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30 de abril de 2022

Lula promete acabar com os clubes de tiro se for eleito


Lula promete

O pré-candidato do PT ao Planalto disse isso e muito mais em Conferência Eleitoral do PSOL neste sábado, 30 de abril

Lula promete

As eleições de 2022 ainda estão distantes e a campanha eleitoral nem começou. Mesmo assim, os candidatos que pretendem disputar a presidência com Jair Bolsonaro já largam trechos do que seria um provável programa de governo e as ações que pretendem realizar (ou tentar) nos próximos 4 anos em Brasília. As intenções do lado esquerdo da disputa – bem como o que historicamente defendem – já são do conhecimento de todos.

Neste sábado, 30 de abril, em evento com os parceiros do PSOL, Lula adiantou algumas promessas:

“Vamos voltar a restabelecer a nossa relação com a América Latina. E se Deus quiser vamos criar uma moeda na América Latina, por que não tem esse negócio da gente ficar dependendo do dólar. Vamos tentar recuperar os BRICS, só basta que você mande o Putin parar com essa guerra, pô. Não tô precisando de guerra agora. E outra coisa: se prepare por que estes clubes de tiro que foi criado como eles criaram vai fechar. Nós vamos querer clubes de leitura. Nós vamos querer bibliotecas espalhadas por este país a fora. Ao invés do tiro, vai ter um livro. Ao invés do tiro, as pessoas vão ter acesso à cultura.”.

Tem isso e muito mais na íntegra, no vídeo abaixo. A parte destacada aqui está bem no final, lá por 2:11:00.

Sobre falar de política:

Aqui no Blog do Farmfor costumamos destacar falas de candidatos que envolvam interesse dos agricultores, que ajudem ou prejudiquem a produção ou que afetem o modo de vida da maioria dos nossos leitores. Há uma série de postagems do último pleito presidencial falando sobre os planos de governo e a agricultura, confira neste link.


21 de março de 2018

Lula chama agricultores de caloteiros e ingratos


Sobrou ódio petista até mesmo para a relação entre patrões e cavalos.

 

A caravana do ex-presidente e réu condenado Lula continua pelo sul do Brasil. Não é costume do nosso blog tratar sobre política, mas o político meteu a mão com os agricultores em discurso na noite desta terça, em Santa Maria, apontado pela Folha e repercutido no Jornal da Cidade Online.

No palanque do comício, Lula reclamou da oposição popular dizendo que quando o governo “dá dez reais para uma pessoa humilde, ela fica o resto da vida agradecida, quando você dá um bilhão para os grandes fazendeiros daqui, compram estas máquinas modernas”. Afirmou ainda que os grandes agricultores não são agradecidos e ficam falando mal do governo do PT, o tempo inteiro. Para coroar as afirmações de ódio aos agricultores, disse que os mesmos têm dois prazeres: um quando pega o dinheiro (do governo), o outro, quando dá calote.

No final, disse que já foi em “muitas feiras” e analisou que “eles” tratam melhor os cavalos do que os empregados.

 

https://www.facebook.com/MBCC.MovimentoBrasilContraCorrupcao/videos/182632889023268/

 

Lula não entende nada (ou entende e faz de conta que não) sobre o homem do campo – seja patrão ou peão – e seu amor pelos animais nas feiras e o tratamento de primeira que TODOS dão para os animais. Isso não é discutível, mas serve de combustível para quem vive de disseminar o marxismo, a luta de classes e o ódio.


21 de março de 2018

Nota da FARSUL sobre as declarações do ex-presidente Lula no RS


Entidade larga nota sobre o episódio “ingratos e caloteiros”.

Farsul – Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, emitiu a seguinte nota sobre as lamentáveis declarações do ex-presidente Lula em solo gaúcho, durante “caravana” pelo Rio Grande:

Nota à Sociedade

A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul – FARSUL – vem por meio desta nota repudiar, de forma veemente, as declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva feitas em nosso Estado, em relação aos produtores rurais gaúchos e também brasileiros.

Em primeiro lugar, cumpre esclarecer que o ex-presidente nunca doou ou emprestou nenhum recurso seu aos produtores rurais. Os valores tomados junto ao sistema financeiro em forma de crédito rural tem como fontes os depósitos à vista e a poupança das instituições financeiras, que assumem integralmente os riscos de inadimplência, recebendo em contrapartida os juros pagos pelos produtores rurais. Logo, o dinheiro que financia o agronegócio não é do governo e, muito menos, do ex-presidente, mas dos agentes financeiros. O ex-presidente mesmo condenado em segunda instância ainda não aprendeu a diferenciar os recursos seus, do governo e da sociedade.

O ex-presidente, utilizando de metáforas que nos remetem ao tempo do coronelismo e do clientelismo, demonstrou preconceito com as pessoas pobres do país, achando que ainda estas vendem suas crenças e percepções por dez Reais. Na sequência, chama os produtores rurais de caloteiros, o que além de não ser verdade, já que dentre todas as linhas de crédito disponíveis no país o crédito rural é a de menor inadimplência de acordo com o Banco Central, é um preconceito também com os produtores rurais. Nem os empresários e tampouco os trabalhadores devem favores a ocupantes de cargos públicos. Nenhuma retribuição ou reverência é devida quando os recursos tomados da sociedade em forma de tributos são devolvidos em forma de serviços.

Por fim, a Farsul não aceita que um ex-presidente que conhece a realidade do país demonstre tamanho preconceito com esses brasileiros que trabalham de sol a sol, fazendo a economia crescer inclusive no período do seu governo, mas enquanto cidadãos não aceitam a antecipação do debate eleitoral e nem tampouco a pregação ao desrespeito às decisões judiciais e ao Estado Democrático e de Direito.

GEDEÃO SILVEIRA PEREIRA
Presidente da Farsul



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