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4 de dezembro de 2020

Rádio perde patrocínio da Cooperativa Santa Clara após defesa de bandidos


Cooperativa Santa Clara




No dia 2 de Dezembro, no programa Timeline da Rádio Gaúcha de Porto Alegre (RS), os apresentadores Kelly Matos e David Coimbra fizeram uma defesa dos criminosos que barbarizaram a cidade de Criciúma, em Santa Catarina. Logo em seguida, a Unicred emitiu nota dizendo que cancelaria o patrocínio, dadas as declarações.

Hoje a Cooperativa Santa Clara, da cidade de Carlos Barbosa, também no Rio Grande do Sul e igualmente patrocinadora do Timeline, emitiu nota através de sua conta no Instagram:

cooperativa santa clara

Postagem disponível em https://www.instagram.com/stories/coopsantaclara/2456746409193571703/?hl=pt-br

A Cooperativa Santa Clara em toda a sua história enalteceu a apoiou as entidades e ações em prol da segurança pública. Seguindo estes valores, a Cooperativa não compactua com os comentários no programa Timeline, da Rádio Gaúcha, de 02 de dezembro, referente ao assalto ao Banco do Brasil em Criciúma. Por isso, a Santa Clara rescindiu imediatamente o contrato de patrocínio ao programa.

A Cooperativa Santa Clara foi fundada em 15 de maio de 1911. Hoje tem mais de 5500 agricultores associados e 2000 colaboradores, com destaque na produção de laticínios e suinocultura.

Depois da Cooperativa Santa Clara, Biscoitos Zezé

A Biscoitos Zezé, empresa tradicional da cidade de Pelotas, também retirou o patrocínio. Confira a nota no Instagram:

Sem influência de contas justiceiras do Twitter, parece que as três empresas tiraram o dinheiro que investiam no Grupo RBS por questões próprias e respeito aos clientes. Uma boa iniciativa contra a bandidolatria praticada por boa parte da mídia brasileira, notadamente com viés esquerdista.

Veja também

No dia do pecuarista, RBS faz reportagem contra o consumo de carne.

O livro que abalou a bandidolatria no Brasil (Lócus Online).

 


29 de janeiro de 2020

Reportagem culpa lavouras de soja e pesticidas pelo aparecimento de cobras


aparecimento de cobras

TV do Rio Grande do Sul diz que as cobras estão aparecendo com maior frequência e picando humanos por conta do uso excessivo de pesticidas

Ataques de cobras viraram notícia no Rio Grande do Sul depois da trágica morte de um agricultor que foi picado por uma jararaca no interior da cidade de Coronel Bicaco.

Uma equipe de reportagem da RBS TV, afiliada Rede Globo no Rio Grande do Sul esteve na cidade e, de lá, atualizou as informações sobre as aparições de cobras da seguinte maneira:

“… tivemos mais dois casos claro não tão graves quanto o desse senhor. Isso porque aqui a região de Coronel Bicaco é uma região onde se usa muito pesticida né, uma região agrícola. E as cobras então acabam fugindo do seu habitat natural. O que contribui também é o calor, então os animais tem uma maior atividade por causa das altas temperaturas.”

Você pode acessar a reportagem neste link do Globoplay.

Nenhum especialista em cobras foi entrevistado pelo repórter, apenas um médico com orientações para pessoas picadas.

O Rio Grande do Sul está sofrendo com recordes de temperaturas altas (a causa secundária apontada pelo repórter) e secas. Sobre a teoria dos pesticidas e aparecimento de cobras, não temos notícia.

A própria RBS já foi melhor em outra reportagem de 2015. Em “Fundação Zoobotânica alerta para aparição de cobras e serpentes no RS” , disseram:

Com a chegada da primavera e a ocorrência de temperaturas mais elevadas, a Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul alerta para o surgimento de serpentes e cobras. Isso ocorre, especialmente, pela maior presença de pessoas no habitat delas e também uma maior circulação da espécie, em busca de comida e de parceiro sexual.

Veja também

No dia do pecuarista, RBS faz reportagem contra o consumo de carne.


