Tag: Cooperativas

22 de setembro de 2021

Hackers russos invadem cooperativa americana e sistemas saem do ar


hackers russos

hackers russos

O grupo que assumiu o ataque quer US$ 5,9 milhões para liberar o acesso aos dados de transações com grãos, suínos e aves da cooperativa

O grupo russo de hackers chamado BlackMatter invadiu os sistemas da New Cooperative, uma das maiores cooperativas americanas, sediada no estado de Iowa e com postos em 39 localidades atendendo 5500 associados. Foi fundada em 1973.

Em um recente ataque similar no mês de maio, a JBS resolveu pagar US$ 11 milhões para outro grupo hacker da Rússia, o REvil, para ter seus dados liberados nos servidores.

Por conta do ataque, a equipe de TI da cooperativa desligou todos os sistemas e desenvolveu uma alternativa “paralela” para não parar de receber produtos dos associados. Um software de controle para irrigação e mapeamento de solo mantido pela empresa também foi desativado. A cooperativa literalmente voltou para o papel, assinando recibo a cada entrega.

hackers invadem cooperativa

Sistemas da New Cooperative. Foto: reprodução do Facebook.

Os hackers ameaçam divulgar dados de clientes, pesquisas e códigos de software da cooperativa caso o pagamento de US$ 5,9 milhões não seja realizado. Ao câmbio de hoje, são R$ 31 milhões.

O que é Ransomware?

Quase todo mundo que trabalha com computadores tem alguma experiência com vírus e convive com avisos frequentes do Avast ou outros softwares de proteção quando acessam um site perigoso ou colocam um pendrive na porta USB. O ransomware é como se fosse um vírus, mas ataca o computador silenciosamente e vai criptografando tudo que encontra pela frente. O programinha coloca uma senha em todos os sistemas e só o “dono do vírus” tem a chave que resgata os dados. Daí vem o pedido de dinheiro para liberar tudo. Mas é importante lembrar: nem sempre usuários são culpados pela infecção, já que sistemas sem atualização podem receber o ataque dos hackers russos via rede.

Negociando com os hackers russos

A New Cooperative estaria negociando com os hackers para não pagar o resgate, alegando ser uma empresa que faz parte da infraestrutura dos Estados Unidos. Os hackers do grupo assumem alguma “ética” e alegam não atacar sistemas críticos de usinas de energia, indústria de óleo e gás, defesa, ONGs e hospitais, mas não consideram a cooperativa de grãos uma categoria especial, conforme revelatam supostos prints da negociação publicados no Twitter e exibidos no site ArsTechnica.

Cuidado, o próximo pode ser você

Se o ramo do agro dos principais países produtores  for algo lucrativo para os hackers, mais ataques do gênero vão acontecer. É tempo dos associados brasileiros indagarem os responsáveis pelo setor de tecnologia da informação das cooperativas se está tudo bem, se existe estrutura e equipe habilitada para lidar com estes casos. Recentemente, sistemas da justiça e prefeituras sofreram ataques deste tipo no Brasil.

Nos EUA, o FBI já está na busca dos responsáveis e alerta que ataques assim poderão afetar o mercado agrícola em um futuro próximo.

Veja também

Hacker invade a John Deere e a CNH e revela vários erros de segurança


4 de fevereiro de 2021

Gerente de cooperativa vai para a cadeia após dar golpe nos EUA


gerente de cooperativa




Um gerente de cooperativa no estado americano de Dakota do Sul, na cidade de Aberdeen, foi para a cadeia após uma longa investigação onde foi revelado que ele misturava aveia nas cargas de soja e ainda orientava os funcionários nos esquemas.

Tudo começou quando um cliente reclamou de um carregamento de 30 caminhões com soja em 2017, já “batizado” com a aveia. Na época, o gerente foi alertado por colegas para não deixar mais isso acontecer na cooperativa, ou alguém acabaria preso. O meliante Calvin Diehl, de 60 anos, não deu a mínima e continuou com o esquema.

golpe em cooperativaO USDA (o “Ministério da Agricultura” americano) foi pra cima e fez auditorias na cooperativa, encontrando 2400 toneladas declaradas de soja nas instalações que na realidade eram 925.

