sólida. Hoje atende mais de 60% da área plantada do estado e conta com dez unidades de negócio, localizadas em Passo Fundo, Palmeira das Missões, Tupanciretã, Ijuí, Vacaria, Lagoa Vermelha, Espumoso, Cruz Alta e São Luiz Gonzaga, e ainda este ano irá ampliar o número de filiais, buscando ficar mais próximo do produtor rural.

Esse desenvolvimento não veio sozinho, a Meta Agrícola ao longo dos últimos anos, conquistou vários prêmios, entre eles, conta com o World Class Dealer, concedido pela Case IH em 2013 ficando entre as cinco melhores concessionárias do Brasil. E este ano ficou colocada entre as 500 MAIORES EMPRESAS DO SUL DO BRASIL, isto vem para mais uma vez reforçar a força da marca que representa e do trabalho de toda a equipe. Via Site Oficial.

 


14 de fevereiro de 2020

Copacol, líder no agronegócio paranaense


Copacol

A Copacol foi fundada em 1963 e é destaque no agronegócio do Paraná. Seu escritório central fica na cidade de Cafelândia.

Acesse o COPACOL AGRONEGÓCIO deretamente neste link.

Histórico

A Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata) foi fundada em 23 de outubro de 1963 pelo Padre Luís Luise e mais 32 agricultores migrantes dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na época, a Cooperativa surgiu com o objetivo de distribuir energia elétrica aos seus cooperados, mas seis anos depois, em 1969, foi desmembrada deste setor para atender especificadamente a agricultura, que se destacava na produção de feijão, arroz, milho e café.

Copacol

Informações sobre atividades

Em uma área de 190 mil hectares localizados nas região Oeste do Paraná, as principais culturas são a soja, o milho e o trigo. Para atender toda a demanda da produção dos seus cooperados, a Copacol conta com 19 unidades de recebimento e armazenagem de grãos, que possibilita um recebimento de mais de 1,2 milhões de toneladas de grãos por ano.

Preocupada em oferecer novas oportunidades de crescimento e alternativa de renda aos produtores, em 1982, a Copacol foi pioneira e implantou o sistema integrado de avicultura, que no início, abatia 25 mil aves por mês, muito menos do que é abatido hoje pela Cooperativa em apenas um dia.

Atualmente, a capacidade de abate da Copacol é de 320 mil aves ao dia, que somada ao abate diário de 330 mil aves da Cooperativa Central Unitá (fundada em parceria com a Cooperativa Coagru, em Ubiratã, Paraná) chega ao número de 650 mil aves abatidas ao dia.

Ainda na década de 1980, a Copacol se tornou sócia da Cooperativa Central Frimesa, possibilitando aos cooperados alternativas rentáveis de produção e diversificação de suas propriedades. A partir daí, deu início aos sistemas integrados de suinocultura e de bovinocultura de leite.

Ambas as atividades ganharam força quando a Copacol investiu em unidades de produção, como as UPLs (Unidades de Produção de Leitões) e UPBNs (Unidade de Produção de Bezerras e Novilhas). Com isso, os produtores integrados passaram a receber animais com alto potencial genético, garantindo qualidade na produção.

Pioneira também na piscicultura, a Copacol investiu no ano de 2008 em um dos maiores complexos industriais de peixes do país e com o maior volume de abate de tilápia da América do Sul. Com as duas linhas de abate a todo vapor, a indústria processa 140 mil tilápias por dia.

Em todos esses anos, a Cooperativa se tornou uma referência neste segmento e se consolidou como uma das mais importantes alternativas de renda e diversificação da propriedade rural.

Para tanto, a Cooperativa conta com importantes certificações de qualidade e segurança de alimentos, como a ISO 9001, BRC – Norma Global para Segurança de Alimentícios, e APPCC/HACCP – Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle, na Unidade Industrial de Aves de Cafelândia; a BAP – Boas Práticas de Aquicultura, na Unidade Industrial de Peixes de Nova Aurora; a GMP+ (Norma de Segurança de Alimentos, voltada à alimentação animal) na Unidade Industrial de Soja (UIS); reconhecimento na norma ISO/IEC 17025 para análises microbiológicas e físico-químicas no Laboratório Central.

Todas estas normas certificam a Copacol não apenas como uma indústria apta a produzir alimentos, mas como uma empresa especializada e segura para atender demandas do mundo inteiro, incluindo os mercados mais exigentes como o da Europa e da Ásia.

