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18 de novembro de 2020

Chapare, o vírus boliviano mortal que está assustando o mundo


chapare




chapare

 

O Chapare apareceu na Bolívia pela primeira vez em 2003, na província de Chapare, o que acabou por batizar o vírus. Na época, foi responsável por uma morte.

Em 2019, uma segunda ocorrência foi registrada, desta vez com 5 casos de pessoas infectadas, sendo que três delas morreram (um agricultor e dois médicos que tratavam as vítimas).

O vírus é raro e “parente” do temido ebola. O chapare começou a aparecer nas notícias nesta semana por conta de um estudo apresentado no encontro anual da Sociedade Americana de Higiene e Medicina Tropical (ASTMH) que anunciou a possibilidade dos casos de 2019 terem apresentado transmissão entre humanos. Reforçando: Não há surto em 2020, o estudo analisou a ocorrência de 2019.

 

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Acima: interesse das pessoas no termo “chapare” nas pesquisas do Google: pico em novembro de 2019 e crescimento neste momento, com a divulgação da notícia.

Vírus assim são tipicamente transmitidos por roedores, por contato direto (arranhões ou mordidas), com a saliva ou com a urina de animais infectados. Outra forma de contágio é pela respiração em ambientes onde o virus está  no ar ou ingestão de alimentos contaminados com urina ou saliva dos roedores.

O período de incubação do chapare (entre a exposição e desenvolvimento dos sintomas) é de 4 a 21 dias e os sintomas são febre, dor de cabeça, dores musculares e nas juntas, dor atrás dos olhos, dor no estômago, vômitos, diarréia, sangramento das gengivas, vermelhidão na pele e irritabilidade. Não existe tratamento para a doença, apenas formas de aliviar os sintomas.

No mais, quase não existe informação sobre a doença devido aos pouquíssimos casos e altíssima mortalidade: 60% dos infectados morreram.

Chapare no mapa

Segundo a Wikipedia, Chapare é uma província da Bolívia localizada no norte do departamento de Cochabamba, sua capital é a cidade de Sacaba. Está situada 11 km a leste de Cochabamba. A maioria de território é compreendido por florestas tropicais em vales que rodeiam a principal fonte de água da área, o Rio Chapare, que também é um afluente do Rio Amazonas. A principal cidade é Villa Tunari, uma popular destinação turística.

No momento, é uma região com muita tensão política.

Veja também

Evidence of Person-to-Person Transmission of Mysterious and Deadly Virus in Bolivia.

Pesquisadores confirmam transmissão de vírus raro entre humanos na Bolívia.

Chapare hemorrhagic fever (CHHF) – CDC.

Vírus RHDV2 está matando coelhos nos Estados Unidos.


21 de janeiro de 2019

Colheitadeira Kubota Pro 100 para arroz, trigo e soja


Colheitadeira Kubota

Colheitadeira de pequeno porte da Kubota promete desempenho e conforto para o operador, com custo acessível

Tem gente que não acredita, mas sim: existe colheitadeira da Kubota. De pequeno porte, algumas se assemelham a equipamentos para colheita de parcelas. Não é o caso e aqui exibimos o modelo Pro 100 (4LZ-5) que trabalha com arroz, trigo e soja.

Fabricadas no Japão e na Tailândia, estas maquininhas fazem sucesso na Ásia e já estão aparecendo na América Latina, como nesta revenda da Bolívia, orgulhosa do produto. Confiram o vídeo da Agrovier:

A colheitadeira Kubota Pro 100 tem motor diesel de 100 hp, da própria Kubota (V3800-DI-T-ET-13) de 4 cilindros turbo intercooler. O tanque leva 250 litros de combustível. A velocidade vai até 10,8 km/h e o revendedor garante que ela colhe bem em 7 km/h.

Axial, o cilindro tem 620 mm de diâmetro e 2210 mm de comprimento, trabalhando a 825 rpm para trigo e 730 rpm para arroz. O tanque de grãos tem capacidade para 2400 litros e descarrega o produto tombando a carga.

A cabine panorâmica tem ar-condicionado. O custo estimado na Bolívia é de aproximadamente US$ 68 mil.



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