A pena foi de três anos em uma prisão federal (ele se declarou culpado) pelo crime de conspiração para fraudar o país, além de levar uma multa de US$ 7500,00. Outros dois envolvidos também enfrentaram penas similares, mas Diehl era o chefe do esquema que durou incríveis 6 anos.

Via Justice.gov.


4 de dezembro de 2020

Rádio perde patrocínio da Cooperativa Santa Clara após defesa de bandidos


Cooperativa Santa Clara




No dia 2 de Dezembro, no programa Timeline da Rádio Gaúcha de Porto Alegre (RS), os apresentadores Kelly Matos e David Coimbra fizeram uma defesa dos criminosos que barbarizaram a cidade de Criciúma, em Santa Catarina. Logo em seguida, a Unicred emitiu nota dizendo que cancelaria o patrocínio, dadas as declarações.

Hoje a Cooperativa Santa Clara, da cidade de Carlos Barbosa, também no Rio Grande do Sul e igualmente patrocinadora do Timeline, emitiu nota através de sua conta no Instagram:

cooperativa santa clara

Postagem disponível em https://www.instagram.com/stories/coopsantaclara/2456746409193571703/?hl=pt-br

A Cooperativa Santa Clara em toda a sua história enalteceu a apoiou as entidades e ações em prol da segurança pública. Seguindo estes valores, a Cooperativa não compactua com os comentários no programa Timeline, da Rádio Gaúcha, de 02 de dezembro, referente ao assalto ao Banco do Brasil em Criciúma. Por isso, a Santa Clara rescindiu imediatamente o contrato de patrocínio ao programa.

A Cooperativa Santa Clara foi fundada em 15 de maio de 1911. Hoje tem mais de 5500 agricultores associados e 2000 colaboradores, com destaque na produção de laticínios e suinocultura.

Depois da Cooperativa Santa Clara, Biscoitos Zezé

A Biscoitos Zezé, empresa tradicional da cidade de Pelotas, também retirou o patrocínio. Confira a nota no Instagram:

Sem influência de contas justiceiras do Twitter, parece que as três empresas tiraram o dinheiro que investiam no Grupo RBS por questões próprias e respeito aos clientes. Uma boa iniciativa contra a bandidolatria praticada por boa parte da mídia brasileira, notadamente com viés esquerdista.

Veja também

No dia do pecuarista, RBS faz reportagem contra o consumo de carne.

O livro que abalou a bandidolatria no Brasil (Lócus Online).

 


14 de fevereiro de 2020

Copacol, líder no agronegócio paranaense


Copacol

A Copacol foi fundada em 1963 e é destaque no agronegócio do Paraná. Seu escritório central fica na cidade de Cafelândia.

Acesse o COPACOL AGRONEGÓCIO deretamente neste link.

Histórico

A Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata) foi fundada em 23 de outubro de 1963 pelo Padre Luís Luise e mais 32 agricultores migrantes dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na época, a Cooperativa surgiu com o objetivo de distribuir energia elétrica aos seus cooperados, mas seis anos depois, em 1969, foi desmembrada deste setor para atender especificadamente a agricultura, que se destacava na produção de feijão, arroz, milho e café.

Copacol

Informações sobre atividades

Em uma área de 190 mil hectares localizados nas região Oeste do Paraná, as principais culturas são a soja, o milho e o trigo. Para atender toda a demanda da produção dos seus cooperados, a Copacol conta com 19 unidades de recebimento e armazenagem de grãos, que possibilita um recebimento de mais de 1,2 milhões de toneladas de grãos por ano.

Preocupada em oferecer novas oportunidades de crescimento e alternativa de renda aos produtores, em 1982, a Copacol foi pioneira e implantou o sistema integrado de avicultura, que no início, abatia 25 mil aves por mês, muito menos do que é abatido hoje pela Cooperativa em apenas um dia.