O crescimento da Copacol é constante e, prova disso, é o crescimento de 14% no ano de 2019, cujo faturamento foi de R$ 4,4 bilhões. Através dos ótimos resultados de seus negócios e com base no 3º Princípio Cooperativista (Participação Econômica), foi possível compartilhar junto ao quadro social R$ 95,3 milhões em sobras e complementações, proporcionando distribuição de renda e crescimento regional.

Números

  • Seis mil cooperados
  • Dez mil colaboradores
  • 172,3 milhões de aves abatidas
  • R$ 4,4 bilhões de faturamento
  • 42 milhões de peixes abatidos
  • 335,2 mil suínos
  • 11,3 milhões de litros de leite

Informações Financeiras da Copacol

Relatório Anual de 2019 da Cooperativa Copacol Agroindustrial

Saiba mais

Veja mais no Blog do Farmfor sobre Cooperativas.


28 de janeiro de 2020

Show Rural Coopavel 2020 é exemplo de bom marketing para o Agro


Show Rural Coopavel

Edição 2020 da feira adotou o tema “Reinvente Sua Vida no Campo” e criou ótimas peças para divulgação na internet

O Show Rural Coopavel é uma das maiores feiras agrícolas do país, sendo um evento consolidado no agronegócio paranaense e brasileiro. Na edição de 2020, os organizadores capricharam no marketing.

Destaque do site e o tema central da campanha.

As ações são acima da média para eventos com este perfil já nas ferramentas utilizadas nas redes sociais: arte bem definida e de acordo com a linguagem do setor, forte atuação no Instagram, Facebook e Youtube e um site muito bem feito.

https://www.instagram.com/p/B7qkgx_IrJR/

Show Rural Coopavel – Reinvente Sua Vida no Campo

Essa poderia ser só mais uma história comum de dificuldade no campo enfrentada por um agricultor familiar, tamanha a destreza com que Márcio enfrenta suas limitações. Em toda a sua vida, ele sempre enfrentou diversas dificuldades, mas nunca barreiras. E, depois de perder totalmente a visão, quem mais teria motivos para desistir, preferiu pegar o caminho menos óbvio: o da reinvenção.

Uma série de quatro vídeos mostra a vida de Márcio, um agricultor da região de Guarapuava que perdeu totalmente a visão, mas continua na lida. Além do pequeno filme acima, são partes da campanha os vídeos Força de Vontade, Um Bom Vizinho e Um Pai Inspirador.

A feira acontece em Cascavel, no Paraná, entre os dias 3 e 7 de fevereiro, das 8h às 18h. A entrada é franca e o estacionamento gratuito. Diversas atividades paralelas são realizadas, incluindo o Show Rural Digital, voltado para as novidades tecnológicas que envolvem tecnologia da informação e startups.


6 de julho de 2019

Com o frio, biodiesel causa problemas em caminhões no interior do Paraná


Biodiesel no frio

Biodiesel usado nos veículos atingiu o “ponto de entupimento” com as temperaturas da região.

A manhã deste sábado, 6 de julho, foi complicada para alguns motoristas de caminhão no inteiror do Paraná na BR-277, região de São Luíz do Purunã. Vários caminhões apresentaram pane mecânica devido ao frio, por conta da mistura de biodiesel nos tanques.

Biodiesel no frio

Em baixas temperaturas, o biodiesel cristaliza. É o chamado ponto de entupimento. O fenômeno pode ser atenuado com o uso de aditivos anti-congelantes.

O biodiesel de sebo é o que apresenta pior comportamento no frio, com temperatura de congelamento entre 10C e 18C, contra -1C da soja.

Com a temperatura maior, os caminhões voltaram para a estrada, perto das 10h. Segundo o Climatempo, a temperatura na cidade ficou em -2C entre 4h 4 6h neste sábado. No exato local do fenômeno, provavelmente bem abaixo.

Veja mais na Gazeta do Povo Curitiba. A foto deste post foi divulgada pela PRF do Paraná.

Saiba mais sobre biodiesel no frio, nestes links:

Risco de entupimento: distribuidoras podem ter problemas.

PROPRIEDADES DO BIODIESEL DE SEBO BOVINO E SUAS MISTURAS BX A BAIXAS TEMPERATURAS por Maria Gabriela da Silva Cavalcanti e Luiz Antônio Pimentel Cavalcanti.


2 de abril de 2018

Thor, o cão farejador de sementes


O cachorrinho acha de tudo, até maconha.

Fiscais da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), com a ajuda do cão farejador Thor, apreenderam 250 pacotes de sementes, importadas sem autorização, de flores, de maconha e de vegetais – tomate, abóbora e outras olerícolas. Os produtos serão destruídos.

