Tag: Arla

26 de junho de 2020

Laticínio britânico treina seus produres para a coleta durante a pandemia


Laticínio Britânico

Produtores vão receber treinamento para pilotar os caminhões, coletar e medir a qualidade do leite nas propriedades

Com um alto número de motoristas da frota de caminhões responsáveis pela coleta de leite de licença por conta do contágio com o coronavírus, a Arla Foods adotou uma estratégia para enfrentar o problema. Os próprios produtores receberão treinamento para assumir a tarefa.

Veja também: Veja como é feita a coleta de leite em uma propriedade da Inglaterra.

Segundo o site da empresa, 19 produtores de leite e 10 membros da equipe de agricultura foram treinados para coletar leite nas propriedades, medir temperatura, tirar amostras e registrar os procedimentos. Algo que já acompanham faz muito tempo, mas agora vão jogar do outro lado.

Um laticínio britânico dos mais antigos

O laticínio britânico Arla Foods é uma cooperativa das maiores e mais antigas no Reino Unido, com início das atividades no ano de 1880. Responsável pela coleta e processamento de leite em cerca de 2400 propriedades, opera com as marcas B.O.B. (leite com sabor), Cravendale (leite), Arla Explorers (biscoitos), Big Milk (leite enriquecido com nutrientes), Skyr (iogurte), Lacto Free (leite sem lactose), Farmers Milk e Arla Protein (suplemento alimentar).

Saiba mais

Arla reveals it has trained its farmer owners to provide a back-up option for milk collection during Covid-19 pandemic.


19 de março de 2018

Empresa testa etiqueta que “incha” quando alimento perde a validade


A tecnologia quer diminuir o desperdício de alimentos.

 

A empresa de laticínios Arla desenvolveu uma parceria com a startup Mimica para o desenvolvimento de uma etiqueta que indica o prazo de validade dos produtos. O sistema não usa apenas uma data específica para o final de vida do lote, mas uma gelatina especial que reage conforme as mudanças de temperatura ao longo do tempo de prateleira.

Quando o dano ambiental atinge um determinado ponto, este composto incha e pequenas bolinhas ficam visíveis ou em relevo na etiqueta. Basta tocar e perceber que o produto já perdeu o prazo de validade. O sistema foi batizado de Mimica Touch.


24 de março de 2017

Agricultores americanos estão brigando com a John Deere, pelo direito de dar manutenção nos próprios equipamentos


Hackers da Ucrânia estão vendendo sistema que desbloqueia o trator e permite a troca de peças sem passar pela autorizada.

 

Antigamente, pouca coisa em um trator era elétrica ou eletrônica e a máquina era o reino absoluto da mecânica, bastando a experiência e algumas peças disponíveis para a resolução de problemas simples. Algumas vezes, no meio de uma propriedade distante vários km de uma assistência autorizada. Os tempos mudaram. Os computadores invadiram o mundo da mecânica e, com eles, os softwares. O trator passou a ser controlado nos mínimos detalhes pelos sistemas.

Como os tempos mudaram mas as distâncias entre propriedades e autorizadas ainda é muito grande, muitos agricultores americanos estão brigando com a John Deere e outras marcas, pelo direito de fazer a manutenção no próprio trator, sem precisar do desbloqueio via programação. Em alguns cenários, para a troca de uma transmissão, por exemplo, a John Deere cobra US$ 230,00 + US$ 130,00 a hora do técnico, só para ir até o trator, conectar o notebook e desbloquear a peça trocada no sistema.

Como resultado, já tem agricultor andando com trator “pirateado”, com um sistema desenvolvido na Ucrânia, que libera qualquer manutenção sem a necessidade de autorização da empresa. A prática de buscar estes programas no mercado negro é crime e pode dar cadeia nos Estados Unidos. É violação de direito autoral.

Na prática, quem compra um trator já não é mais dono. Licenciou grande parte do equipamento e vive abaixo de regras contratuais, limites para a garantia e riscos legais se alterar qualquer coisa.

 

No Brasil, um sistema muito parecido é usado para desbloquear os sensores dos motores diesel e enganar o sistema na falta do ARLA.

Não são muitas as alternativas para os agricultores no futuro quando a questão é software dentro das máquinas. Cabe ao usuário ficar com o velho trator, aceitar as condições dos novos modelos ou, quem sabe, adotar marcas que são flexíveis ou abrem a possibilidade de alteração em seus sistemas. Vale lembrar que existe um mundo novo chamado “open hardware”, que explora soluções abertas para vários mercados e o agro pode ser um deles, no futuro.

 



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