1 de setembro de 2019

O bom protesto dos pecuaristas contra a RBS na Expointer


RBS na Expointer

Grupo protestou contra a posição da RBS sobre agrotóxicos e campanhas contra o consumo de carne

O Blog do jornalista Políbio Braga deu destaque para o protesto realizado por alguns pecuaristas durante a Expointer em Esteio, no Rio Grande do Sul. Com faixas e cartazes, foram para a frente da Casa da RBS no parque de exposições e protestaram por conta dos posicionamentos da emissora.

Não é pra menos.

Durante a Expointer – uma das feiras mais importantes do mundo para a agropecuária, tradicional espaço para cabanhas mostrarem e negociarem seus animais – o jornal Zero Hora, do Grupo RBS, publicou matéria sobre a “sexta sem carne”, mais uma data contra o consumo e a pecuária, carregada de ideologia e dados “daqueles” sobre a atividade. A RBS emitiu nota pedindo desculpas.

É a segunda vez, em um curto espaço de tempo, que a RBS apronta com o setor. No Dia do Pecuarista, foi exibida no Jornal do Almoço uma longa reportagem sobre a Segunda Sem Carne. O jornal é campeão de audiência no Rio Grande do Sul. Da mesma forma, depois da aventura, a emissora pediu desculpas com uma espécie de reportagem de consolo.

O protesto é válido, mas simbólico. A única forma de marcar posição nesta guerra de informações é tirando o dinheiro dos veículos, até que o respeito volte. Antes que a emissora apronte três vezes e peça música no Fantástico. Provavelmente, alguma com versos contra o agronegócio.


16 de julho de 2019

No dia do pecuarista, RBS faz reportagem contra o consumo de carne


Dia do Pecuarista

Afiliada da Rede Globo para o Rio Grande do Sul promoveu o “segunda sem carne” e a agenda vegetariana para a audiência, exatamente no dia dedicado aos produtores

A RBS (a Rede Globo no Rio Grande do Sul) exibiu uma longa reportagem em seu Jornal do Almoço do dia 15 de julho último, promovendo a campanha “Segunda Sem Carne”, exatamente no Dia do Pecuarista.

A Emissora de TV gaúcha praticamente “cresceu no lombo” da agropecuária do Rio Grande do Sul, com seus maiores anunciantes ligados por décadas ao setor. Culturalmente, a identidade da RBS sempre trabalhou de forma veemente as tradições gaúchas com o seu programa “Galpão Crioulo”. Os tempos modernos de ativismo chegaram e a empresa agora dá um tapa na cara da comunidade que criou.

A Segunda sem Carne, travestida de moderação de consumo, repete todos os mantras dos ativistas contra o agro, colocando na conta da pecuária males como desmatamento, poluição e muito mais. Na conta dos (ainda) consumidores de carne, culpa.

Enquando promove a versão brasileira da Meatless Monday, a RBS vai doutrinando a audiência com os dados do movimento internacional.
Ah, e claro: desmatamos as florestas para plantar trigo e produzir mais bois.

No Brasil, o Segunda Sem Carne é mantido pela Sociedade Vegetariana Brasileira (olha, quem diria). A entidade afirma categoricamente em seu site que “Só no Brasil, cerca de 10 mil animais morrem a cada minuto com a justificativa de que precisamos nos alimentar. No entanto, o reino vegetal é capaz de encher nossos pratos e nos nutrir. Vacas, galinhas, peixes e porcos são idênticos aos cães e gatosquando se trata de dor e sofrimento. Se desejamos uma sociedade pacífica, que tal tirar a violência do nosso prato?

A resposta da FARSUL

A entidade lançou uma Carta Aberta Para o Grupo RBS”, contestando a reportagem e apontando dados sobre o setor agropecuário. Está de parabéns:

É preciso sempre estar atento, no âmbito cultural, sobre o que andam falando sobre o agro. Sobre a RBS, um mico que deverá ficar marcado na história da empresa, que já não é mais a mesma nos últimos anos.

Leia também: Pecuaristas irlandeses vão pra rua contra o acordo UE-Mercosul.



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