A apreensão dos auditores fiscais agropecuários, em trabalho conjunto com os técnicos de fiscalização, foi realizada nos dias 27 e 28 de março no Centro de Encomendas Expressas do Correio Internacional, em Pinhais, Curitiba, Paraná. O Centro recebe encomendas do mundo inteiro.

As sementes irregulares oferecem grande risco sanitário pela possibilidade de conterem pragas de difícil combate, já que podem ser desconhecidas no Brasil. O risco associado a introdução de pragas no território nacional, a partir desse tipo de material, é maior que o associado aos produtos agropecuários finais. Sementes são propagadas com grande capacidade de multiplicação.

Escondidas em livros, brinquedos, envelopes, e tubos de ensaio, em pequenas dimensões, as sementes quase sempre não são detectadas no raio X. Por isto, a importância do trabalho dos cães farejadores, os quais possuem percentual de acerto superior a 99% ao inspecionar as encomendas e bagagens. Os animais são capazes até de detectar odores residuais de produtos de uso veterinário.

Em 2017 o Vigiagro fez 13 mil interceptações nos diversos aeroportos brasileiros. Noventa por cento do total eram produtos vegetais.

Fonte: Ministério da Agricultura.


16 de outubro de 2017

Nota fiscal eletrônica para o produtor rural no Paraná


Nota fiscal eletrônica para o produtor rural

Sistema estará disponível para quem vende fora do estado em janeiro de 2018

 

Com informações do Governo do Estado do Paraná – Agência de Notícias do Paraná.

Os produtores rurais do Paraná que fazem operações interestaduais poderão em breve ter acesso aos benefícios da emissão da Nota Fiscal do Produtor Eletrônica – NFP-e. A Receita Estadual deve adotar o novo modelo a partir de 1º de janeiro de 2018. Entre as facilidades está a economia de tempo, uma vez que o produtor não precisará mais ir até a prefeitura do município para efetivar a prestação de contas.

Com a implantação do processo haverá também redução do consumo de papel, reduzindo o impacto no meio ambiente, além do incentivo do uso de novas tecnologias e diminuição dos gastos públicos.

A emissão das notas para vendas fora do Estado será exclusivamente pela internet por meio do Portal Receita PR (receita.pr.gov.br). Antes, o produtor deve fazer um cadastro de acesso no site na Secretaria Estadual da Fazenda (www.fazenda.pr.gov.br). Esse pedido de uso do Receita/PR é obrigatório e todo o processo acontece em ambiente seguro, mediante utilização de uma chave de acesso e senha.

De acordo com José Américo Silva Pinto, auditor da Receita Estadual, o produtor rural tem todas as condições de se cadastrar sozinho. Ele destaca que, além do custo zero, o registro oferece ao usuário a possibilidade de realizar essa emissão de onde estiver. “Antes, era preciso fazer esses deslocamentos até as prefeituras pelo menos duas vezes, para obter a nota e a prestação de contas”, diz.

A partir da adoção da nota fiscal do produtor eletrônica ficará vedado o uso da Nota Fiscal do Produtor Rural em papel (modelo 4) nas operações com outro Estado. Para as operações dentro do Paraná essa opção continuará válida. Nos últimos dois anos, 35 mil produtores fizeram operações interestaduais e cerca de 470 mil produtores rurais estão ativos nos registros da Receita Estadual.

O produtor, após fazer o cadastro, deve encaminhar o Termo de Adesão via Correios no endereço indicado no termo ou, se preferir, pode se dirigir diretamente a qualquer uma das Delegacias ou Agências da Receita Estadual (veja os endereços).

O registro é simples e rápido – demora no máximo um dia para ser concluído. Todo o processo é gratuito.

A Receita Estadual orienta os produtores rurais que não deixem para fazer o pedido de uso do Receita/PR na última hora para não correr o risco de ter problemas na emissão da NFP-e, já que todas as informações fornecidas pelo usuário precisam passar pela homologação da Receita Estadual. É importante também manter em dia o cadastro na prefeitura municipal, pois a emissão da NFP-e está condicionada ao registro atualizado.

Quem tiver alguma dúvida pode acessar o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) pelo número 41 3200-5009, para Curitiba e Região, ou 0800 41 1528 para as demais localidades. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

Via Agência de Notícias do Paraná.

 

 


11 de outubro de 2017

Homem grava vídeo contra a Stara e distribui via WhatsApp


stara

Ex-revendedor da marca faz denúncia sobre problemas em equipamentos da empresa

 

Circula pelo WhatsApp um vídeo de quase dois minutos de um homem relatando diversos problemas com a Stara, convocando todos os proprietários de equipamentos com “defeitos ou vícios ocultos” similares para que entrem em contato pelo telefone e juntos encontrem uma saída para a situação.

