Índios teriam passado mal depois da aplicação de calcário em lavoura vizinha na cidade de Caarapó, no Mato Grosso do Sul

Segundo notícia no site do Ministério Público Federal do Mato Grosso do Sul, uma investigação está em andamento para verificar a intoxicação de crianças indígenas em maio deste ano.

Com o título MPF investiga possível contaminação por agrotóxicos em comunidade indígena Guyraroka, o texto segue:

O Ministério Público Federal (MPF) em Dourados (MS) instaurou inquérito para apurar a intoxicação provocada por pulverização de calcário na Comunidade Indígena Guyraroka, localizada no município de Caarapó (MS). Segundo relatos dos guarani kaiowá a representantes do MPF, em diligência em 20 de maio, após a pulverização do produto na propriedade vizinha ao acampamento, os indígenas apresentaram sintomas de intoxicação como dor de barriga, febre, cansaço, falta de ar, dores no peito e vômito.

O MPF busca identificar os responsáveis pela ação e a natureza do produto químico utilizado, para adotar medidas jurídicas de combate e prevenção de novas ações como a ocorrida. Durante a diligência realizada pelo MPF, o ancião da comunidade, Tito Vilhalva, contou que os funcionários da propriedade rural gradearam a terra e posteriormente foi pulverizado o calcário. Como o vento estava forte na época, o produto terminou atingindo a comunidade. Para o ancião, quem mais sofre com a exposição dos produtos são as crianças, pois a escola indígena fica apenas a 10 metros da propriedade rural (…)

Print de parte do texto no site do MPF.

Provavelmente, uma grande confusão. Para os não iniciados no assunto, calcário não passa de uma rocha moída.

Saiba mais:

A ocorrência, na versão do CIMI: O calvário das crianças Guarani Kaiowá contaminadas por agrotóxicos.

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