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22 de novembro de 2017

A Cargill está rastreando os perus vendidos nos EUA


Cargill

Projeto permite que os consumidores consultem na internet dados sobre a propriedade de onde saiu a ave

 

O tradicional feriado do Dia de Ação de Graças nos EUA levará para o forno milhões de perus (mais de 46 milhões, segundo algumas estatísticas). A Cargill, neste ano, lançou um projeto piloto de rastreabilidade em alguns pontos de venda do estado do Texas.

Os perus da marca Honeysuckle White serão vendidos acompanhados de um código. O número, digitado no site da empresa, revela dados sobre a ave a procedência, como na tela à seguir:

 

 

A rastreabilidade de alimentos não é novidade na indústria, desde as mais detalhadas (com etiquetas apontando para o histórico fiel de frutas, verduras, carnes e laticínios nos supermercados) até aquelas que existem apenas para marketing, dando uma ideia do perfil dos produtores ligados ao negócio.

No caso da Cargill, a iniciativa parte do uso de uma tecnologia chamada blockchain. Um arranjo que envolve registros que não podem ser alterados nas diversas fases da cadeia de produção, criptografia e uma maior seriedade nos bancos de dados, apoiados por recursos de computação e muita segurança.

Outras empresas pelo mundo estão investindo pesado no blockchain. Na China, uma empresa chamada ZhongAn pretende fazer rastreabilidade em nível individual, colocando um código em cada frango do aviário, possibilitando a consulta de diversas informações ao logo da produção. Já a startup Ripe.io promete esta rastreabilidade extrema até mesmo para tomates.

Saiba mais sobre blockchain no site da IBM.



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