Atualmente, a capacidade de abate da Copacol é de 320 mil aves ao dia, que somada ao abate diário de 330 mil aves da Cooperativa Central Unitá (fundada em parceria com a Cooperativa Coagru, em Ubiratã, Paraná) chega ao número de 650 mil aves abatidas ao dia.

Ainda na década de 1980, a Copacol se tornou sócia da Cooperativa Central Frimesa, possibilitando aos cooperados alternativas rentáveis de produção e diversificação de suas propriedades. A partir daí, deu início aos sistemas integrados de suinocultura e de bovinocultura de leite.

Ambas as atividades ganharam força quando a Copacol investiu em unidades de produção, como as UPLs (Unidades de Produção de Leitões) e UPBNs (Unidade de Produção de Bezerras e Novilhas). Com isso, os produtores integrados passaram a receber animais com alto potencial genético, garantindo qualidade na produção.

Pioneira também na piscicultura, a Copacol investiu no ano de 2008 em um dos maiores complexos industriais de peixes do país e com o maior volume de abate de tilápia da América do Sul. Com as duas linhas de abate a todo vapor, a indústria processa 140 mil tilápias por dia.

Em todos esses anos, a Cooperativa se tornou uma referência neste segmento e se consolidou como uma das mais importantes alternativas de renda e diversificação da propriedade rural.

Para tanto, a Cooperativa conta com importantes certificações de qualidade e segurança de alimentos, como a ISO 9001, BRC – Norma Global para Segurança de Alimentícios, e APPCC/HACCP – Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle, na Unidade Industrial de Aves de Cafelândia; a BAP – Boas Práticas de Aquicultura, na Unidade Industrial de Peixes de Nova Aurora; a GMP+ (Norma de Segurança de Alimentos, voltada à alimentação animal) na Unidade Industrial de Soja (UIS); reconhecimento na norma ISO/IEC 17025 para análises microbiológicas e físico-químicas no Laboratório Central.

Todas estas normas certificam a Copacol não apenas como uma indústria apta a produzir alimentos, mas como uma empresa especializada e segura para atender demandas do mundo inteiro, incluindo os mercados mais exigentes como o da Europa e da Ásia.

O crescimento da Copacol é constante e, prova disso, é o crescimento de 14% no ano de 2019, cujo faturamento foi de R$ 4,4 bilhões. Através dos ótimos resultados de seus negócios e com base no 3º Princípio Cooperativista (Participação Econômica), foi possível compartilhar junto ao quadro social R$ 95,3 milhões em sobras e complementações, proporcionando distribuição de renda e crescimento regional.

Números

  • Seis mil cooperados
  • Dez mil colaboradores
  • 172,3 milhões de aves abatidas
  • R$ 4,4 bilhões de faturamento
  • 42 milhões de peixes abatidos
  • 335,2 mil suínos
  • 11,3 milhões de litros de leite

Informações Financeiras da Copacol

Relatório Anual de 2019 da Cooperativa Copacol Agroindustrial

Saiba mais

Veja mais no Blog do Farmfor sobre Cooperativas.


28 de janeiro de 2020

Show Rural Coopavel 2020 é exemplo de bom marketing para o Agro


Show Rural Coopavel

Edição 2020 da feira adotou o tema “Reinvente Sua Vida no Campo” e criou ótimas peças para divulgação na internet

O Show Rural Coopavel é uma das maiores feiras agrícolas do país, sendo um evento consolidado no agronegócio paranaense e brasileiro. Na edição de 2020, os organizadores capricharam no marketing.

Destaque do site e o tema central da campanha.