No desabafo, o homem se identifica como Evandro Farias, ex-revendedor de produtos Stara na cidade de Maringá, no Paraná. Ele conta ainda que está movendo um processo contra a empresa depois de passar anos enfrentando diversos problemas.

Entre as falhas apontadas estão problemas hidráulicos, com componentes hidráulicos, mangueiras e afins, problemas com pintura e desgaste prematuro, placas que se deslocam do metal, problemas com pneus, pacote tecnológico e trinca em pontos estruturais.

Nós entramos em contato com o Evandro, pelo número fornecido pelo vídeo, o 44 99979-1238. Ele respondeu:

Olá, bom dia!
O motivo pelo qual resolvi fazer o vídeo é pura e simplesmente querer ajudar as pessoas.
Sabe aquela vontade que às vezes se tem de querer fazer algo bom e sabidamente justo? Que por não sei carga d’aguas se perde, por ser exagerado, incomum, fora dos padrões esperados deixamos de fazer!!!
Desta vez eu resolvi mudar, fazer aquilo que cada centímetro do meu corpo pedia para fazer e entendia como certo!
Em nenhum momento quero promover ataques a ninguém, o que realmente quero é promover a decência, a transparência, a honestidade na relação, que aquilo que fora combinado seja cumprido, como antigamente, “no fio do bigode”, com o rigor da lei.
Ninguém produz insatisfação propositadamente, ninguém sai do seu lar, beija sua família e diz: Hoje serei ruim, farei o mal!!!
Contudo erros acontecem, neste caso, quer seja com um projeto mal dimensionado, uma montagem fora do padrão, um procedimento não conforme, por inexperiências ou incompetências, veja bem, repito, ninguém produz insatisfação propositadamente!!!
Mas a sua postura perante ao erro pode ser clara, direta, transparente, positiva ou não!!!
Para casos onde os consumidores sintam-se prejudicados e não conseguiram de maneira trivial, com a boa conversa resolver, faremos o óbvio, levando a demanda para os olhos da justiça.
Sempre me disseram uma frase muito marcante, não conheço o autor, mas ainda assim inesquecível: QUEM FAZ O ÓBVIO TEM SUCESSO!!!

Atenciosamente,
Evandro Farias

 

Evandro é diretor da revenda Evolução Máquinas Agrícolas, e (era) especializado em Stara. Nós não vamos publicar o vídeo, você poderá obter o mesmo via solicitação pelo WhatsApp do telefone exibido na imagem, diretamente do Evandro.

 


9 de julho de 2017

Um resumo sobre geadas


Trabalho escolar sobre o tema, realizado em 2008.

INTRODUÇÃO

Segundo J. ZULLO JR. (2005), a geada, no domínio popular, ocorre quando há a ocorrência de deposição de gelo sobre plantas e objetos expostos ao relento. Em meteorologia define-se como uma condição de ocorrência provisória de estados de baixa energia, ocorrendo toda a vez que a temperatura da superfície atinge zero ºC. Na agronomia entende-se por fenômeno atmosférico que provoca danos às plantas em função da baixa temperatura, que acarreta congelamento dos tecidos vegetais, ou plasmólise.

Segundo Melo-Abreu (2008) As geadas ocorrem quando uma massa de ar é substituída por outra mais fria (geadas de advecção), ou quando há acentuado arrefecimento noturno, resultante principalmente da falta de nuvens e concomitante baixo valor da radiação da atmosfera (geadas de radiação). Neste caso, em que o balanço noturno da radiação é muito negativo e há pouco vento, o ar vai arrefecer por baixo, em contacto com a superfície fria, e como a agitação do ar é baixa, esta perda de calor vai fazer-se sentir até a uma altura que não cessa de aumentar durante a noite de geada.

Dentro da camada de ar que é arrefecida pela superfície, a temperatura sobe em altura (i.e., dá-se uma inversão térmica), o que contrasta com o que acontece durante o dia na troposfera, em que a temperatura desce com a altura acima da superfície.

TIPOS DE GEADAS

Geada Branca

É a geada de radiação, com deposição de gelo sobre as plantas e a típica coloração branca sobre a vegetação. Acontece em noites sem nebulosidade e sem vento. Após o congelamento do orvalho, com a contínua perda de temperatura, o vapor d’água do ar em contato com a superfície fria passa diretamente para o estado sólido, depositando-se sobre a planta, daí a coloração esbranquiçada característica.

