Tag: Drones

30 de maio de 2017

Drone para agricultura – Parrot Disco-Pro AG


Drone para agricultura de asa fixa promete a cobertura de vários hectares em cada voo

 

A empresa francesa Parrot é pioneira no mercado de drones. O modelo AR.Drone foi o primeiro drone para recreação de uso popular nos idos de 2010, trazendo o tradicional controle por celular e câmera. Desde então, vários fabricantes entraram no mercado, com a DJI, mais tarde, virando uma forte concorrente no segmento recreativo e semi-pro

Parrot AR.Drone 2.0, de 2012.

 

Um drone profissional da Parrot

Hoje a empresa tem uma ampla linha de drones e sensores para captura de imagens. a linha de modelos com asa fixa tem um exemplar dedicado ao trabalho agrícola, o Parrot Disco-Pro AG. Vendido em um kit com diversos acessórios, tem o preço básico de US$ 4499,00 nos EUA.

 

 

O drone é simples de usar, mas decola manualmente, como a maioria dos drones de asa fixa. Com uma carga completa da bateria, pode cobrir uma área de 80 hectares voando a 120 metros de altura. Quem compra o Disco-Pro AG ainda recebe um ano de assinatura do sistema Airinov, para análise de dados das imagens. Com este fluxo de trabalho, em poucas horas a lavoura pode ser analisada e já seguir para a aplicação de produto, conforme a análise NDVI.

Visite o site da Parrot.


8 de abril de 2017

Um drone para agricultura que voa 2 horas sem parar e carrega 20kg de produto


O HYBRiX.20 é um drone que mistura motor de combustão convencional e elétrico, para aumentar a autonomia e potência.

 

Os drones estão melhorando.

Quaternium é uma empresa espanhola que desenvolve drones híbridos, com um motor de combustão convencional que gera energia para os motores elétricos que fazem a propulsão e direcionamento do equipamento. Isto representa maior autonomia e capacidade de carga. O Hybryx.20 pode carregar cerca de 20 kg de carga, cerca de 18 litros de produto para aplicação + acessórios.

Teste de 2 horas de voo com 20kg de carga:

 

 

 

A Quaternium também fornece todos os sistemas de controle e planejamento de voo para aplicação. Outros modelos com capacidade para até 100kg de carga estão em desenvolvimento. A empresa não publica o preço dos modelos.


10 de outubro de 2016

Operadora dos EUA vai usar drones para aumentar a cobertura de sua rede 4G


O foco inicial do projeto está no aumento de cobertura em áreas afetadas por desastres naturais.

Drones de grande capacidade, carregando em seu interior uma estação de rádio completa, para a comunicação de redes celulares 4G. O projeto está em desenvolvimento pela operadora Verizon, nos EUA.

O foco está na possibilidade imediata de disponibilizar, de forma rápida e eficiente, uma rede para locais atingidos por acidentes ou desastres naturais. Quando em pleno funcionamento, a empresa investirá na oferta de serviços para monitoramento de oleodutos, geração de imagens de lavouras e linhas de alta tensão.

Drone operadora celular

As leis americanas proíbem o uso de drones além da visada do controlador, ou seja, quem está com o rádio na mão precisa estar permanentemente em contato visual com o equipamento. De qualquer maneira, a empresa já está em processo de certificação de seus equipamentos e na expectativa da mudança das leis, para a ativação do sistema, em um futuro próximo.

Vale lembrar que a Verizon não está sozinha. Google e Facebook estão na corrida para a implementação de conexões de internet por drones e balões.

Saiba mais sobre o Projeto Aquila, do Facebook.


6 de junho de 2016

R-MAX, o super drone com funções agrícolas da Yamaha


A tradicional fabricante japonesa também atua na área de drones, desde 1990!

Na realidade, o R-MAX da Yamaha é um enorme helicóptero de rádio-controle como muitos do mercado, mas com motor mais forte e porte avantajado. Mas aí veio a moda dos drones em todos os setores e pronto: vamos chamar de drone.

O R-MAX tem 3,6 m de comprimento, 72cm de largura, 1,08 m de altura e pesa 64 kg (vazio). Consegue levantar uma carga de 30 kg e tem motor de 2 cilindros, 240 cilindradas à gasolina, refrigerado à água. As pás do rotor formam um diâmetro de 3 metros.

Além da função básica que é a de pulverizar lavouras, o drone também já foi usado em diversas missões de levantamento fotográfico em desastres no Japão. 2500 unidades do R-MAX já foram fabricadas.

Agora a parte triste: o brinquedinho custa US$ 86.000,00.

 


21 de março de 2016

DJI Agras Mg-1, um drone para uso na agricultura


Os drones estão ficando populares na agricultura. Conheça o modelo lançado pela fabricante mais popular do mercado.

 

Se você já viu um drone na TV, em imagens na internet ou mesmo ao vivo, existem grandes chances deste equipamento ser fabricado pela DJI. A empresa popularizou o uso recreativo dos drones (sim, era um brinquedo caro) que no início tinham câmeras como opcionais, em um casamento perfeito com as Gopros, também famosas câmeras miniatura para cenas de ação. Os modelos foram evoluindo em capacidade e preço e hoje a DJI também está no mercado de drones para pulverização agrícola.

 

 

 

DJI Agras MG-1 é um equipamento robusto, com materiais diferenciados e desenvolvido para a pulverização agrícola, com tanque que pode levar 10 litros de produto. A solução, combinada com dados gerados por outros drones e tudo mais que estiver disponível em matéria de agricultura de precisão na propriedade, pode pulverizar pontos específicos na lavoura ou pomar, com os pontos e rotas determinados previamente no programa de computador que controla o drone.

Não basta só voar levando um tanquinho

DJI Agras MG-1 tem 8 motores, o dobro dos drones comuns e construído com materiais à prova d’água. Também tem um sistema diferenciado para o resfriamento dos motores com filtros e canalização de ar. Conta ainda com sistema de radar por microondas, capaz de manter uma distância uniforme entre os bicos de pulverização e as plantas. Com todos estes diferenciais, o preço inicial no mercado americano fica em US$ 15,000.00.

Calma, não abandone seu pulverizador!

Vai demorar muito para os drones trocarem de lugar com os nossos pulverizadores. Além do preço, da baixíssima capacidade de carga, autonomia das baterias e falta de espaço para colocar uma dançarina nas campanhas de marketing (ok, esta parte é brincadeira), novos materiais e tecnologias devem melhorar muito nossos equipamentos tradicionais em um futuro próximo, dando um bom fôlego para os nossos velhos conhecidos.



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