Tag: Futuro

11 de abril de 2021

Um batalhão de robôs chineses prontos para dominar o mundo


robôs chineses

robôs chineses

A empresa chinesa Unitree Robotics publicou nas redes um vídeo com dezenas de robôs em prontidão ao som da Marcha Imperial, da saga Starwars. Seria um aviso? Devemos ter medo dos robôs chineses?

 

A empresa Unitree Robotics fabrica robôs muito parecidos com os modelos da americana Boston Dynamics. Alguns modelos seguem a mesma linha do Spot, um robô de “quatro patas” com movimentos similares aos de um cão e que já está em testes em diversas partes do mundo, até no pastoreio de campo.

Recentemente, a sua equipe de marketing considerou uma boa ideia publicar na internet um vídeo onde dezenas de robôs de quatro patas acertam o passo ao som da Marcha Imperial, o conhecido tema de Guerra nas Estrelas. Chega a ser irônico, mas é verdade:

 

O modelo mostrado no vídeo é o A1. Suas capacidades de caminhada, desvio de obstáculos, reconhecimento de imagens e até de “briga” com outros robôs da mesma espécie são incríveis. Um batalhão destes robôs com os acessórios certos e muita bateria poderiam fazer um estrago danado.

Além do A1, a Unitree ainda fabrica os modelos BenBen, Laikago e Aliengo.

robôs chineses

Alguns dados do robô A1:

No vídeo acima, o robô A1 passeando com o “dono”, se equilibrando após quase cair da calçada e puxando briga com outro robô da mesma família.

É classificado como estável e de performance atlética. Tem câmeras inteligentes para todas as direções e é capaz de traçar os mapas do ambiente por onde anda (nunca mais esquece o caminho). Transmite vídeo em HD em tempo real, leva até 5 kg de equipamentos, duração de bateria entre 1 e 2.5 horas e pode correr na velocidade de 11,88 km/h. Além destes dados, os softwares que acompanham o robô permitem até mesmo a identificação de pessoas. Confira mais fotos, dados e animações no site dedicado ao modelo.

Robôs Chineses na agricultura

Uns 100 robôs destes espalhados na lavoura para identificar e arrancar buva seria uma mão na roda, mas é melhor não experimentar. Vai que pega um vírus.

Piadas à parte, o uso popularizado de drones da chinesa DJI na agricultura era coisa de ficção científica há dez anos, hoje é quase padrão no mapeamento, agricultura de precisão e até pulverização. Não estranhe se estes cachorros robóticos começarem a aparecer nas lavouras, muito em breve. Ou em um camelô na esquina mais próxima.

 

 


26 de outubro de 2018

Swiss Future Farm e as tecnologias agrícolas do amanhã


Swiss Future Farm

A Swiss Future Farm é uma propriedade experimental na Suíça que recebe máquinas e implementos para teste e divulga novas tecnologias

 

Dá pra chamar a Swiss Future Farm de uma espécie de Disneylândia da agricultura, onde programas de computador, drones, máquinas autônomas e sistemas de comunicação são testados e exibidos ao público. A área de 80 hectares fica na região de Thurgau, na Suíça e ainda mantém 65 vacas leiteiras e 55 suínos.

 

De acordo com o site oficial, a Swiss Future Farm (SFF) é um projeto do Centro de Educação e Aconselhamento (BBZ) Arenenberg, GVS Agrar AG e AGCO Corporation. Os parceiros do projeto usam as sinergias comuns para abordar as oportunidades para a agricultura criadas pela transformação digital e para criar soluções práticas para os agricultores. Máquinas e software de última geração são usados ​​em condições reais nas instalações de teste da SFF em Tänikon. Agricultores, profissionais e visitantes obtêm informações sobre a coleta de dados que são continuamente avaliados e incorporados ao desenvolvimento de novas tecnologias e práticas de gerenciamento. A iniciativa é uma PPP (Parceria Público Privada).

 

A Swiss Future Farm em vídeo

 

Vídeo (em inglês) que mostra a estrutura da Swiss Future Farm e produtos como estações meteorológicas, A Colheitadeira Ideal, robótica de Fendt, o trator elétrico e100 e muitas outras tecnologias.

Como visitar

Entre em contato pelos canais abaixo:

Swiss Future Farm
Tänikon 1
CH-8356 Ettenhausen

Telefone +41 76 434 87 73
info@swissfuturefarm.ch

 

 

 


28 de julho de 2017

Realidade Aumentada (Augmented Reality) na Agricultura


Realidade Aumentada

São quase 10 anos de experiências na área, para uso na agricultura. A tecnologia ainda não “decolou”

 

Realidade Aumentada (RA) é uma linha de pesquisa dentro da ciência da computação que lida com integração do mundo real e elementos virtuais ou dados criados pelo computador. Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, que são digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador. Pesquisas avançadas incluem uso de rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores confiáveis utilizando mecanismos de visão, e a construção de ambientes controlados contendo qualquer número de sensores e atuadores.

 

 

O vídeo acima mostra a proposta do Agrotech, um instituto de tecnologia da Dinamarca, para o uso de RA na agricultura. Mostra um produtor rural usando um óculos especial que mescla a imagem real com dados sobre o que está à sua frente como temperatura dos ambientes, quantidade de produtos estocados, qualidade do leite, sanidade animal e até identifica o que está em um super bag de adubo largado na porta do silo. A idéia reúne GPS, localização indoor, chips RFID e, por enquanto, um pouco de ficção científica. Com tanta tecnologia, o teste do leite deveria ser automatizado. Gostamos da previsão do tempo com GPS. Este item foi bem factível.


8 de outubro de 2016

Robótica na Agricultura e o Projeto MARS – Mobile Agricultural Robot Swarms


Robótica na Agricultura

Um “enxame” de robôs plantando em sua propriedade, 24 horas do dia. É o futuro da robótica na agricultura proposto pela Fendt

 

Não apenas um, mas vários robôs trabalhando em conjunto na sua propriedade, plantando e aplicando fertilizantes e defensivos, controlados por uma inteligência que reside na “nuvem”. Este é o conceito do MARS – Mobile Agricultural Robot Swarms (enxame de robôs agrícolas móveis, em uma tradução livre), proposto pela Fendt, fabricante de máquinas do grupo AGCO.

No conceito, uma unidade de logística leva robôs para a propriedade, que passam a trabalhar conforme a programação, controlados por satélites. A promessa é de economia de combustível e insumos, menor compactação do solo e realização do trabalho em um tempo inferior ao tradicional.

 

 

O projeto recebeu investimentos da União Européia e teve início em maio de 2015, com duração de 18 meses. A ULM University é parceira.

Mais informações, via ECHORD.

 

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