Geada Negra

Ocorre quando o ar está muito seco e o resfriamento na superfície vegetal é muito intenso, fazendo com que o frio queime completamente as folhas e congele a seiva. Neste caso o ponto de orvalho é mais baixo que a temperatura negativa letal atingida pelos órgãos vegetais. Não se deve confundir geada negra com geada de vento, pois esta é causada por ventos frios, caracterizada por queimar apenas uma face da planta.

Geada de Canela

Em noites estáveis, com o resfriamento intenso devido à perda de calor para o espaço, o ar frio, por ser mais denso, acumula-se próximo à superfície, formando um gradiente, denominado de inversão térmica, por ser justamente a condição contrária do que ocorre durante o dia. Assim, a temperatura mínima próximo à superfície pode atingir valores negativos, enquanto próximo à copa dos cafeeiros os valores podem ser 3 a 4ºC mais elevados. Quando a temperatura junto ao tronco cai abaixo de -2ºC ocorrem danos aos tecidos externos que podem levar a planta à morte. Este dano é denominado de “geada de canela” ou “canela de geada”.

Geadas Quanto à Freqüência

As geadas severíssimas ocorrem 3 vezes por século e provocam danos severos em grandes regiões. As severas ocorrem em média a cada 6 a 10 anos afetando as produções dos anos vigentes e subseqüentes (ex. 1979,). As moderadas ocorrem em média a cada 3 ou 4 nos provocando danos superficiais e geada de canela (J. ZULLO apud A.P. CAMARGO).

MÉTODOS DE PREVISÃO DAS GEADAS

Através da observação dos fenômenos que precederam as grandes geadas do último século, foi possível a criação de sistemas de alerta com antecedência de dias ou horas baseados em todos os mecanismos que favorecem, por exemplo, o avanço das massas de ar polar no continente sul americano.

O período de inverno é o mais estudado na literatura e julho é o mês mais significativo. Durante o período maio-setembro, toda a Região Sul sente os efeitos típicos do inverno. Sucessivas e intensas invasões de frentes de altas latitudes trazem, geralmente, chuvas abundantes seguidas por massas de ar muito frio. A entrada dessas massas é acompanhada de forte queda de temperatura que atinge valores pouco superiores a 0C, e não raramente chega a temperaturas negativas, proporcionando a ocorrência de geadas (Nimer, 1979).

Parmenter (1976) analisa a geada ocorrida em julho de 1975, na América do Sul. Ele descreve a entrada de um sistema frontal pelo Chile e Argentina o qual nove dias depois atravessa o Equador, na Venezuela. Com a entrada da massa de ar polar, atrás do sistema frontal, as temperaturas baixaram muito em todo o Brasil, incluindo a região central do País.

Tarifa et al. (1977), descreveram também a situação dos danos causados pela geada de 1975 à cafeicultura no Estado de São Paulo. O principal resultado descrito é: o grau de resfriamento na superfície, que está associado à posição e à intensidade do centro do anticiclone polar. No Estado de São Paulo a pressão mínima foi 1028 hPa e a máxima foi 1030 hPa. Este episódio ocorreu na periferia do anticiclone polar e não no seu centro como era esperado por ser a área de maior calmaria e limpidez da atmosfera.

Muitos outros trabalhos citam os danos causados por geadas no Brasil tais como Ometo (1981), Almeida e Torsani (1984), Almeida et al. (1982), Fortune (1981). O episódio de geada que ocorreu em 1979 foi estudado por Fortune (1981). Os objetivos eram buscar sinais no Oceano Pacífico, que pudessem dar indicações para uma previsão de geadas; acompanhar as condições especiais que permitem a profunda penetração de ar frio no país e obter mapeamento das temperaturas vistas nas imagens de satélites. Os resultados mostraram que uma onda longa do Pacífico amplifica-se, fornecendo um sinal da provável ocorrência de geadas no sul do Brasil com 3 a 4 dias de antecedência.

No Brasil, destaca-se o trabalho do IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná) com seu serviço “Alerta Geada”, desde 1995, em parceria com a EMATER, disponibilizando boletins por e-mail ou via telefone para agricultores sobre a possibilidade da ocorrência do fenômeno, aliado a instruções e procedimentos para as culturas afetadas conforme o estágio da planta. O serviço é gratuito e funciona de maio a setembro.

DANOS CAUSADOS POR GEADAS

Os danos por frio variam de acordo com a cultura; cada espécie tem sua própria temperatura letal. Deve-se notar ainda que algumas plantas sofrem dano mecânico por conta do peso do gelo.

Queima Superficial

É quando somente as folhas e pontas de ramos são levemente queimados, com os ramos continuando vivos e também as folhas localizadas na parte interna da planta.