As ações são acima da média para eventos com este perfil já nas ferramentas utilizadas nas redes sociais: arte bem definida e de acordo com a linguagem do setor, forte atuação no Instagram, Facebook e Youtube e um site muito bem feito.

https://www.instagram.com/p/B7qkgx_IrJR/

Show Rural Coopavel – Reinvente Sua Vida no Campo

Essa poderia ser só mais uma história comum de dificuldade no campo enfrentada por um agricultor familiar, tamanha a destreza com que Márcio enfrenta suas limitações. Em toda a sua vida, ele sempre enfrentou diversas dificuldades, mas nunca barreiras. E, depois de perder totalmente a visão, quem mais teria motivos para desistir, preferiu pegar o caminho menos óbvio: o da reinvenção.

Uma série de quatro vídeos mostra a vida de Márcio, um agricultor da região de Guarapuava que perdeu totalmente a visão, mas continua na lida. Além do pequeno filme acima, são partes da campanha os vídeos Força de Vontade, Um Bom Vizinho e Um Pai Inspirador.

A feira acontece em Cascavel, no Paraná, entre os dias 3 e 7 de fevereiro, das 8h às 18h. A entrada é franca e o estacionamento gratuito. Diversas atividades paralelas são realizadas, incluindo o Show Rural Digital, voltado para as novidades tecnológicas que envolvem tecnologia da informação e startups.


3 de abril de 2019

Cooperativas agrícolas no leilão do 5G: uma boa ideia


Leilão do 5G

Várias cooperativas agrícolas brasileiras já atuam no provimento de acesso a internet no interior. Reunidas, poderiam fazer frente no mercado de telecom no país

De tempos em tempos, a telefonia móvel ganha atualizações tecnológicas desenvolvidas pelos principais fabricantes do mercado internacional de telecomunicações, amplamente discutidas por organizações que controlam as normas destes sistemas. Do lado governamental, os países gerenciam a forma como as frequências são usadas pelas operadoras quando adotam estas novas tecnologias.

Na telefonia móvel celular, já passamos da época do telefone que era usado apenas para falar e o brasileiro viu as redes passarem de analógicas para digitais. Posteriormente, novas tecnologias foram sendo disponibilizadas sempre com algum mínimo avanço e, com elas, a sopa de letrinhas e números: CDMA, GSM, 2,5G, 3G, 4G e 4,5G, para citar padrões e marcas para os serviços prestados. Agora o mundo inteiro está esperando o 5G, padrão que oferece a possibilidade da transmissão de dados em velocidades até 50x mais rápidas que a do 4G em alguns casos.

Um modem 5G: internet em alta velocidade para todos os dispositivos da casa.

Se na cidade as pessoas possuem em alguns pontos uma grande oferta de provedores de acesso (cabo, ADSL, Wireless, celular e fibra), no campo a coisa é bem mais complicada para quem quer acessar a internet ou simplesmente falar ao celular. Até a recente popularização dos serviços de internet por satélite nas zonas rurais, em alguns casos as famílias não possuiam acesso aos prestadores de serviço, mesmo em condições para pagar mensalidades superiores em relação aos serviços disponíveis no meio urbano.

O pioneirismo das cooperativas

No início dos anos 2000, muitas empresas de pequeno porte e cooperativas foram responsáveis por iniciativas para levar internet aos clientes e ou cooperados, sozinhas ou formando parcerias. Muitos provedores nasceram das necessidades das próprias cooperativas na hora de conectar pontos remotos das unidades de recebimento de grãos em locais sem qualquer serviço disponível na área de telecomunicações. Ergueram torres, compraram computadores, equipamentos de rádio e ligações com a Embratel, adquirindo internet no “atacado” e distribuindo entre as filiais e cooperados.

Antena de “internet wireless”: onipresente no interior em torres, topo de silos, comércios e residências. Para muitos, o único meio disponível para acessar a rede, até hoje.

A qualidade do 5G (em velocidade e latência) trará novas possibilidades para o campo, do uso de internet padrão em celulares e computadores até a capacidade de controle e monitoramento de máquinas e animais, em tempo real. Sistemas de irrigação, rastreabilidade, integração com máquinas agrícolas e tantos outros seriam beneficiados com o 5G para, de fato, aproveitarmos tudo o que pode ser oferecido pelas técnicas abraçadas pela chamada agricultura de precisão e Internet das Coisas.

