O superintendente do INCRA RS Tarso Teixeira fez o anúncio pelas redes sociais, depois de oficiar o coordenador do Fórum

O Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos é coordenado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul e entre os seus membros estão 67 entidades. Destacam-se universidades, Conselhos profissionais diversos, grupos ecológicos e até a “Pastoral Ecológica da Regional Sul 3” da CNBB. O INCRA era uma delas até o dia 26 de setembro, quando o superintendente Tarso Teixeira oficiou o coordenador do Fórum, Procurador Federal Rodrigo Baldez de Oliveira, sobre a saída.

No Facebook, Tarso Teixeira postou cópia do ofício acompanhada do seguinte texto:

Por alguns anos, antes da minha gestão na Superintendência, o INCRA esteve integrando um grupo chamado “Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos”. O grupo é coordenado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, e bem sabemos o quanto o debate nacional sobre esse assunto, que deveria ser técnico, ainda é permeado por distorções e mistificações de cunho ideológico.
O Incra hoje está ligado ao Ministério da Agricultura, que tem feito justamente um esforço para demonstrar que, ao contrário do que diz certa mídia, o Brasil é um dos países com a mais segura legislação sobre o uso dos defensivos agrícolas. Em função disso, encaminhei correspondência à coordenação deste Fórum, respeitosamente retirando o Incra de sua composição.
Os tempos mudaram.

A cópia do ofício, postada no Facebook.

Vale lembrar que o Fórum estava envolvido na grande operação do IBAMA realizada em outubro de 2018 que foi motivo de postagem aqui no Blog do Farmfor. Leia em Operação do IBAMA mira em arrozeiros do Rio Grande do Sul e provoca incertezas em toda a cadeia produtiva.

Como o próprio superintendente destacou no Facebook, os tempos são outros.

Para saber mais:

Site do INCRA RS – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – superintendência Rio Grande do Sul.

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