Queima Parcial

Já é uma queima um pouco mais intensa, normalmente atingindo folhas e ramos da parte superior da planta, sem atingir o tronco. É comumente denominada de “capote” e sem dúvida compromete a safra do ano agrícola seguinte.

Queima severa

É quando acontece uma queima intensa de folhas e ramos, chegando muitas vezes a atingir grande parte do tronco dos cafeeiros, provocando a morte dessa área. Este tipo de queima compromete totalmente a safra futura.

Estrangulamento do Caule – Cultura do Café

Aparece apenas em cafeeiros novos, ainda sem “saia”, devido ao acúmulo do ar frio entre a copa da planta e o solo.

Essa lesão no tronco, logo abaixo dos primeiros ramos dos cafeeiros, causa a morte dos tecidos da casca e interrompe o fluxo da seiva elaborada que vai alimentar o sistema radicular. Com o enfraquecimento e até morte de parte do sistema radicular, na parte aérea surgem sintomas de deficiências  nutricionais. A tendência da planta é emitir brotação logo abaixo do local da lesão.

Muito embora essa lesão ocorra por ocasião da geada, principalmente em cafeeiros novos localizados em baixadas onde há acumulação de ar frio, somente alguns meses depois é que se começa a notar sintomas de deficiências na parte aérea dessas plantas. O efeito não é generalizado na lavoura, aparecendo em “reboleiras”, ou seja, em plantas dispersas pelo cafezal.

A evidência da lesão pode ser constatada raspando-se a casca das plantas suspeitas, que mostrarão a casca seca e até um pequeno “estrangulamento” no local, quando abaixo disto, o caule continua totalmente verde e em condições de brotar (THOMAZIELO).

TÉCNICAS DE PREVENÇÃO AOS DANOS POR GEADAS

Segundo MELO-ABREU (2005), os métodos de prevenção às geadas podem ser indiretos (passivos) ou diretos (ativos).

São métodos indiretos a seleção do local e melhoramento, a utilização da espécie ou variedade adequada ao local de plantio escolhido bem como a época adequada ao desenvolvimento.

A seleção do local de cultura visa o escoamento do ar frio para as áreas de menor cota, a possibilidade da existência de massas de água (diminuidoras da freqüência de geadas), proximidade de grandes massas rochosas ou sebes vivas (diminuem a taxa de arrefecimento das superfícies próximas), a influência do tipo de solo na freqüência e severidade das geadas e as paisagens (obstáculos ao escoamento do ar e fontes de ar frio).

São métodos diretos as coberturas, nevoeiros artificiais, aquecimento direto do ar, rega por aspersão e ventilação forçada, todos estes visando diminuir os efeitos durante a ocorrência da geada.

As coberturas possuem diferentes recomendações quanto ao tipo de cultura. Os filmes plásticos, populares na olericultura, não podem ser usados para a cobertura de uma árvore, neste caso recomenda-se o uso de tecidos (BRADLEY, 1998).

A Serragem Salitrada no Combate À Geada

Segundo CAMARGO, a combustão da serragem salitrada constitui um dos meios mais práticos e baratos de obter, artificialmente, a turvação atmosférica para o combate à geada de irradiação, que é a única forma de manifestação severa do fenômeno em São Paulo. Essa mistura neblígena foi desenvolvida pelos técnicos da “Comissão de Estudos para a Defesa contra a Geada” do Paraná e tem o mérito de utilizar matéria prima de fácil obtenção, podendo ser preparada, sem dificuldade, na própria fazenda. A eficiência do uso da serragem salitrada no combate direto às geadas depende fundamentalmente das condições ambientes no momento da aplicação. Bons resultados são muito difíceis de serem obtidos, motivo pelo qual o método deixou de ser recomendado há alguns anos. Portanto, a tentativa de uso é de responsabilidade exclusiva do interessado.

IMPACTOS ECONÔMICOS

Os danos causados às mais diferentes culturas na região sul do Brasil são de grande monta, mesmo em anos sem a ocorrência de geada severa, por quebra na produção e desvalorização dos produtos. Ainda que a contabilidade total das perdas por municípios e estados por vezes não alcance um número significativo (Ex. 15%) o prejuízo é bem pontual, sendo que alguns produtores podem ter perda total, afetando gravemente a economia de localidades distintas.