Se a tecnologia é boa, o atendimento das grandes operadoras de telefonia na zona rural é tradicionalmente ruim, motivo de sonho para quem não tem e em alguns casos raiva para quem já conseguiu adquirir e acessa a internet de forma lenta ou precisa subir em uma árvore para falar com alguém ao celular.

A prestação de serviços de telecomunicações para o homem do campo através de cooperativa quebra paradigmas tradicionais do setor, oferecendo contato real do fornecedor com o cliente, tornando o serviço apenas mais um item a ser descontado na conta do cooperado, que também é dono do provedor.

O perfil do acesso ao conteúdo rural: cada “bolinha” representa uma cidade ou região brasileira que consumiu conteúdo do Blog do Farmfor em 2018.

A autonomia tecnológica para cooperativas e economias de pequenas cidades é outro fator positivo, com novas empresas podendo operar em negócios que sempre foram impossibilitados pela falta de recursos.

Estas cooperativas (ou esta “cooperativa de cooperativas”) habilitada para operar o serviço de 5G poderia pagar os arremates dos leilões de frequências ao governo até mesmo com produtos alimentícios para diversos programas já existentes, com prazo e carência. Seria a efetividade do leilão sem caráter arrecadatório, focado no desenvolvimento. O sistema de intercooperação já é realidade no Brasil no setor alimentício, como no caso da Unium.

Claro que esta ideia enfrenta barreiras legais, técnicas e econômicas, mas tem tudo para dar certo e o primeiro passo é a conversa. As cooperativas que já lidam com internet, o governo federal através dos ministérios correlatos e as comunidades envolvidas deveriam pensar no assunto, já que as tecnologias evoluem, mas a disposição das operadoras em atender mercados remotos – especialmente as zonas rurais – nem sempre evolui na mesma proporção.


1 de setembro de 2017

Pós-graduação em marketing para cooperativas, no Paraná


Pós-graduação em marketing

Quarta turma do curso começa no dia 29 de setembro, na cidade de Cascavel

 

Ainda restam poucas vagas para o curso de pós-graduação em Marketing para Cooperativas no Agronegócio, com início das aulas previsto para o dia 29 de setembro, em Cascavel (PR), numa iniciativa do Sescoop/PR em parceria com a Universidade Positivo de Curitiba. Uma primeira turma está em andamento em Castro, na cooperativa Castrolanda, atendendo a uma demanda do Planejamento Estratégico PRC-100 que, entre seus direcionadores, está o foco no desenvolvimento das pessoas que atuam no cooperativismo paranaense, para melhoria de conhecimento nesta área fundamental para uma maior presença no mercado do varejo, seja de produtos ou serviços.

Objetivo – Segundo a coordenadora do curso, professora Anelise Machado de Araújo, a pós está focada no marketing para o agronegócio que aborda a disciplina como uma filosofia empresarial onde coloca o cliente e o consumidor no centro das decisões. “Neste contexto o curso colocará à disposição dos alunos subsídios que abrangerão tanto o marketing estratégico e operacional permitindo ao participante a desenvolver competências e habilidades para elaborar estratégias mercadológicas que agreguem valor as cooperativas assegurando competitividade e participação nos grandes mercados”, salientou. A professora afirma que o programa inclui conceitos estratégicos, de gestão, de varejo e de distribuição no agronegócio, além da visita técnica em abril de 2018 a Mercosuper, em Curitiba.

Serviço – O curso será realizado durante 18 meses, carga horária de 440 horas, com aulas mensais, sextas-feiras das 14h às 18h e das 19 às 22h e aos sábados das 8h às 12h e das 13h às 17h, no Hotel Bourbon, em Cascavel a partir do dia 29 de setembro. Os interessados nas últimas vagas devem entrar em contato com o Sescoop/PR, com Leandro Macioski pelo fone (41) 3200-1128 ou pelo e-mail.

Com informações do site Paraná Cooperativo.



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