Segundo o site Portal do Agronegócio, as perdas na segunda safra de milho paranaense (2008) alcançam a 1,3 milhão de toneladas, cerca de 19,24% em relação à produção inicialmente esperada. As geadas foram de intensidade moderada a forte nas regiões oeste, centro e sudoeste do Estado, com perdas mais acentuadas nas seguintes regiões:

Campo Mourão (302,9 mil toneladas – 25,7%), Cascavel (398,6 mil toneladas – 39,8%), Francisco Beltrão (37,5 mil toneladas – 17,2%), Maringá (159,0 mil toneladas – 22,3%), Toledo (406 mil toneladas – 24,6%).

A GRANDE GEADA DE 1975 NO PARANÁ

No dia 18 de junho de 1975 o norte do estado do Paraná foi atingido por uma geada que dizimou por completo a produção de café. O episódio é conhecido até hoje como a “Grande Geada Negra do Paraná”. A colheita da safra já estava encerrada quando aconteceu o fenômeno, sendo de 10,2 milhões de sacas ou 48% da produção brasileira. No ano seguinte, a produção foi de 3,8 mil sacas, deixando o estado, antes líder mundial de produtividade, totalmente fora da produção nacional. Dados do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) apontam que na mesma época, uma seqüência assustadora de geadas ocorreram em toda a Região Sul, além dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e até no sul e oeste de Mato Grosso e sul de Rondônia.

A potente onda de ar frio de 1975 atravessou completamente a linha do Equador levando queda de temperatura em Estados como Amazonas e Roraima. No continente sul-americano, durante o inverno, a insurgência de ar polar em algumas situações adquire características peculiares com a formação de um centro de alta em níveis baixos e médios, denominado Poço dos Andes, que é o principal indicador da ocorrência de geadas.

CONCLUSÃO

Mesmo sendo um fenômeno que provoca danos econômicos por vezes irreparáveis, prejudicando diversas cadeias de produção, o combate às geadas e o melhoramento das ferramentas para a previsão mais acertada ainda são incipientes no país. Se uma parcela dos prejuízos previstos nas quebras fosse investida em mais estações meteorológicas, programas de incentivo ao plantio correto, financiamento para estufas e equipamentos de proteção com tecnologias diversas a agricultura não seria tão vulnerável ao fenômeno.

BIBLIOGRAFIA

ZULLO, Jurandir. Desastres Naturais e Agricultura. In: FÓRUM PERMANENTE DE ENERGIA & AMBIENTE, 2007.

MELO-ABREU, João Paulo De. Previsão da Ocorrência de Geada e de Geladura. In: JORNADAS TÉCNICAS “A IMPORTÂNCIA DA METEOROLOGIA NA AGRICULTURA”, 2008. Beja, Portugal.

BRADLEY, Lucy. FROST PROTECTION, University of Arizona, 1998.


27 de janeiro de 2016

A importância do Boletim Informativo da FAEP


O Boletim Informativo da Federação da Agricultura do Estado do Paraná é uma mão na roda para o agricultor e tem uma enorme importância no dia a dia aqui do Farmfor.

 

 

FAEP mantém um boletim informativo semanal impresso e também disponibilizado em pdf no site da entidade.

A “Revista do Sistema” brinda os leitores a cada número com notícias sobre política no agronegócio, matérias técnicas, um giro pelas cidades do interior do Paraná com seus cursos especiais nas unidades e uma seção especial no final, com humor e curiosidades.

Mesmo com a edição online disponível, solicitamos o boletim impresso e o mesmo vem chegando regularmente nos últimos anos. Já são dezenas de revistinhas guardadas no armário, com algumas edições especiais como a brochura sobre o Cadastro Ambiental Rural e também outra edição histórica sobre o Código Florestal.

O boletim é uma ferramenta indispensável por aqui. Lendo a realidade dos agricultores ali exposta, bolamos muitas das features disponíveis em nosso projeto. A cobertura especial sobre a questão da rastreabilidade de produtos hortícolas no Paraná foi importantíssima, servindo de base para a busca de outras informações e a identificação dos responsáveis pelas regulamentações nesta área.

Vida longa ao Boletim Informativo da FAEP!


18 de agosto de 2011

Paraná cria Fórum de Desenvolvimento do Agronegócio


Comercialização de hortigranjeiros alinhada no Plano de Governo Beto Richa. Ato de instituição do Fórum que norteia o agronegócio no Estado contou com a presença do diretor presidente da Ceasa Luiz Dâmaso Gusi, do diretor de Abastecimento Social Eduardo Pimentel, do Administrativo Financeiro Luiz Roberto de Souza e do Técnico Valério Borba.

O governador Beto Richa assinou nesta quarta-feira (17), no Palácio das Araucárias, um termo de cooperação técnica para criação do Fórum dos Promotores do Desenvolvimento do Agronegócio Paranaense. O fórum tem como metas a realização de ações conjuntas entre governo e iniciativa privada e a construção de uma visão de futuro do agronegócio paranaense. O objetivo é fazer com que o Estado se torne referência em competitividade e sustentabilidade, melhorando a qualidade de vida no campo e na cidade.

O colegiado será instalado por um período de quatro anos e vai reunir a Secretaria da Agricultura e Abastecimento e seus órgãos vinculados (Emater, Iapar, Ceasa, Codapar, Claspar e o Centro Paranaense de Referência em Agroecologia), Instituto de Águas Paraná, Instituto Ambiental do Paraná, Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep/Senar), Sistema Ocepar/Sescoop-PR, Sebrae-PR e o Banco do Brasil.

“Esta é mais uma demonstração do interesse do governo estadual em desenvolver um trabalho conjunto para atingir os objetivos de fortalecer a economia, a agropecuária, o agronegócio e a agroindústria”, afirmou o governador Beto Richa. Ele ratificou que a determinação do governo é ter as entidades representativas da sociedade paranaense próximas para ajudarem na decisão das ações adequadas para cada área.

Para acompanhar a execução das ações foi criado um comitê gestor, sob a coordenação da Secretaria da Agricultura, Faep, Sebrae-PR, Emater e Iapar. “Este fórum dará maior agilidade aos processos e permitirá o aperfeiçoamento das ideias, de acordo com as necessidades de cada segmento que integra o setor agropecuário”, destacou o governador.

AGENDA COMUM – O secretário da Agricultura Norberto Ortigara explicou que as instituições participantes deverão disponibilizar estrutura técnica, administrativa e informações de forma a contribuir efetivamente com o estabelecimento de um plano e cronograma de trabalho com metas, indicadores e mecanismos de acompanhamento e avaliação.

“Esta grande parceria soma esforços e cria uma agenda comum para o avanço da agropecuária e a agroindústria. Vamos evitar a sobreposição de trabalhos e projetos, o que evitará a dispersão de recursos. Com a agenda conjunta, os problemas serão atacados de forma coletiva”, disse Ortigara.

As entidades participantes consideram imprescindível a atuação integrada entre as instituições públicas e privadas. “Trabalhar em parceria é a melhor arma para promover o desenvolvimento do Paraná”, disse o presidente da Faep, Ágide Meneguette.

Ele classificou a criação do fórum como uma atitude de colaboração sem precedentes, em que serão desenvolvidos projetos concretos, evitando a duplicidade de atuação ou ações conflitantes. “O governador Beto Richa inicia um mutirão em favor da agropecuária do Paraná, em que cada instituição fará a sua parte para contribuir com resultados concretos para desenvolvimento do setor” explicou.

PROJETOS – Quatro projetos pilotos serão desenvolvidos num primeiro momento. O Leite no Arenito Caiuá, escolhido por sua importância na cadeia produtiva da região e em sua área de abrangência. O projeto de agricultura na Região Metropolitana de Curitiba, que seguirá as orientações do diagnóstico publicado em um seminário realizado na semana passada. Três segmentos serão foco das ações: a produção, a pós-colheita e a modernização da comercialização.

O projeto Café no Norte Pioneiro foi incluído por já ter várias iniciativas estruturadas e a cadeia organizada. Há a possibilidade de produzir cafés especiais com identificação geográfica, o que pode representar um aumento de até 80% no valor do produto. Outro projeto contemplado é o de Cultivos Florestais, que deverá considerar as questões de sustentabilidade econômica, social e ambiental do segmento, com ênfase ao uso e manejo adequado do solo e da água.

PARANÁ – O superintende do Banco do Brasil no Paraná, Paulo Roberto Mainers, confirmou a parceria das 360 unidades do banco no estado e anunciou a disponibilização de R$ 7,4 bilhões para o agronegócio para a safra 2011/2012.

Mainers ressaltou que o estado é uma referência nacional por sua capacidade de realização de projetos. “A iniciativa agrega forças, permite a otimização de recursos e potencializa o desenvolvimento do Paraná e o Banco do Brasil apóia iniciativas que trabalham a base, a sustentabilidade do negócio”, afirmou.

O perfil do Paraná também foi reconhecido pelo diretor técnico do Sebrae, Júlio César Agostini, que representou a instituição durante a solenidade. “A capacidade de trabalhar em conjunto para apoiar a economia e a sociedade é o diferencial e a característica de como se atua no Paraná”, disse. Ele informou que a primeira contribuição do Sebrae para a criação do fórum foi disponibilizar o modelo de gestão de projetos usado pela instituição.



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